Negócios
Mais produtividade e menos erros: por que você deve tirar um cochilo no meio do expediente

Trabalhadores em todo o mundo estão exaustos, de acordo com uma pesquisa do McKinsey Health Institute de novembro de 2023 com 30 mil profissionais.
Em 29 dos 30 países analisados, mais de um terço dos entrevistados relataram o sintoma de fadiga.
Queda da energia à tarde
Se você é como a maioria dos profissionais, deve perceber uma queda repentina na sua energia durante o dia dia de trabalho – comumente chamada de “queda da tarde”. Isso acontece quando você sobrecarrega seu cérebro e sua mente se desvia da tarefa em questão ou em determinados momentos durante o expediente.
Para entender melhor esse fenômeno, a Paychex, uma empresa americana de soluções de RH, entrevistou 1.000 pessoas sobre sua produtividade no trabalho e experiências com o cansaço à tarde.
Eles descobriram que a janela ideal de produtividade está entre 8h e 14h – mas nem sempre é a mesma para todo mundo.
Outras descobertas incluem:
- 81% dos profissionais passam pela “queda da tarde” – e relatam que isso acontece, em média, 3,2 dias na semana, mais da metade da semana de trabalho.
- 1 em cada 4 admite que já adormeceu no trabalho. E, para evitar isso, as formas mais eficientes são beber cafeína (49%), fazer uma pausa (35%) e se alongar (29%).
- Embora a maioria (38%) das reuniões de trabalho seja agendada antes das 12h, as pessoas que têm reuniões ao meio-dia (12h-14h) são mais propensas a dizer que são participantes muito ativos.
- 71% dos profissionais tentam programar seu dia de trabalho de acordo com os seus horários mais produtivos, percebendo o que funciona melhor para eles.
Existe um momento ideal durante o dia de trabalho em que a produtividade atinge o pico, o que pode ser muito individual. E há certas ações que os trabalhadores podem tomar para maximizar a sua produtividade.
Por que você deve tirar uma soneca no meio do dia
Os profissionais mais felizes no trabalho são aqueles que tiraram 15 dias de folga remunerada no ano passado, de acordo com um novo estudo da CalendarLabs. Mas enquanto suas férias não chegam, a melhor coisa que você pode fazer é tirar uma soneca no meio do dia.
Dormir no trabalho costumava ser algo mal visto, mas não é mais – pelo menos em alguns lugares. Uma pesquisa do Pew Research Center descobriu que 34% dos americanos tiram cochilos diários.
Algumas empresas têm incentivado os seus funcionários a tirar uma soneca revigorante no trabalho. Nike, Pizza Hut e Thrive Global, por exemplo, oferecem salas especiais com cadeiras projetadas especialmente para tirar uma soneca. Até mesmo os pilotos da NASA tiram cochilos de 26 minutos durante o voo para melhorar o desempenho e o estado de alerta em 34% e em 16% o tempo de reação.
Poucos minutos bastam
Se você trabalha de casa, isso é até mais fácil e não precisa tomar muito tempo do seu dia ou do horário de almoço. De acordo com a Fundação Nacional do Sono dos EUA, 30 minutos de cochilo ou até menos que isso podem “restaurar o estado de alerta, melhorar o desempenho e reduzir erros e acidentes” no trabalho.
