Negócios
Tempo É Luxo: 6 em Cada 10 Brasileiros Têm no Máximo 3 Horas Livres no Dia

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Ter tempo livre suficiente para descansar, praticar um hobby ou simplesmente não fazer nada tem se tornado um privilégio para poucos brasileiros. Um levantamento da Futuros Possíveis, empresa de pesquisa e consultoria em comunicação estratégica, revela que 66% da população afirma ter no máximo três horas de tempo livre por dia.
Dentro desse grupo, 26% dizem ter menos de uma hora — ou nenhuma — de tempo livre diário. A pesquisa ouviu 1.037 pessoas com mais de 18 anos, de todas as classes sociais e regiões do país. “Vivemos uma crise de tempo livre no Brasil, o que torna esse recurso um artigo de luxo reservado a uma parcela privilegiada da população”, afirma Marcelo Gripa, cofundador e CEO da Futuros Possíveis.
O peso do trabalho invisível
Além do trabalho, um dos principais fatores que comprimem o tempo dos profissionais é o volume de tarefas não remuneradas dentro de casa. Segundo o estudo, 59% dos brasileiros dedicam pelo menos duas horas por dia a esse tipo de atividade, e, para 25%, esse tempo ultrapassa quatro horas diárias.
Esse peso recai desproporcionalmente sobre as mulheres, que são responsáveis por 75% do trabalho de cuidado não remunerado (com a casa, filhos, idosos e outros familiares e pessoas doentes), segundo a organização global contra as desigualdades Oxfam (Comitê de Oxford para o Alívio da Fome).
Ainda segundo o relatório da Futuros Possíveis, 28% das mulheres passam mais de quatro horas por dia realizando tarefas domésticas, contra 21% dos homens. “Na prática, o tempo que sobra para algumas mulheres só existe porque outra mulher assume o trabalho do cuidado”, diz a cofundadora Andreza Maia. “Essa conta quase sempre recai sobre mulheres negras, que vivem múltiplas jornadas de trabalho.”
Tecnologia vai liberar mais tempo?
Mesmo quando há algum tempo disponível, ele nem sempre se traduz em descanso, lazer ou requalificação profissional. “Notificações, mensagens e atualizações nos colocam em modo permanente de checagem”, explica Angelica Mari, especialista em comportamento digital e também cofundadora da empresa. “Essa dinâmica fragmenta o descanso e mantém a mente em estado de atenção contínua.”
Embora estudos indiquem que os avanços da tecnologia e da inteligência artificial poderiam liberar mais tempo livre para os profissionais — argumento reforçado por empresários como Bill Gates, que prevê uma semana de trabalho de apenas três dias —, na prática isso ainda não se concretizou. “Historicamente, a tecnologia não liberou o trabalhador para se divertir”, afirma Maíra Blasi, especialista em futuro do trabalho, indicando que esses ganhos de produtividade nem sempre se convertem em mais tempo para atividades fora do trabalho.
Os dados mostram que o tempo se tornou um artigo de luxo. No Brasil, 44% afirmam ter controle frequente sobre o uso do próprio tempo; menos de um terço (31%) dizem ter controle apenas ocasional, e 10% raramente ou nunca conseguem decidir sobre a própria rotina.
Como aproveitar melhor o tempo livre
Um estudo publicado pela Harvard Business Review sugere que a solução para aproveitar melhor o tempo livre tem menos relação com a quantidade de horas disponíveis e mais com a forma como elas são usadas. Pesquisadores de universidades americanas e europeias defendem uma abordagem mais ativa e intencional do lazer, conceito chamado de “leisure crafting” — ou planejamento intencional do tempo livre.
A proposta é substituir o uso passivo do tempo, como assistir à TV sem critério ou rolar o feed infinitamente, por atividades que gerem prazer, propósito e crescimento pessoal.
Essa transformação não exige mais horas no dia — apenas uma mudança de postura. “Um fã de cinema, por exemplo, pode trocar a rolagem aleatória no streaming por um plano de assistir aos 100 melhores filmes do Instituto Britânico de Cinema, escrevendo resenhas para exercitar o pensamento crítico”, explicam os autores. “Já quem gosta de se exercitar pode entrar em um grupo de corrida e estabelecer metas de desempenho.”
Alguns podem argumentar que isso significaria levar a lógica da produtividade — que já domina a rotina profissional — também para os momentos de folga. No entanto, para os autores, o segredo está em enxergar o tempo livre não apenas como uma pausa, mas como uma oportunidade de crescimento, capaz de gerar impactos positivos também na vida profissional.
