Negócios
Como Recuperar a Motivação no Trabalho? Responda a Estas 5 Perguntas

Encontrar motivação no trabalho pode parecer difícil, especialmente se você não ama o que faz, o ambiente ou as pessoas ao redor. Se esse for o caso, pergunte-se: o que realmente faz você levantar da cama com vontade de começar o dia? Depois de responder isso, o trabalho deixa de parecer uma obrigação e passa a ser uma escolha.
Mudar a lógica de “tenho que” para “quero” cria um impulso e aumenta a capacidade de conclusão de tarefas. Com base nessa ideia, existem cinco perguntas que você pode fazer a si mesmo todas as manhãs para se reconectar com aquilo que te traz energia e se preparar melhor para o dia que tem pela frente.
5 perguntas para recuperar a motivação
Especialistas como a americana Wendy Grolnick, professora de psicologia na Clark University, nos Estados Unidos, alertam que o maior mito sobre motivação é esperar que ela simplesmente apareça.
Para combater essa inércia, Jackson Parsons — autor do livro “Make the Flip” e apresentador do “My Duvet Flip”, reconhecido como o principal programa sobre carreiras do Reino Unido — compartilha cinco perguntas para te ajudar a descobrir o que te motiva e como usar essa percepção para beneficiar sua carreira.
1. O que me faz levantar da cama na hora?
O que torna o pensamento de sair da cama de manhã um pouco mais fácil não precisa ser algo enorme e que mude a sua vida. Pode ser algo mais específico e imediato, como um projeto que você está animado para começar, uma tarefa que deseja terminar ou apenas algo sobre o qual deseja conversar com seus colegas de trabalho.
Se você não acorda pensando “Eu amo meu trabalho”, não tem problema. Segundo Parsons, ainda pode haver coisas que te deixem empolgado ao longo do dia. “Em vez de guardar o que te empolga como recompensa, comece o dia com isso”, ele recomenda. “Começar com algo envolvente cria um movimento para a frente, fazendo com que o resto das suas tarefas pareça menos uma resistência e mais uma continuação.”
2. O que faz eu me sentir com energia, e não apenas produtivo?
A produtividade é visível. Ela aparece em caixas de entrada limpas e tarefas concluídas. Mas a motivação é mais profunda do que o resultado. Você pode ser altamente produtivo e ainda se sentir esgotado no final do dia.
A verdadeira motivação faz com que você se sinta energizado, engajado e mentalmente vivo. Ela vem de atividades que devolvem energia, não apenas daquelas que exigem esforço. Seja resolvendo problemas complexos, criando um trabalho significativo ou colaborando com os outros, essas experiências reabastecem em vez de drenar.
“Acompanhe seus níveis de energia por uma semana. No final de cada dia, anote o que te deu energia e o que te esgotou”, diz o autor. “Com o tempo, você será capaz de reconhecer as coisas que mais te motivam para que possa incorporá-las aos seus dias. Você pode não ser capaz de mudar tudo sobre o seu cargo, mas pode fazer seus próprios ajustes que o tornam mais fácil e mais emocionante.”
3. O que eu quero fazer sem que me peçam?
Um dos indicadores mais claros de motivação é aquilo pelo qual você é naturalmente atraído quando ninguém está te direcionando. O que captura a sua curiosidade e te atrai naturalmente quando não há pressão externa?
Essa distinção entre “ser puxado” versus “ser empurrado” revela a diferença entre o trabalho que você simplesmente conclui e o trabalho que você genuinamente gosta de fazer. “Considere como as coisas que você quer fazer podem se tornar uma parte mais importante do seu cargo e discuta isso com seu gerente”, diz Parsons.
Até mesmo pequenas mudanças podem fazer uma grande diferença. “Se não houver atualmente uma oportunidade de tentar um novo cargo, o simples fato de se aproximar do tipo de trabalho com o qual você tem mais afinidade pode mantê-lo motivado e engajado a longo prazo.”