Estudos do Instituto Salk, na Califórnia, também mostram que a atividade cerebral, a memória e o humor de quem tira uma soneca permanecem mais elevados ao longo do dia em comparação com os que não dormem.
Outro estudo conduzido pela Escola de Saúde Pública de Harvard descobriu que as pessoas que tiram um cochilo revigorante tinham 34% menos probabilidade de morrer de problemas cardíacos. De acordo com a pesquisa, isso estimula o sistema imunológico e reduz o nível de cortisol no sangue.
Vantagens de tirar uma soneca à tarde:
- Melhora o funcionamento cerebral
- Aumenta a capacidade de processar e armazenar informações
- Aguça o estado de alerta, reduzindo a frequência de erros e acidentes
- Aumenta a produtividade
- Melhora o humor
- Reduz a pressão arterial e promove o funcionamento saudável do coração
- Fortalece a memória
8 passos para tirar uma boa soneca e aumentar a produtividade no trabalho
Algumas pessoas têm dificuldade de dormir durante o dia. Para outras, esse é um momento imprescindível e muito aguardado. A melhor hora para tirar uma soneca revigorante é por volta das duas ou três horas da tarde.
Aqui estão algumas etapas para maximizar os benefícios do cochilo:
*Bryan Robinson é colaborador da Forbes. Ele é autor de 40 livros de não-ficção traduzidos para 15 idiomas. Também é professor emérito da Universidade da Carolina do Norte, onde conduziu os primeiros estudos sobre filhos de workaholics e os efeitos do trabalho no casamento.
(Traduzido por Fernanda de Almeida)
Negócios
BAT Nomeia Suelma Rosa Como VP de Assuntos Corporativos e Regulatórios para América do Sul
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
A BAT (British American Tobacco) anunciou Suelma Rosa como vice-presidente de assuntos corporativos e regulatórios para a América do Sul.
Na posição, a executiva será responsável pela estratégia regulatória, engajamento com governos e stakeholders, comunicação, reputação e gestão de temas sensíveis. “Não há transformação real sem diálogo, especialmente nos temas mais complexos. A evolução da BAT passa por inovação e novas categorias, mas também pela capacidade de construir confiança”, afirma. “Meu compromisso é contribuir para fortalecer essa agenda, ampliando a escuta e a qualidade da informação à sociedade.”
Antes de ingressar na BAT, Rosa atuava como vice-presidente de assuntos corporativos da PepsiCo para a América Latina e México.
Com mais de 20 anos de carreira internacional, já ocupou cargos de liderança na Unilever, Dow, UNOPS e The Nature Conservancy e esteve à frente de agendas em mercados da América Latina, Europa, Ásia e África.
A executiva é formada em relações internacionais pela Universidade de Brasília e começou a carreira como coordenadora de relações externas na Vale. Também possui MBA pela FGV (Fundação Getulio Vargas) e doutorado em ciências políticas pela Universidade de Sorbonne.
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Negócios
20 Universidades dos EUA Que Desbancam a Ivy League na Era da IA