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Negócios
Zuckerberg Admite Erros na Substituição de Funcionários por IA
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, admitiu aos funcionários que a gigante das redes sociais cometeu erros durante a reestruturação de sua força de trabalho voltada para a inteligência artificial. A constatação faz parte de um memorando interno ao qual a agência Reuters teve acesso na última semana.
Zuckerberg vem injetando bilhões de dólares em IA na tentativa de remodelar o funcionamento interno da companhia em torno dessa tecnologia. A estratégia reflete um padrão mais amplo adotado este ano pelas principais empresas dos EUA, especialmente no setor de tecnologia.
Promessa de estabilidade
No memorando, o executivo descreve o ritmo acelerado dos avanços na área de IA e os desafios operacionais trazidos por esse boom tecnológico.
“Dada a complexidade dessas mudanças, cometemos erros e quase certamente cometeremos mais”, afirmou Zuckerberg. Ele acrescentou, no entanto, que o foco agora é “fornecer o máximo de estabilidade possível” no que diz respeito a futuras mudanças organizacionais.
“Não quero prometer demais, porque o mundo está mudando de maneiras que fogem ao nosso controle”, pontuou o CEO. Apesar da cautela, ele reiterou que a Meta não prevê novas rodadas de demissões em massa este ano.
Realocação de equipes
A companhia tentará encontrar novas funções para os profissionais que haviam sido realocados para treinar modelos de IA. A decisão ocorre após a controladora do Facebook realizar uma reestruturação drástica em maio, que resultou no corte de 10% de sua força de trabalho global e na transferência de 7.000 funcionários para novas iniciativas ligadas aos fluxos de trabalho de inteligência artificial.
“Ao criar novos papéis importantes para as pessoas, conseguimos reduzir o tamanho das equipes com a tranquilidade de saber que, se errássemos em algumas áreas, poderíamos realocar essas pessoas de volta”, justificou Zuckerberg no documento.
Para melhorar o clima interno, a Meta planeja ampliar os investimentos em integração. Segundo o CEO, isso inclui orçamentos maiores para eventos corporativos e encontros externos. Além disso, a empresa está organizando um hackathon de grande escala em julho para promover a colaboração entre equipes e o desenvolvimento de seus modelos mais recentes.
Sobrecarga na gestão
Outro ponto crítico abordado por Zuckerberg foram as queixas sobre a ampliação das responsabilidades de supervisão exigidas dos gerentes. Ele afirmou ter tomado nota do problema e prometeu reduzir a sobrecarga.
Um reflexo dessa falha de gestão pôde ser visto na nova unidade de engenharia de IA aplicada da Meta, que operava sob uma estrutura excessivamente horizontal, chegando a registrar uma proporção de até 50 colaboradores individuais para cada gerente (50:1).
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5 Fatos e Curiosidades para Conhecer Carlo Ancelotti, Técnico da Seleção Brasileira

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Neste domingo (5), o Brasil entra em campo contra a Noruega em uma disputa pela vaga nas quartas de final da Copa do Mundo de 2026.
Além do desempenho dos jogadores em campo, a atuação do técnico Carlo Ancelotti tem chamado a atenção dos torcedores. À frente da Seleção Brasileira há pouco mais de um ano, o treinador italiano mostrou, na vitória sobre o Japão, que conhece o elenco e tem capacidade para orquestrar e extrair o melhor de diferentes talentos. Decisões inicialmente questionadas acabaram se mostrando acertadas e fundamentais para o resultado.
Não é à toa. Com cinco décadas de carreira dedicadas ao futebol, mais de três delas como treinador, o Mister já fez história nas principais ligas da Europa. É o maior vencedor da história da Champions League, com cinco títulos como treinador, e agora busca ajudar o Brasil a conquistar o hexa – e também o maior título de sua trajetória.
A seguir, confira cinco fatos e curiosidades para conhecer Carlo Ancelotti:
1. Das raízes no campo aos títulos como jogador
Nascido em Reggiolo, uma comunidade no norte da Itália com cerca de nove mil habitantes, Ancelotti ajudava a família na agricultura quando pequeno.
O futebol mudou seu rumo: como meio-campista, estreou aos 18 anos no Parma, foi transferido para a Roma (onde venceu o Campeonato Italiano) e encerrou a carreira de atleta no Milan em 1992, acumulando taças da Champions League e do Mundial de Clubes.