4. Em que tipo de ambiente eu me dou bem?
Às vezes, o problema não é o trabalho em si; é o ambiente no qual você está. A motivação é profundamente influenciada pelo contexto. Um extrovertido pode se sentir esgotado trabalhando isoladamente, enquanto alguém que precisa de foco pode se sentir sobrecarregado em um ambiente com muito ruído e interação.
Seu ambiente ou apoia sua energia ou colabora para esgotá-la silenciosamente. “Tente ajustar as coisas que você pode controlar, em vez de tentar ajustar sua personalidade”, afirma o especialista. “Defina sua própria estrutura e reserve um tempo sozinho para um brainstorming interno, ou marque reuniões com colegas de trabalho para debater ideias e se alimentar da energia e motivação deles.”
5. Por que eu não tenho motivação?
De acordo com Parsons, esta pode ser a pergunta mais importante de todas. Ele explica que a falta de motivação não é uma falha de caráter. Não é preguiça ou falta de disciplina. Geralmente é um feedback: um sinal de que algo não está funcionando.
Quando você tenta forçar a motivação, pode ter sucesso temporariamente, mas isso costuma ter um custo. Você gasta mais energia se forçando, o que leva a uma maior exaustão e desconexão. Quanto mais você se esforça, mais resistência você cria, e o ciclo continua.
A motivação sustentável não vem da força. Ela vem da redução da resistência, da remoção do atrito e de fazer com que seu trabalho pareça mais alinhado e envolvente. “Facilite as coisas para si mesmo. Impeça que as coisas fiquem no caminho tendo um ponto de partida claro, preparado no dia anterior, que reduza qualquer fadiga de decisão que você costuma sentir, antes mesmo que ela comece.”
Ele sugere criar uma nova maneira de celebrar o sucesso e o progresso, e acompanhar os marcos, não apenas os prazos. “Reconheça seu progresso antes de passar para outra coisa, para manter a motivação que você sente com o seu sucesso.”
*Bryan Robinson é colaborador da Forbes USA. Ele é autor de 40 livros de não-ficção traduzidos para 15 idiomas. Também é professor emérito da Universidade da Carolina do Norte, onde conduziu os primeiros estudos sobre filhos de workaholics e os efeitos do trabalho no casamento.
*Reportagem publicada originalmente em Forbes.com
O post Como Recuperar a Motivação no Trabalho? Responda a Estas 5 Perguntas apareceu primeiro em Forbes Brasil.
Powered by WPeMatico
Negócios
Nem todo Networking vira negócio, mas todo negócio começa numa relação

Logo no começo da minha carreira, eu frequentava eventos achando que sairia de lá com um cliente novo, um sócio ou, no mínimo, uma proposta em mãos. Na maioria das vezes, saía só com uma pilha de cartões e uma agenda cheia de contatos que nunca mais me responderam um “oi, tudo bem?”.
Foi levando alguns “nãos” desse tipo que entendi uma coisa que hoje guia como eu construo negócios: networking não é sobre quantas pessoas você conhece. É sobre quantas relações você constrói de verdade. A diferença parece sutil, mas na prática ela separa quem coleciona contatos de quem constrói parcerias que duram.
O erro de tratar pessoas como oportunidades
Um dos maiores enganos que vejo — e que já cometi — é entrar numa conversa já calculando o retorno dela. Será que essa pessoa pode virar cliente? Será que ela conhece alguém que eu preciso conhecer? Essa lente transacional mata a relação antes mesmo de ela nascer, porque as pessoas sentem quando estão sendo abordadas como um objetivo, e não como gente.
As parcerias mais importantes que construí ao longo da minha trajetória não nasceram de um pitch bem ensaiado num evento de networking. Nasceram de conversas reais. De um almoço marcado só porque a gente se dava bem. De ajudar alguém sem esperar nada em troca.
Negócio, no fim das contas, é decisão de gente. E gente confia em quem conhece, não em quem apareceu uma vez com um cartão de visitas na mão.
Relação é investimento de longo prazo
Isso não significa que eventos e conexões não tenham valor: têm, e muito. Mas o valor deles não está no que acontece na hora que você conhece alguém. Está no que você constrói depois, com constância, real interesse e paciência.