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Em janeiro, a Amazon anunciou o corte de 16 mil vagas corporativas, apenas alguns meses depois de reduzir seu quadro de funcionários em 14 mil pessoas. No mesmo mês, a UPS informou que eliminaria até 30 mil postos de trabalho administrativos este ano. Na semana passada, a Oracle iniciou uma grande rodada de demissões (estima-se até 30 mil), enquanto a gigante de software empresarial investe dezenas de bilhões de dólares em inteligência artificial.
Mesmo antes dos anúncios de demissões em massa começarem a estampar as manchetes, a IA já havia começado a impactar o mercado de trabalho para jovens. Pesquisadores do Laboratório de Economia Digital de Stanford descobriram que o emprego de pessoas entre 22 e 25 anos nas profissões mais vulneráveis à IA, como engenheiros de software e representantes de atendimento ao cliente, havia caído 16% até outubro do ano passado.
Como preparar os jovens para a era da IA
Enquanto a IA transforma o mercado de trabalho e preocupa jovens profissionais, as universidades terão que se adaptar para justificar seus preços e formar profissionais qualificados, capazes de quitar suas dívidas estudantis.
Mas como? Algumas das primeiras pistas vêm da terceira lista anual da Forbes das Novas Ivies – as 20 melhores instituições americanas (10 privadas e 10 públicas) cujos ex-alunos são muito bem avaliados pelos empregadores. Os destaques foram escolhidos com base em uma pesquisa com mais de 100 executivos C-Level e recrutadores. Este ano, eles foram questionados não apenas sobre a avaliação das escolas, mas também sobre como a IA está impactando a contratação de recém-formados.
Quase 25% desses executivos afirmaram que a IA reduziria a necessidade de recém-formados em posições de entrada, e 60% disseram que a tecnologia mudaria suas necessidades gerais de equipe. “A IA redefiniu completamente a estrutura dos cargos de entrada. Consequentemente, o nível de exigência para novas contratações aumentou, diminuindo nossa necessidade do quadro tradicional de funcionários júnior”, diz um executivo entrevistado.
A corrida das universidades para se adaptar à IA
As 20 universidades da lista da Forbes deste ano estão correndo para preparar seus alunos e adaptar seus currículos de diversas maneiras e em todas as disciplinas.
Em dezembro, a Universidade Purdue (Indiana), uma “Nova Ivy” pública, tornou-se a primeira faculdade dos EUA a anunciar a exigência de “proficiência no uso de IA” para a graduação. “Os talentos mais promissores de hoje estão começando a surgir de instituições que priorizam o rigor intelectual em detrimento do prestígio herdado“, observou um dos entrevistados. “O recém-formado ideal terá uma educação que cultivou traços humanos, incluindo inteligência emocional, adaptabilidade e criatividade, para orquestrar ferramentas de IA em vez de competir com elas.”
Uma perspectiva semelhante foi oferecida por Magnus Egerstedt, especialista em robótica que, em novembro passado, foi nomeado reitor da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill (listada três vezes no ranking da Forbes). “Ter sucesso [na era da IA] tem mais a ver com as artes liberais do que com as disciplinas tradicionais de alta tecnologia”, afirma Egerstedt. “Estamos nos apoiando na ideia de que você precisa de uma boa base técnica para, em seguida, focar na criatividade, curiosidade e resolução de problemas.”
Pesquisadores de Stanford, em um artigo publicado em novembro, observaram que, embora os jovens profissionais estivessem perdendo espaço em vagas onde a IA atua principalmente automatizando o trabalho, o emprego continuava crescendo em funções onde a IA potencializa a produtividade humana.
Por que o mercado está olhando além da Ivy League
A Forbes lançou a lista das “Novas Ivies” em 2024, em meio ao crescente ceticismo de empregadores sobre se os diplomas da tradicional Ivy League (que inclui Brown, Columbia, Cornell, Dartmouth, Harvard, Penn, Princeton e Yale) ainda são garantia de acesso os melhores talentos. Há uma convicção generalizada de que muitos dos jovens mais inteligentes e dedicados podem ser encontrados em instituições menos conhecidas.
Essa desconfiança em relação à Ivy League persiste: 37% dos entrevistados deste ano disseram estar menos propensos a contratar graduados dessas renomadas instituições do que há cinco anos, e apenas 6% disseram estar mais propensos a fazê-lo.
No caso das universidades públicas, o cenário se inverte: 42% dos executivos dizem estar mais propensos a contratar seus graduados, enquanto apenas 6% afirmam o contrário. Os formados em faculdades privadas que não fazem parte da Ivy League também se saem melhor nessas avaliações do que aqueles que possuem diplomas dessas instituições de elite.
Confira as 20 universidades públicas e privadas que estão desbancando a Ivy League nos EUA
As Novas Ivies privadas
Carnegie Mellon University
- Localização: Pittsburgh, Pensilvânia
- Matrículas na graduação: 7.852
- Taxa de aceitação: 12%
- Nota mediana do SAT: 1540
- Nota mediana do ACT: 35