Logo após a aposentadoria dos gramados, iniciou os trabalhos como técnico.
2. Ancelotti em uma final de Copa do Mundo contra o Brasil
A edição de 2026 marca a estreia de Ancelotti como treinador principal em um Mundial, mas esta não é sua primeira vez no torneio.
Em 1994, com 35 anos, ele era o auxiliar técnico de Arrigo Sacchi no comando da seleção italiana. A Itália chegou até a final, mas foi derrotada nos pênaltis pelo Brasil.
3. Fluência além dos gramados
Com passagens por diversos países europeus, o treinador adquiriu o hábito de aprender a língua local para facilitar a convivência com as equipes e a imprensa. No Brasil não foi diferente: fez um curso intensivo de português antes de assumir a Seleção e aprendeu até mesmo a cantar o hino nacional.
Além do português, ele fala fluentemente italiano, espanhol, inglês e francês, e ainda se arrisca no alemão.
4. De treinador a autor de livros
Longe dos treinos, Ancelotti atua como escritor e já publicou quatro livros. Começou com a autobiografia “Prefiro a Taça” (2009).
Depois, com “Minha Árvore de Natal” (2013), passou pela análise tática e detalhou esquemas usados em suas equipes.
Em “Liderança Tranquila” (2016), explica seus métodos não autoritários para lidar com equipes repletas de estrelas.
Mais recentemente, lançou “O Sonho” (2025), obra sobre sua relação com a Champions League.
5. Recordista das principais ligas europeias
Depois de iniciar a carreira como técnico no Reggiana e no Parma, Ancelotti construiu uma trajetória vitoriosa no comando de alguns dos maiores clubes da Europa, como Juventus, Milan, Chelsea, PSG, Bayern de Munique, Napoli e Everton.
Esse histórico fez dele o único treinador a vencer as cinco principais ligas nacionais da Europa: Itália, França, Inglaterra, Alemanha e Espanha.
Nos torneios continentais, ele é o técnico com mais partidas na história da Champions League e o único a conquistar a competição cinco vezes à beira do campo.
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Da Copa do Mundo aos Negócios: Como Construir Times Vencedores, Segundo CEOs

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
No último jogo do Brasil na Copa do Mundo, contra o Japão, muito se opinava sobre quem deveria entrar ou sair de campo para garantir a classificação da seleção para as oitavas.
As decisões do italiano Carlo Ancelotti, que à primeira vista pareciam não fazer sentido, se mostraram acertadas. Primeiro, manter Casemiro, já com um cartão amarelo, no segundo tempo da partida – o mesmo jogador que empatou o jogo. Depois, colocar Gabriel Martinelli, que acabou se tornando o herói da partida ao marcar o gol da vitória por 2 a 1.
O técnico demonstrou conhecer profundamente seus jogadores e orquestrar seus talentos para garantir o sucesso em campo. “Hoje, eu aposto muito mais no Ancelotti e na capacidade dele de desenhar uma estratégia resiliente do que em talentos individuais da Seleção”, afirma Dennis Herszkowicz, CEO da TOTVS. O maior evento esportivo do planeta é também um laboratório de liderança, gestão de talentos e tomada de decisão sob pressão.
Enquanto torcem pela seleção brasileira, CEOs refletem sobre as chances do Brasil, o perfil de liderança de Ancelotti e as lições para construir equipes de alta performance, seja para vencer em campo ou no mundo dos negócios.
Para Ricardo Basaglia, CEO do Page Group, apenas o peso da camisa não garante vitória. “Olho a seleção brasileira com muito carinho, mas com realismo”, diz. “É um ponto que se conecta com o mundo corporativo: muitas vezes a gente confunde marca e história com a capacidade atual. Vejo que muitas empresas se apresentam como líderes de mercado, com aquela reputação que construiu dez anos atrás, enquanto os números de hoje contam outra história”.
“Eu nunca apostaria apenas em talento; organização e consistência costumam decidir”, afirma Ricardo Barbara, VP e general manager na América Latina da multinacional irlandesa Glanbia Performance Nutrition.
Mari Pinudo, country manager da Adobe, não deixa de sofrer (e de torcer) pela Seleção, assim como Rafaela Rezende, CEO da Decolar: “Como Brasileira, colocar outro país como favorito é nascer derrotada”.

