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Com Negócio de R$ 335 Milhões, Ela Quer Fazer do Matcha o Novo Café

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Não há como negar: o matcha está em todo lugar. Nas academias, nos escritórios, em cafés que antes consideravam o chá verde japonês “nichado demais”. Em latas, cápsulas e lattes, surfando mudanças de comportamento que vêm se formando há anos: a fadiga do café, a busca por bebidas funcionais e as conversas crescentes sobre ansiedade. Poucos entenderam essa interseção tão bem quanto a americana Marisa Poster.
Em 2021, a empreendedora nascida em Nova York e radicada em Londres lançou a PerfectTed, na época uma empresa de matcha com apenas um produto. Apenas cinco anos depois, a marca criada junto com seu marido, Levi Levenfiche, e seu cunhado Teddie Levenfiche, hoje registra uma receita recorrente anual de 50 milhões de libras esterlinas (R$ 335 milhões, na cotação atual).
A empresa tem distribuidores que abrangem mais de 30 mil pontos de venda e cafés em 50 países, com um catálogo de produtos que inclui desde pó de matcha de grau cerimonial até lattes prontos para beber e as primeiras cápsulas Nespresso de matcha da Europa.
Necessidade pessoal levou empreendedora ao matcha
O negócio de Marisa, que foi finalista do prêmio Veuve Clicquot Bold Future Award de 2026, nasceu de uma necessidade pessoal. “Como a maioria das pessoas, eu bebia café e estava constantemente vivendo aquele ciclo de agitação e queda de energia”, lembra. “Não percebia o quanto isso estava afetando meu foco e minha ansiedade até mudar para o matcha e, pela primeira vez, me sentir genuinamente equilibrada.”
Ela percebeu isso muito antes da maioria dos varejistas. O matcha já havia se tornado parte de sua rotina diária nos EUA. Ela dependia dele para ajudar a controlar a energia e o foco sem agravar a ansiedade. No entanto, quando se mudou para Londres em 2020, ficou difícil manter a rotina. “Era impossível de encontrar, superfaturado ou de péssima qualidade. A categoria quase não existia, e a maioria das pessoas nem sabia que era uma opção.”
Ela não chegou a Londres já com uma estratégia de venda totalmente formada ou um discurso ensaiado para uma nova era da cafeína. “Me mudei para cá por amor, e simplesmente não conseguia encontrar matcha”, admite. “Aguentei uns 45 dias antes que isso se tornasse um problema de verdade.”
A raiz do problema (e o começo do negócio)
Desse problema nasceu o seu negócio. O café, segundo a empreendedora, é um dos hábitos mais enraizados do mundo, com “mais de 2 bilhões de xícaras” consumidas todos os dias. “Os melhores negócios surgem de um tipo muito específico de lacuna, quando alguém sente uma necessidade que não está sendo atendida pelo mercado atual.”
Ela sabia que não precisava converter todos os bebedores de café para o matcha para ter sucesso. Só precisava entender a proporção menor, mas ainda enorme, de pessoas que amavam a cafeína e odiavam a queda abrupta de energia, a agitação ou a ansiedade que podem acompanhar a experiência com a bebida.

Por causa disso, Marisa também entendeu que o matcha tinha tanto um problema de experiência quanto um problema de conscientização. “A realidade é que, se o seu primeiro matcha for ruim, isso pode te afastar para o resto da vida”, afirma. “No Reino Unido, por muito tempo, era isso que as pessoas estavam experimentando: um matcha de baixa qualidade e mal preparado. Ele nunca teve a chance de se consolidar.”
Essa percepção inicial foi fundamental para moldar a abordagem da PerfectTed. Não bastava disponibilizar o matcha; a marca tinha que ter um bom matcha e tornar o primeiro contato convincente o suficiente para mudar comportamentos. “Um ótimo latte pode converter alguém instantaneamente”, diz.
O mesmo pensamento está por trás dos produtos prontos para beber, que não exigem que o consumidor domine a arte de preparar o matcha com as proporções corretas.
Desafios do matcha
Ainda assim, os consumidores não foram necessariamente o público mais difícil de convencer; os varejistas é que foram. Eles viam o matcha como algo “nichado demais”. Olhando para trás, Marisa acredita que isso foi uma vantagem. “Significava que havia um espaço em branco real, ninguém havia construído a categoria adequadamente ainda.”
Quando questionada sobre o que quase quebrou a empresa enquanto a PerfectTed ganhava escala, a empreendedora é direta: “Tudo na área operacional.” “Logo no começo, até mesmo conseguir fabricar o produto foi um desafio.”