Case Western Reserve University
- Localização: Cleveland, Ohio
- Matrículas na graduação: 6.354
- Taxa de aceitação: 37%
- Nota mediana do SAT: 1510
- Nota mediana do ACT: 34
Emory University
- Localização: Atlanta, Geórgia
- Matrículas na graduação: 7.805
- Taxa de aceitação: 11%
- Nota mediana do SAT: 1520
- Nota mediana do ACT: 34
Georgetown University
- Localização: Washington, D.C.
- Matrículas na graduação: 8.537
- Taxa de aceitação: 13%
- Nota mediana do SAT: 1490
- Nota mediana do ACT: 33

Northwestern University
- Localização: Evanston, Illinois
- Matrículas na graduação: 10.421
- Taxa de aceitação: 8%
- Nota mediana do SAT: 1540
- Nota mediana do ACT: 34
University of Notre Dame
- Localização: Notre Dame, Indiana
- Matrículas na graduação: 9.157
- Taxa de aceitação: 11%
- Nota mediana do SAT: 1520
- Nota mediana do ACT: 34
Rice University
- Localização: Houston, Texas
- Matrículas na graduação: 4.836
- Taxa de aceitação: 8%
- Nota mediana do SAT: 1550
- Nota mediana do ACT: 35
Tufts University
- Localização: Medford e Somerville, Massachusetts
- Matrículas na graduação: 7.715
- Taxa de aceitação: 11%
- Nota mediana do SAT: 1510
- Nota mediana do ACT: 34

Vanderbilt University
- Localização: Nashville, Tennessee
- Matrículas na graduação: 7.285
- Taxa de aceitação: 6%
- Nota mediana do SAT: 1540
- Nota mediana do ACT: 35
Washington University in St. Louis
- Localização: St. Louis, Missouri
- Matrículas na graduação: 9.064
- Taxa de aceitação: 12%
- Nota mediana do SAT: 1540
- Nota mediana do ACT: 34

As Novas Ivies públicas
United States Air Force Academy (Academia da Força Aérea dos Estados Unidos)
- Localização: Colorado Springs, Colorado
- Matrículas na graduação: 5.117
- Taxa de aceitação: 14%
- Nota mediana do SAT: 1330
- Nota mediana do ACT: 30

University of Florida
- Localização: Gainesville, Flórida
- Matrículas na graduação: 38.246
- Taxa de aceitação: 24%
- Nota mediana do SAT: 1400
- Nota mediana do ACT: 31
Georgia Institute of Technology
- Localização: Atlanta, Geórgia
- Matrículas na graduação: 20.887
- Taxa de aceitação: 14%
- Nota mediana do SAT: 1480
- Nota mediana do ACT: 33
University of Michigan
- Localização: Ann Arbor, Michigan
- Matrículas na graduação: 34.962
- Taxa de aceitação: 16%
- Nota mediana do SAT: 1460
- Nota mediana do ACT: 33
University of North Carolina at Chapel Hill
- Localização: Chapel Hill, Carolina do Norte
- Matrículas na graduação: 21.906
- Taxa de aceitação: 15%
- Nota mediana do SAT: 1480
- Nota mediana do ACT: 31
Purdue University
- Localização: West Lafayette, Indiana
- Matrículas na graduação: 42.745
- Taxa de aceitação: 50%
- Nota mediana do SAT: 1350
- Nota mediana do ACT: 31

University of Texas at Austin
- Localização: Austin, Texas
- Matrículas na graduação: 44.663
- Taxa de aceitação: 27%
- Nota mediana do SAT: 1390
- Nota mediana do ACT: 31
University of Virginia
- Localização: Charlottesville, Virgínia
- Matrículas na graduação: 19.033
- Taxa de aceitação: 17%
- Nota mediana do SAT: 1480
- Nota mediana do ACT: 33
William & Mary
- Localização: Williamsburg, Virgínia
- Matrículas na graduação: 7.465
- Taxa de aceitação: 34%
- Nota mediana do SAT: 1470
- Nota mediana do ACT: 33