Toda vez que alguém me pergunta como consigo fechar parcerias sem depender só de indicação ou de um departamento comercial forte, minha resposta é sempre a mesma: eu não tento vender relação. Eu construo relação, e o negócio vem como consequência, quando faz sentido, no tempo certo, para as duas partes.
Isso exige um tipo de paciência que o mundo dos negócios nem sempre valoriza. Vivemos numa lógica de resultado imediato, de funil, de conversão rápida. Mas as relações que realmente sustentam uma trajetória empresarial não seguem esse ritmo. Elas amadurecem devagar, e é exatamente por isso que, quando amadurecem, são sólidas.
O que eu aprendi construindo negócios a partir de pessoas?
Hoje, quando avalio uma nova parceria ou decido entrar em um negócio, a primeira pergunta que faço não é sobre números. É sobre a pessoa do outro lado. Eu confio nela? Eu trabalharia bem com ela nos dias difíceis, não só nos dias de vitória? Essa relação resistiria a um desacordo?
Porque toda sociedade, toda parceria, todo grande negócio, em algum momento, vai passar por atrito. E é a qualidade da relação, não do contrato, que decide se aquilo sobrevive. Talvez por isso eu acredite tanto que empresas não são construídas por CNPJs. Empresas são construídas por CPFs que decidiram confiar uns nos outros antes de qualquer proposta comercial existir.
Então, da próxima vez que você for a um evento de networking esperando sair de lá com um negócio fechado, talvez valha a pena mudar a pergunta. Em vez de “o que essa pessoa pode fazer por mim”, experimente perguntar “quem é essa pessoa, e eu gostaria de construir algo com ela?”.
Nem todo networking vai gerar negócio. Mas eu nunca vi um grande negócio nascer sem que, antes, existisse uma boa relação.
*Juliana Ferraz é sócia da Holding Clube e tem quase 30 anos de carreira no universo da comunicação e eventos no Brasil.
Os artigos assinados são de responsabilidade exclusiva dos autores e não refletem, necessariamente, a opinião de Forbes Brasil e de seus editores.
O post Nem Todo Networking Vira Negócio, Mas Todo Negócio Começa Numa Relação apareceu primeiro em Forbes Brasil.
Powered by WPeMatico
Negócios
Intel Anuncia André Ribeiro Como Novo Country Lead no Brasil
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
A Intel anunciou André Ribeiro como novo country lead da companhia no Brasil.
Na posição, o executivo terá como prioridade ampliar a presença da Intel no país. “Meu compromisso é trabalhar lado a lado com clientes e parceiros para ampliar o impacto da tecnologia e conectar infraestrutura, computação e inovação às necessidades do mercado brasileiro”, afirma.
Há 20 anos na companhia, André ingressou como gerente de desenvolvimento de negócios. Desde então, liderou contas nos setores corporativo e governamental, além de frentes de expansão tecnológica pela América Latina.
O executivo é formado pela PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) e tem MBA pela FGV (Fundação Getulio Vargas).
O post Intel Anuncia André Ribeiro Como Novo Country Lead no Brasil apareceu primeiro em Forbes Brasil.
Powered by WPeMatico
Negócios
Por Que o Escritório Pode Ser Mais Importante Quando Ninguém Quer Estar Lá
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Uma coisa curiosa acontece nos escritórios sempre que o clima fica excepcionalmente bom: as mesas ficam vazias.
Alguém sugere transferir a reunião da tarde para o ambiente virtual. O grupo de WhatsApp do escritório se enche de fotos de laptops em jardins. Na hora do almoço, um prédio projetado para centenas de funcionários pode parecer estranhamente abandonado, enquanto o trabalho continua normalmente em cozinhas, varandas e qualquer outro lugar com Wi-Fi.
Para os executivos, há uma pergunta óbvia escondida nessa cena: Por que estamos pagando por todo esse espaço?
É uma pergunta razoável. O mercado imobiliário comercial é caro, o trabalho híbrido está consolidado e os funcionários demonstraram que grande parte do trabalho intelectual pode ser realizada praticamente em qualquer lugar. Um escritório vazio em uma quarta-feira ensolarada pode parecer uma evidência particularmente convincente de que as empresas deveriam reduzir seu espaço físico.