As fábricas não priorizavam o produto. “Nosso produto original foi retirado da linha de produção porque uma marca muito maior e mais estabelecida teve prioridade. Foi um verdadeiro choque de realidade, perceber o quão baixo você está na lista de prioridades quando é pequeno.”
Depois vieram os desafios técnicos: “O matcha literalmente entupia as máquinas no início da produção”, lembra. “Não é um ingrediente fácil de se trabalhar em larga escala.”
Não muito tempo depois, a aparição da PerfectTed no programa Dragon’s Den (versão britânica do Shark Tank) trouxe um tipo diferente de pressão. A empresa fez história ao receber ofertas de todos os investidores da edição de 2023, o que trouxe exposição, validação e um nível inimaginável de expectativas. “Antes, estávamos apenas tentando sobreviver”, diz a fundadora. “Depois, houve essa pressão imediata para nos tornarmos o que as pessoas achavam que já éramos. O sarrafo subiu do dia para a noite. Isso te força a evoluir mais rápido do que é confortável.”

Enquanto a demanda explodia, a empresa teve que absorver as consequências em tempo real. “Estávamos nós mesmos nos armazéns embalando pedidos, ficando sem estoque, lidando com o caos dos clientes”, diz. “O ganho de escala não quebra a empresa em lugares óbvios, ele quebra nas lacunas que você nem sabia que existiam.”
Os desafios de ser uma mulher de negócios
Marisa também não é tímida sobre os desafios de ser jovem e mulher em um mercado tão desafiador. “Você entra em uma sala e é avaliada antes mesmo de abrir a boca. Sua aparência, o seu tom de voz, se você é ‘crível o suficiente’ para administrar o negócio.”
Sua resposta não tem sido mudar ou se diminuir para caber nesses espaços. “Você tem duas escolhas nesse momento: encolher-se para se encaixar ou ignorar completamente. Eu escolhi ignorar“, afirma. “Isso me deixou mais afiada, preparada, autoconsciente e intencional em como me apresento. Não estou interessada em me moldar ao que as pessoas esperam que seja a aparência ou a postura de uma fundadora. Prefiro construir algo excepcional e deixar que isso fale por si só.“
Além de ter sido indicada ao prêmio da Veuve Clicquot, ela foi nomeada Forbes Under 30 da Europa em 2024 e Empreendedora Britânica Global do Ano em 2025 e alcançou uma posição de destaque no FEBE Growth 100.
Lidando com a pressão e a ansiedade
A empreendedora também é franca sobre como lida com as pressões. “Os momentos em que me sinto mais ansiosa são quando tudo parece ótimo no papel”, diz. “Sempre fui muito aberta sobre a minha experiência com a ansiedade e a depressão, e elas não aparecem apenas quando as coisas estão indo mal. Essa desconexão entre o sucesso externo e a realidade interna é difícil de navegar.”
“Não é um problema de negócios que você pode resolver com uma apresentação de estratégia”, afirma. “É algo que você tem que aprender a gerenciar junto com todo o resto.”
O fato de a PerfectTed ser uma empresa familiar traz uma intensidade adicional que não pode ser ignorada, considerando a pressão de um rápido crescimento, alta visibilidade e constantes tomadas de decisão. A regra não dita, segundo a fundadora, é “honestidade radical e rápida”. “Se algo não está certo, nós lidamos com isso imediatamente, mesmo que seja desconfortável.”
Os fundadores ainda estão aprendendo a lidar com a dinâmica familiar no trabalho: “Você tem que encontrar maneiras de não fazer tudo girar em torno dos negócios. Ainda estamos trabalhando nessa parte.”
Do zero ao topo
O que as pessoas não percebem ao olhar para um faturamento nesse patamar e um crescimento tão rápido, é o que foi preciso para chegar até aqui. “Era eu em uma cozinha, coberta de pó verde, fazendo bebidas com um gosto horrível, pesquisando no Google ‘como abrir uma empresa de bebidas?’ à meia-noite, e sendo ignorada ou rejeitada por quase todo mundo.”
Agora que ela e sua família estão do outro lado — ou pelo menos têm uma visão melhor do mesmo lado —, o próximo estágio é claro. Em vez de uma aquisição ou saída do negócio, Marisa está focada em “tornar o matcha predominante globalmente. Não como uma tendência, mas como um padrão. Se alguém busca energia, o matcha deve ser tão normal quanto o café.”
É um desejo ambicioso, mas plausível. A demanda existe. O produto é bom. E uma marca construída sobre essas bases, com uma fundadora que entende o motivo pelo qual as pessoas buscam cafeína tanto quanto o que elas realmente querem disso, é muito mais interessante do que apenas um estimulante verde bonito. O matcha pode estar em todos os lugares agora, mas, se depender dessa empreendedora, sua popularização está apenas começando.
