Connect with us

Negócios

Segunda sem estresse: 3 estratégias para começar a semana com o pé direito

Redação Informe ES

Published

on

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

A segunda-feira ganhou fama como um dos dias mais cansativos porque marca o início da semana de trabalho e do retorno das atividades após o descanso de sábado e domingo. No entanto, com um pouco de planejamento, é possível tornar o dia menos estressante.

Confira como se preparar para a segunda-feira e estabelecer um tom positivo para toda a semana de trabalho.

Leia também

Getty Images
Getty Images

Estratégias podem fazer toda a diferença no início da sua semana de trabalho

Advertisement

1. Planeje a semana no domingo

Uma das estratégias mais importantes para começar a semana sem estresse é organizar as tarefas e os dias ainda no domingo. Isso não deve levar mais de uma hora, mas pode mudar totalmente o seu humor e os resultados.

  • Crie uma lista de tarefas: Primeiro, prepare uma lista de todas as atividades que você precisa fazer durante a semana. Divida essas tarefas em segmentos e organize de acordo com a importância. Essa lista funcionará como sua bússola, garantindo que você saiba o que precisa ser feito em todos os momentos.
  • Defina metas: Faça uma lista dos três objetivos mais importantes que você deseja alcançar durante a semana. Essas devem ser as atividades mais cruciais que potencialmente afetarão sua vida profissional ou pessoal. As metas vão te guiar e motivar a alcançar o que deseja na vida.

2. Organize seu espaço de trabalho

Um ambiente de trabalho bagunçado pode contribuir para o estresse e prejudicar a produtividade. Reservar um tempo no domingo para organizar o escritório (e também outros cômodos da casa) pode criar um ambiente mais agradável e eficiente para a segunda-feira e o resto da semana.

  • Elimine a desordem: Limpe toda a bagunça da área de trabalho e não mantenha nada na mesa que não seja necessário. Papéis, enfeites, livros e outros objetos que estão na mesa podem distrair a mente. Minimize os itens que estão ao alcance das mãos o tempo todo.
  • Limpe: Isso inclui limpar todas as superfícies, o teclado e qualquer equipamento. Além de ser mais acolhedor, um ambiente limpo realmente afeta seu humor e ajuda na concentração.
  • Organize: Certifique-se de que você tem tudo de que precisa para a semana seguinte. Isso inclui arquivos, discos rígidos e qualquer outro item relacionado às suas tarefas. Ter tudo em seu devido lugar garante que você não perderá tempo procurando quando precisar de algo.

3. Prepare-se mental e fisicamente

Seu bem-estar físico e mental desempenha um papel crucial em como você vai enfrentar sua semana de trabalho. Preparar-se nessas áreas pode ajudá-lo a começar a segunda-feira com energia e uma mentalidade positiva.

  • Durma o suficiente: Tente dormir de 7 a 9 horas na noite de domingo. O sono é uma parte crucial da vida humana e impacta o desempenho mental e físico. Para evitar dificuldades, crie uma rotina antes de dormir que o ajude a adormecer rapidamente.
  • Exercite-se: Pratique alguma atividade física no domingo. Exercícios regulares, como um treino completo ou uma simples caminhada, podem ajudar a aliviar o estresse, melhorar o humor e aumentar os níveis de energia.
  • Pratique técnicas de mindfulness: Tente passar algum tempo refletindo, fazer exercícios de respiração profunda ou anotar seus pensamentos. Você pode usar técnicas de mindfulness para liberar sua mente, gerenciar seus níveis de estresse e se preparar para a semana.

Praticando essas três estratégias aos domingos, você vai conseguir minimizar o estresse e a confusão que a maioria das pessoas vive ao voltar a trabalhar nas segundas-feiras. Organizar sua semana, o local de trabalho e seu estado mental e físico facilitará sua segunda-feira e o resto da semana de trabalho. Seguindo essas orientações, você terá melhores chances de começar a semana de forma positiva e intensa, e, portanto, ser mais produtivo.

  • Siga a Forbes no WhatsApp e receba as principais notícias sobre negócios, carreira, tecnologia e estilo de vida

*Goldie Chan é colaboradora sênior da Forbes USA. Ela é especialista em branding pessoal e estratégia digital, além de ser LinkedIn Top Voice, conhecida como a “Oprah do LinkedIn”.

O post Segunda sem estresse: 3 estratégias para começar a semana com o pé direito apareceu primeiro em Forbes Brasil.