Mas talvez estejamos tirando a conclusão errada de mesas vazias.
Um escritório cheio todos os dias pode não ser mais uma evidência de um ambiente de trabalho saudável. Da mesma forma, um escritório que fica ocasionalmente vazio não significa necessariamente que ele não tenha valor. A questão mais interessante é se entendemos mal para que serve um escritório atualmente.
Ocupação é uma medida de valor surpreendentemente ruim
Durante a maior parte do século 20, os escritórios tinham uma finalidade simples. Era onde o trabalho acontecia. Se os funcionários não estavam lá, em muitos casos o trabalho também não estava. A tecnologia rompeu essa relação.
Um analista financeiro pode montar um modelo em casa. Um advogado pode revisar documentos em uma cafeteria. Uma equipe de marketing pode realizar uma reunião entre quatro países sem que ninguém precise compartilhar o mesmo espaço. Quando o trabalho se tornou portátil, as organizações começaram a se deparar com uma incompatibilidade desconfortável entre os prédios que possuíam e o comportamento das pessoas que os utilizavam.
Pesquisas sobre o trabalho híbrido tornaram o cenário mais complexo, e não mais simples. Estudos descobriram que modelos híbridos podem melhorar a retenção sem prejudicar o desempenho, especialmente quando os funcionários têm autonomia significativa para decidir onde trabalhar. Isso é importante porque desafia uma das premissas por trás de muitos debates sobre o retorno ao escritório: a ideia de que uma maior presença física necessariamente produz melhores resultados para as organizações. Isso não é necessariamente verdade.
Se os funcionários conseguem desempenhar suas funções de forma eficiente em outros lugares, contar quantas mesas estão ocupadas diz muito pouco aos líderes. Um escritório parcialmente vazio pode representar desperdício de dinheiro. Mas também pode representar uma força de trabalho com autonomia adequada. Os números podem ser idênticos, mas as empresas são completamente diferentes.
As pessoas não precisam do escritório todos os dias. Precisam dele nos dias certos
É aqui que o debate sobre trabalho remoto e presencial se torna desnecessariamente binário.
Há dias em que trabalhar de casa é simplesmente melhor. Escrever um relatório, analisar dados ou preparar uma apresentação complexa pode se beneficiar de várias horas ininterruptas, longe de conversas e reuniões. Levar uma hora para chegar ao escritório apenas para ficar diante de um computador usando fones de ouvido e participar de chamadas virtuais com colegas que estão em outros lugares é difícil de defender como um uso eficiente do tempo de qualquer pessoa.
Há outros dias em que estar junto faz uma enorme diferença.
Pesquisas sobre colaboração descobriram que o trabalho remoto pode tornar a comunicação mais segmentada, levando os funcionários a interagir com um grupo menor de colegas. Isso não significa que o trabalho remoto seja ineficiente. Sugere que algumas das interações valorizadas pelas organizações são mais difíceis de reproduzir digitalmente, especialmente os vínculos mais frágeis e os encontros não planejados que conectam pessoas fora de suas equipes imediatas.
Pense em quanto conhecimento dentro de uma organização circula informalmente. Alguém ouve falar de um problema e sabe exatamente quem pode resolvê-lo. Um funcionário júnior observa como um colega sênior conduz uma conversa difícil. Duas pessoas continuam conversando por dez minutos depois de uma reunião e descobrem que seus projetos se sobrepõem.
Ninguém agenda esses momentos.
É justamente por isso que eles são importantes.
O escritório pode, portanto, estar se tornando menos importante como lugar para realizar o trabalho e mais importante como espaço onde são construídos os relacionamentos ligados ao trabalho.
Pare de pedir que os funcionários voltem sem dar um motivo
A maneira mais rápida de fazer os funcionários se ressentirem do escritório é exigir que compareçam simplesmente porque a organização é dona daquele espaço.