University of Wisconsin-Madison
- Localização: Madison, Wisconsin
- Matrículas na graduação: 39.637
- Taxa de aceitação: 45%
- Nota mediana do SAT: 1460
- Nota mediana do ACT: 31
Metodologia
Para identificar as universidades públicas e privadas do ranking, foram analisadas todas as faculdades dos Estados Unidos que concedem diplomas de quatro anos, com exceção da Ivy League (Brown, Columbia, Cornell, Dartmouth, Harvard, Penn, Princeton e Yale) e das faculdades do grupo “Ivy Plus” (Johns Hopkins, Stanford, MIT, Duke e Universidade de Chicago).
Para serem consideradas para a lista das “Novas Ivies”, as faculdades precisaram atender a três outros critérios:
- Tamanho: As escolas privadas devem ter pelo menos 3.000 alunos matriculados, e as faculdades públicas, 4.000 alunos.
- Seletividade: Todas as faculdades privadas, exceto uma, tiveram uma taxa de admissão inferior a 15%, e a taxa de admissão das faculdades públicas foi de 50% ou menos.
- Notas: Pelo menos metade dos ingressantes deve ter enviado as notas do SAT ou do ACT. Para as Novas Ivies privadas, a pontuação mediana do SAT foi 1530 e a mediana do ACT foi 34. Para as universidades públicas que entraram na lista, a mediana do SAT foi 1460 e a do ACT foi 31. (Todos os números referem-se à turma ingressante de 2024, os dados mais recentes disponíveis do Centro Nacional de Estatísticas da Educação dos EUA).
As universidades foram então incluídas em uma pesquisa com executivos C-level e de recrutamento, que classificaram os graduados de cada faculdade (desde que tivessem experiência profissional com eles) e indicaram como a inteligência artificial afetou seus planos de contratação.
*Reportagem publicada originalmente em Forbes.com
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Negócios
CLT É a Prioridade dos Jovens no Mercado de Trabalho

Apesar do barulho das redes sociais, o emprego com carteira assinada continua sendo a prioridade dos brasileiros ao buscar uma vaga. Segundo pesquisa divulgada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), o modelo formal, regido pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), foi apontado como o mais atrativo por mais de um terço dos profissionais que procuraram emprego recentemente.
Entre os jovens, a escolha pelo emprego formal é ainda mais forte, refletindo a busca por segurança no início da carreira.
- 41,4% dos profissionais de 25 a 34 anos preferem CLT;
- 38,1% dos jovens de 16 a 24 anos também priorizam o modelo.
Segundo Claudia Perdigão, especialista em políticas e indústria da CNI, o emprego formal traz mais segurança para os jovens, que procuram maior estabilidade no início da carreira profissional.
De acordo com o estudo, o acesso a direitos trabalhistas e à Previdência Social continua sendo um diferencial relevante, mesmo com o avanço de novas formas de trabalho. “Embora novas modalidades de trabalho estejam crescendo, como aquelas vinculadas a plataformas digitais, o trabalhador ainda valoriza o acesso a direitos trabalhistas, estabilidade e proteção social, que continuam, portanto, sendo um diferencial relevante mesmo em contexto de maior flexibilização das relações de trabalho”, diz Perdigão.
Principais números da pesquisa
- 36,3% preferem emprego com carteira assinada (CLT);
- 18,7% apontam o trabalho autônomo como melhor opção;
- 12,3% consideram o emprego informal mais atrativo;
- 10,3% têm interesse em trabalho por plataformas digitais;
- 9,3% preferem abrir o próprio negócio;
- 6,6% optam por atuar como pessoa jurídica (PJ);
- 20% não encontraram oportunidades atrativas.
Renda complementar
O trabalho por meio de plataformas digitais, como motorista ou entregador de empresas de aplicativo, é visto majoritariamente como complemento de renda.
Segundo o levantamento, apenas 30% consideram essa atividade como principal fonte de sustento.
Alta satisfação
A pesquisa também aponta elevado nível de satisfação no mercado de trabalho, o que ajuda a explicar a baixa busca por novas oportunidades.
- 95% estão satisfeitos com o emprego atual;
- 70% se dizem muito satisfeitos;
- 4,6% estão insatisfeitos;
- 1,6% muito insatisfeitos.
A mobilidade no mercado é limitada:
- 20% buscaram outro emprego recentemente;
- 35% dos jovens (16 a 24 anos) procuraram nova vaga;
- 6% dos profissionais com mais de 60 anos fizeram o mesmo.
O tempo no emprego também influencia:
- 36,7% com menos de um ano no trabalho buscaram nova vaga;
- 9% com mais de cinco anos na mesma função fizeram o mesmo.
Realizado pelo Instituto Nexus, em parceria com a CNI, o levantamento ouviu 2.008 pessoas com 16 anos ou mais em todo o país. A pesquisa foi realizada de 10 a 15 de outubro de 2025, mas só foi divulgada agora.
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