Powered by WPeMatico

Advertisement
Continue Reading
Advertisement

Negócios

O Que É a Empresa do Século 21?

Redação Informe ES

Published

on

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

O título do livro “A Corporação no Século 21“, de John Kay, é uma alusão – talvez uma provocação – a uma das obras mais influentes de gestão, “A Corporação e o Século 20“. Se ali o economista americano Richard Langlois traçava a transformação da organização comandada por empresários para a organização liderada por executivos profissionais, o também economista (porém britânico) John Kay agora narra uma mudança muito, mas muito mais radical.

Questiona, inclusive, se faz sentido dizer que vivemos em um sistema capitalista. Porque o capital perdeu a importância. “Mesmo investidores sofisticados examinam o Roce [Retorno sobre o Capital Empregado]”, escreve, embora o retorno tenha “tanta conexão com o capital quanto com a quantidade de água utilizada ou o número de reuniões realizadas”, afirma. Vivemos, considera, a era do capital as a service – empregado apenas na medida em que é necessário.

O poder do acionista é outra balela, segundo ele. O acionista de uma multinacional não tem nenhum controle sobre o que é feito da empresa. Até os dividendos que recebe, se os receber, são definidos pelos diretores.

Advertisement

Em especial, Kay ataca a noção de empresa como uma teia de contratos – visão clássica, estabelecida pelo também britânico Ronald Coase, que levou um Prêmio Nobel por sua teoria. A questão é que a ideia de um conjunto de contratos se opõe à própria qualificação de uma empresa como pessoa jurídica. Afinal, ela tem uma personalidade ou não?

Maximizar o lucro, um mantra dos anos 1970 que vem caindo em desuso, nunca foi uma teoria sólida, acredita o autor. Qual lucro, afinal? O de curtíssimo prazo? Em detrimento de ações que preservem a empresa no futuro?

Para ele, a missão de uma corporação é promover o “florescimento de seus múltiplos stakeholders”. Porque a empresa não é uma combinação de relações transacionais, e sim uma construção de relações sociais, entre seus integrantes e com o mundo à sua volta. As implicações dessa visão para o funcionamento da empresa… isso fica para um prometido próximo volume.

*Reportagem publicada na edição 145 da revista Forbes, em setembro de 2026.

Advertisement

O post O Que É a Empresa do Século 21? apareceu primeiro em Forbes Brasil.

Powered by WPeMatico

Continue Reading

Negócios

Amazon MGM Studios Anuncia Head de Theatrical Marketing no Brasil

Redação Informe ES

Published

on

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

O Amazon MGM Studios anunciou Roberta Fraissat como Head de Theatrical Marketing, responsável por liderar as estratégias de marketing dos lançamentos da companhia nos cinemas brasileiros.

Mais recentemente, Roberta atuou como diretora de marketing para a América Latina e Head de Marketing para o Brasil na Crunchyroll.

A executiva passou a maior parte da carreira na The Walt Disney Company, onde ingressou como coordenadora de desenvolvimento de produto em 1999. Saiu de lá em 2023 como diretora de marketing. Nesse período, esteve envolvida em campanhas de produções como “Vingadores”, “Star Wars”, “Toy Story”, “O Rei Leão”, “Carros” e “Alice no País das Maravilhas”.

Advertisement

É formada em negócios pela Faap (Fundação Armando Alvares Penteado) e tem MBA pela FIA Business School.

O post Amazon MGM Studios Anuncia Head de Theatrical Marketing no Brasil apareceu primeiro em Forbes Brasil.

Powered by WPeMatico

Advertisement
Continue Reading

Negócios

A Escala 5×2 Chegou. E Muda Mais do Que o Custo da Folha

Redação Informe ES

Published

on

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Está decidido. A Emenda Constitucional 141, promulgada na última sexta-feira (20), encerra a escala 6×1. Em 60 dias, todo trabalhador CLT passa a ter duas folgas semanais e jornada máxima de 42 horas. Catorze meses após a publicação, o teto cai para 40 horas, sem redução de salário.

A primeira leitura é de custo, e ela não está errada. Como não será permitida a redução de salários e haverá redução de 44 para 40 horas semanais, cada hora vale 10% a mais. E isso encarece também a hora extra e os adicionais, que são calculados sobre o valor da hora.

Em operações que funcionam sete dias por semana, como varejo e serviços, manter a cobertura exige reforço de quadro. Nas simulações que tenho acompanhado, esse reforço fica entre 10% e 20%, e pesa mais nas unidades menores, que têm menor margem para remanejar gente.