As pessoas percebem imediatamente quando a presença física não faz sentido. Se alguém gasta dinheiro para se deslocar até uma cidade apenas para participar de seis chamadas pelo Teams que poderia fazer de casa, dizer que a presença no escritório é importante para a “colaboração” dificilmente será convincente.
Pesquisas sobre autonomia no trabalho mostram de forma consistente que dar às pessoas um controle significativo sobre como realizam suas funções está associado a maior motivação e bem-estar. Isso torna as exigências rígidas de presença particularmente interessantes. Uma organização pode conseguir um escritório mais cheio e, ao mesmo tempo, enfraquecer algo muito mais valioso: a sensação dos funcionários de que são confiáveis para tomar decisões sensatas.
Há uma abordagem melhor. Faça com que valha a pena ir ao escritório.
Concentre colaboração, mentorias, discussões difíceis e construção de relacionamentos nos dias em que as pessoas estiverem juntas. Reserve outros dias para o trabalho concentrado. Dê às equipes alguma influência sobre essa dinâmica, em vez de presumir que uma única política servirá igualmente para contadores, designers, vendedores e engenheiros de software.
A pergunta para os líderes não deveria ser: “Como fazemos as pessoas voltarem?”
Deveria ser: “O que faria valer a pena estar juntos?”
Talvez um escritório vazio não seja o problema
Ainda existe uma realidade financeira. Empresas que pagam aluguéis enormes por prédios que permanecem quase sempre vazios deveriam, obviamente, questionar se precisam de tanto espaço. O trabalho híbrido pode, em última análise, exigir escritórios menores, contratos de locação diferentes e prédios projetados para a colaboração, em vez de fileiras de mesas individuais.
Mas a utilização merece uma análise mais sofisticada do que simplesmente dividir o número de funcionários presentes pelo número de cadeiras disponíveis.
Imagine um escritório quase vazio em uma bela tarde de verão. Talvez dezenas de funcionários realmente estejam trabalhando em seus jardins. Se o trabalho está sendo realizado, os clientes estão satisfeitos e as equipes apresentam bom desempenho, é difícil argumentar que encher o prédio automaticamente melhoraria alguma coisa.
Agora imagine o mesmo escritório dois dias depois, movimentado porque uma equipe está lançando um projeto, novos funcionários estão conhecendo os colegas e gestores estão tendo conversas que funcionam melhor presencialmente. O prédio não mudou. Sua finalidade mudou.
É para isso que o futuro do escritório pode estar caminhando. Passamos décadas tratando os escritórios como espaços para abrigar trabalhadores e, então, ficamos surpresos quando os funcionários começaram a questionar por que precisavam estar confinados neles.
Pesquisas indicam cada vez mais que as reais vantagens de estar juntos estão relacionadas à conexão, à colaboração e ao aprendizado, e não simplesmente a ocupar o mesmo prédio. Se isso estiver correto, o escritório bem-sucedido do futuro poderá, às vezes, parecer surpreendentemente vazio.
Talvez os líderes devam se preocupar menos em saber se os funcionários estão sentados em suas mesas e muito mais interessados no que acontece quando eles escolhem entrar pela porta.
Benjamin Laker é colaborador da Forbes USA. Professor universitário que escreve sobre as melhores formas de liderar ambientes de trabalho.
*Reportagem publicada originalmente em Forbes.com
O post Por Que o Escritório Pode Ser Mais Importante Quando Ninguém Quer Estar Lá apareceu primeiro em Forbes Brasil.
Powered by WPeMatico
-

Polícia1 dia agoEmpresário desaparece na Serra e família pede ajuda para localizá-lo
-

Negócios2 dias agoNem todo Networking vira negócio, mas todo negócio começa numa relação
-

Política1 dia agoPara 81% dos brasileiros, é fundamental que candidato acredite em Deus
-

Política22 horas agoRoninho ganha apoio de peso para a corrida à Assembleia Legislativa
-

Eleições 202622 horas agoTSE divulga tempo dos candidatos à Presidência no horário eleitoral
-

Esporte9 horas agoLinharense de 15 anos é convocada para representar o Brasil no Pan-Americano de Karatê na Costa Rica