*Lela London é colaboradora da Forbes US. Ela é escritora e editora especializada em gastronomia e bebidas, com foco em tendências culinárias, restaurantes e bares.
*Reportagem publicada originalmente em Forbes.com
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Recorde de Messi Marca 20 Anos do Seu Primeiro Gol em uma Copa; Relembre a Trajetória do Craque
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Quando Lionel Messi marcou seu primeiro gol pela Seleção Argentina, o mundo era outro. O WhatsApp não existia. O Instagram também não. O TikTok era inimaginável. A Netflix ainda enviava DVDs por correio nos Estados Unidos e faltavam anos para que o streaming transformasse a forma de ver séries, filmes e esportes. Os smartphones não dominavam a vida cotidiana, o Facebook mal dava seus primeiros passos fora das universidades e a palavra “influencer” ainda não fazia parte do vocabulário.
O futebol na Argentina também era diferente. Faltavam dois anos para que o país voltasse a ganhar uma medalha de ouro nos Jogos Olímpicos. Juan Román Riquelme era uma das grandes figuras do futebol argentino e a Seleção ainda perseguia uma Copa do Mundo que não conquistava havia vinte anos.
Nesse contexto, em 16 de junho de 2006, um jovem de 18 anos entrou em campo vindo do banco de reservas contra a Sérvia e Montenegro na Copa do Mundo da Alemanha. E Diego Maradona estava na arquibancada. Em apenas alguns minutos, ele deu uma assistência e marcou um gol. Era a primeira grande aparição mundial de Lionel Messi.
Ninguém poderia imaginar que, vinte anos depois, ele continuaria vestindo a camisa argentina para igualar um recorde histórico. Na noite da última terça-feira (16), com três gols na vitória sobre a Argélia, o camisa 10 chegou a 16 bolas na rede em Mundiais, dividindo agora com o alemão Miroslav Klose o posto de maior artilheiro da história da Copa do Mundo masculina.
Messi, uma história que atravessa gerações
Os pais naquela época — muitos deles hoje avós — cresceram admirando Diego Maradona e, durante anos, debateram se aquele garoto de Rosário poderia ocupar um lugar na história do futebol argentino.
Há os filhos que atravessaram sua infância, adolescência e juventude acompanhando cada passo de Messi, desde as finais perdidas até a conquista da Copa do Mundo do Catar. E há os netos, os mais novos, que praticamente não conheceram outro dono para a camisa número 10.
Poucos esportistas alcançaram algo parecido. Durante duas décadas, Messi foi uma presença constante na vida de milhões de argentinos. Enquanto as tecnologias, os costumes, os trabalhos, as cidades e as famílias mudavam, ele continuava aparecendo toda vez que a Seleção entrava em campo.
Entre altos e baixos
A trajetória até o estrelato veio com suor. Após superar um déficit de hormônio do crescimento na infância, Messi encontrou na base do Barcelona — a famosa academia La Masia — um lugar para apresentar seu talento ao mundo. Não demorou para começar a empilhar troféus: conquistou quatro Ligas dos Campeões e levou oito Bolas de Ouro.
Em casa, porém, a história era outra. Durante anos, a cobrança por resultados na Seleção Argentina esbarrou em finais perdidas, como os vice-campeonatos na Copa do Mundo de 2014 e nas edições da Copa América de 2015 e 2016.
Após chegar a anunciar um breve afastamento da seleção em meio às críticas, Messi retornou para liderar o time na conquista da Copa América de 2021 no Brasil, encerrando um jejum de 28 anos da Argentina. No ano seguinte, as vitórias continuaram: levou o título da Copa do Mundo no Catar em 2022.
Curiosidades daquele 16 de junho de 2006
A partida contra a Sérvia e Montenegro ficou na memória pela goleada de 6 a 0 e pelo primeiro gol em Copas do Mundo de Messi. No entanto, vista de 2026, ela oferece uma série de curiosidades que ajudam a dimensionar tudo o que ocorreu nessas duas décadas.
A mais chamativa tem a ver com o banco de reservas argentino. Entre eles estavam Lionel Scaloni e Pablo Aimar. Vinte anos depois, eles continuam ocupando um lugar naquele banco: Scaloni como técnico e Aimar como um de seus principais colaboradores.
Há também um dado que ajuda a colocar a dimensão da carreira de Messi em perspectiva. Dos 23 jogadores convocados por José Pekerman para a Copa do Mundo da Alemanha em 2006, o artilheiro é o único que continua em atividade profissional.