Advertisement

Mas tratar a 5×2 apenas como aumento de folha é desperdiçar a oportunidade de rever a estratégia de remuneração como um todo.

Eficiência de escala

Comecemos pelo fixo. Com a hora mais cara, a pressão será por conter reajustes. Esse é um erro tentador. Mas antes de pensar em trocar equipes com salários reduzidos, será importante avaliar reservas escondidas na própria escala.

Empresas que passaram a montar turnos a partir da curva de movimento por hora descobriram horas extras desnecessárias e gente parada nos horários errados. Eficiência de escala é a primeira fonte de financiamento da nova jornada.

Onde mora a oportunidade

O variável é onde mora a oportunidade mais clara. Se o objetivo é produzir o mesmo, ou mais, em menos horas, a remuneração variável precisa apontar para isso. Prêmios por produtividade, metas de venda por hora trabalhada, bônus por cobertura nos picos ou por redução de absenteísmo transformam a exigência legal em alinhamento: a empresa ganha eficiência e o colaborador participa do ganho.

Advertisement

A experiência internacional reforça a lógica. Quando Portugal reduziu a jornada de 44 para 40 horas, em 1996, estudos registraram ganho de produtividade próximo de 8%. O Chile está no meios de uma transição gradual até 2028, e o México aprovou a sua até 2030. A redução funciona melhor quando vem acompanhada de esforço deliberado de produtividade, e incentivo bem desenhado é parte desse esforço.

Recompensas intangíveis

Há ainda uma camada que raramente entra na planilha: as recompensas intangíveis. Duas folgas, previsibilidade de escala e fins de semana inteiros com a família são valor percebido. Gente descansada e motivada erra menos, falta menos e atende melhor. Empresas que comunicarem isso como parte da proposta de valor ao empregado vão reter melhor do que as que tratarem a mudança como obrigação.

Rotatividade pode diminuir

Há também uma economia que raramente aparece na conta da transição: a da rotatividade. No varejo, ela já é altíssima. Levantamento do Sindilojas-SP mostra que a rotatividade no varejo paulista chegou a 56,6% em 2025, o maior nível desde 2020. Em alguns segmentos, como lojas de conveniência, passou de 90%.

Isso significa recontratar, quase todo ano, boa parte da equipe. Cada saída tem um custo que vai além da rescisão: recrutamento, treinamento e os meses em que o novo funcionário ainda não rende o que rendia quem saiu. O cliente percebe essa curva de aprendizado no caixa e no atendimento. Se a 5×2 for bem implementada, com escalas previsíveis e folgas que de fato descansam, as pessoas tendem a ficar mais tempo. Parte do custo da nova jornada pode voltar como economia em turnover.

Advertisement

E há a carreira. Mais turnos e escalas mais complexas exigem novas funções de controle: líderes de turno, coordenadores de escala, analistas de operação. É uma chance real de promover quem já conhece a operação e o cliente. A pergunta incômoda é se essa base está preparada. Quem sempre executou nem sempre foi treinado para planejar, ler indicadores ou liderar colegas. Sem trilha de capacitação e uma estrutura de cargos que reconheça esses degraus, a promoção vira armadilha.

Além disso, pessoas que estavam na informalidade podem voltar a se interessar pelo modelo CLT nesta nova configuração de escala.

Muitos empreendedores lerão tudo isso pensando na própria rotina, que está mais para 7×0 do que para 5×2. É verdade. A diferença é que, nesse caso, cada hora a mais constrói patrimônio próprio. Para quem trabalha numa estrutura que não é sua, o que se constrói é outra coisa: vínculo, ou a falta dele. Numa geração que cobra cada vez mais qualidade das relações de trabalho, a 5×2 talvez seja menos uma imposição e mais a formalização de algo que o mercado já vinha pedindo.

*Fernanda Abilel é professora na FGV e sócia-fundadora da How2Pay, consultoria focada no desenho de estratégias de remuneração.

Advertisement

Os artigos assinados são de responsabilidade exclusiva dos autores e não refletem, necessariamente, a opinião de Forbes Brasil e de seus editores.

O post A Escala 5×2 Chegou. E Muda Mais do Que o Custo da Folha apareceu primeiro em Forbes Brasil.

Powered by WPeMatico

Advertisement
Continue Reading

Em Alta

Copyright © 2023 - Todos os Direitos Reservados