A única exceção parcial é Oscar Ustari, que foi o terceiro goleiro daquela Seleção. Embora não tenha anunciado oficialmente sua aposentadoria, atualmente ele está sem clube. Seu último time foi o Inter Miami, onde compartilhou elenco com Messi até 2025.
A própria partida também antecipou algo do que viria depois. Messi entrou aos 75 minutos no lugar de Maxi Rodríguez, quando a Argentina já vencia confortavelmente. Em apenas treze minutos, participou de dois gols: deu assistência para Hernán Crespo e depois marcou o sexto gol da partida. Foi uma apresentação breve, mas suficiente para deixar uma marca que o tempo transformaria em lenda.
Talvez por isso aquela tarde continue ocupando um lugar especial na memória do futebol argentino. Não foi só o primeiro gol de Messi em uma Copa do Mundo. Foi o começo de uma história que, vinte anos depois, ainda busca somar um novo capítulo no que pode ser sua última Copa do Mundo.
Duas décadas após aquele gol, as gerações mudaram, o mundo mudou e a Argentina mudou. Messi continua lá.
*Reportagem publicada originalmente em Forbesargentina.com
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Quem é Vozinha, goleiro do Cabo Verde que fechou o gol e fez história na Copa do Mundo

A seleção de Cabo Verde estreou na Copa do Mundo com um feito histórico na segunda-feira (15): um empate em 0 a 0 contra a campeã europeia Espanha. O grande nome da partida em Atlanta foi o goleiro e capitão da seleção cabo-verdiana, Vozinha, eleito o melhor em campo.
Aos 40 anos, ele deixou o gramado em lágrimas, cercado pelos companheiros, em um momento definido pelo técnico Bubista como um “choro de resiliência”. O detalhe que mais chama a atenção do mercado esportivo, no entanto, é o seu status profissional: o herói do jogo está, atualmente, sem clube.
A trajetória de Vozinha
Diferente do padrão do futebol de elite, Vozinha não teve formação em categorias de base. Autodidata, ele só se profissionalizou aos 25 anos, no Progresso do Sambizanga, de Angola. Desde então, construiu uma carreira no mercado europeu: passou por equipes como Zimbru (Moldávia), Gil Vicente (Portugal), AEL Limassol (Chipre) e AS Trencin (Eslováquia).
Nas duas últimas temporadas, defendeu o Chaves, da segunda divisão portuguesa, de onde se despediu no início deste mês. Sem um novo contrato firmado, sua atuação no Mundial atraiu a atenção de torcedores de vários países e rendeu 9,1 milhões de seguidores apenas no Instagram.
De Josimar a Vozinha
Nascido na ilha de São Vicente em 3 de junho de 1986, durante a Copa do México, o goleiro foi batizado pelo pai como Josimar José Évora Dias. A escolha foi uma homenagem ao lateral-direito do Brasil e do Botafogo que brilhava naquela edição, após as autoridades locais barrarem a primeira opção de nome: Valdano, atacante argentino.
Já o apelido que o tornou conhecido surgiu na infância, quando cresceu ao lado dos avós. O garoto costumava jogar contra adversários mais velhos e não aceitava perder em campo. Quando corria frustrado para buscar o amparo dos avós, os amigos o provocavam chamando-o de “Vozinha”. O que era motivo de irritação virou uma marca registrada e um tributo à sua família.
Próximos passos na Copa do Mundo
Cabo Verde é o terceiro país com menor população a disputar uma Copa do Mundo e transformou o empate na estreia em um marco nacional. O foco agora se volta para a fase de grupos: o próximo jogo será neste domingo (21), às 19h, contra o Uruguai, em Miami, seguido pelo confronto contra a Arábia Saudita, na sexta-feira (26), em Houston.
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Árbitro impedido de entrar nos EUA para a Copa receberá cachê integral da Fifa

O árbitro de futebol somali Omar Abdulkadir Artan, a quem foi negada a entrada nos Estados Unidos para apitar a Copa do Mundo, receberá o valor total de sua remuneração pelo torneio.
O governo Trump afirmou que os Estados Unidos negaram a entrada de Artan para a Copa do Mundo devido às suas ligações com “suspeitos de pertencerem a organizações terroristas”.
Uma fonte com conhecimento do assunto disse que, apesar de Artan não participar da Copa do Mundo, a Fifa se comprometeu a pagar seu cachê.
Artan, eleito o melhor árbitro africano do ano em 2025, estava prestes a se tornar o primeiro somali a apitar o maior evento do futebol mundial, mas foi barrado pela Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA.
No entanto, ele foi recebido como herói quando voltou para casa, e a entidade europeia de futebol Uefa o selecionou para apitar a Supercopa da Europa entre Paris Saint-Germain e Aston Villa em agosto.
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