O apoio vem até mesmo do italiano Alberto Ceresa, country manager do Canva Brasil – para quem o tema é delicado, já que seu time ficou de fora da competição. “É a hora de o Brasil voltar ao topo”, diz.
A seguir, os executivos dizem o que é preciso para construir equipes vencedoras, dentro e fora de campo:
Da Copa do Mundo aos negócios: lições de liderança de CEOs
1. Coletivo acima do individual e ego de lado
No esporte e no mundo corporativo, o resultado do time deve se sobrepor aos interesses individuais. “Os melhores resultados que já vivi vieram de equipes em que as pessoas colocavam o resultado coletivo acima do individual. Talento ganha jogos. Cultura consistente ganha campeonatos”, afirma Barbara.
Isso exige desapego, como lembra Rezende: “Desapegar do ego é fundamental, pois escolher a melhor ideia pode significar escolher a ideia do outro, não a sua”. Ceresa resume o impacto da falta de conjunto: “Você é tão bom quanto o pior dos seus 11. Vimos muitas vezes que times com apenas um ou dois jogadores muito bons não funcionam”.
2. O poder da complementariedade
Ninguém vence sozinho, e um time não se faz apenas de estrelas. “Performance é menos sobre a soma dos talentos individuais e mais sobre a combinação certa”, afirma Basaglia. “O time forte é o que tem menos gente disputando a mesma bola. O melhor jogador, mais do que o cara mais brilhante e talentoso, é o que faz exatamente aquilo que ninguém está fazendo, é o que chega para completar o time.”
Mari Pinudo exemplifica: “Até mesmo o Romário, quando era o herói, tinha um time que colocava a bola no pé dele.”

3. Autonomia e a liderança vulnerável
Para o CEO da TOTVS, líderes não podem estar em todos os lugares ao mesmo tempo. “Um time se torna imbatível quando os profissionais são altamente qualificados, confiam uns nos outros e têm autonomia para tomar decisões rápidas quando o cenário muda”, diz.
Criar esse ambiente exige uma postura mais humana da gestão. “Um líder que seja vulnerável: ouve, assume erros, reconhece que não tem sempre todas as respostas e convida para a construção coletiva”, diz Rezende.
4. Inovação e estratégia orientada por dados
No futebol e nos negócios, a inovação nasce de método. “Falta à Seleção um alinhamento de papéis mais rígido e uma cultura em que a técnica seja tão valorizada quanto o drible”, afirma o CEO da TOTVS. “Inovar no futebol é compreender seus pontos fortes e fracos, criando novos caminhos táticos para potencializar o que temos de melhor e mitigar as vulnerabilidades”.
Nesse sentido, a intuição dá lugar aos dados. Inspirada pelo filme “O Homem que Mudou o Jogo”, estrelado por Brad Pitt, Mari Pinudo lembra que testar hipóteses guiadas por informações permite encontrar o formato ideal para cada desafio. “Temos muitas informações hoje, como nunca tivemos antes. Podemos pegar esses dados, testar hipóteses e transformar em resultado.”
5. Resiliência no caos
Um plano perfeito só sobrevive até o primeiro imprevisto. “Quem ganha a Copa é quem consegue transformar bons jogadores em um time que sabe o que fazer quando o jogo sai do plano”, diz Basaglia. “A consistência, aliada à capacidade de execução sob pressão extrema, é o que vira o jogo”, afirma Herszkowicz, da TOTVS.
Para se manter competitivo, a mudança não pode esperar a derrota chegar. “Você renova enquanto ainda está ganhando. Não acredito nessa história de ‘time que está ganhando não se mexe’. Quem espera começar a perder para mexer normalmente está mexendo tarde demais”, opina o CEO do Page Group.

O fenômeno Carlo Ancelotti
Para os executivos, o técnico da Seleção Brasileira tem demonstrado habilidade em orquestrar os talentos do time. Segundo Basaglia, essa é a grande virtude de Ancelotti, que já treinou diferentes perfis e é o maior vencedor da história da Champions League, com cinco títulos conquistados como treinador. “Ele parece não ser aquela pessoa que parte da ideia de tentar encaixar todo mundo no mesmo molde. Consegue entender muito bem o talento de cada um, adapta o método e cria um ambiente em que os jogadores conseguem render sem o treinador virar o protagonista.”
Ricardo Barbara corrobora: “O que mais admiro no Ancelotti é a capacidade de adaptar seu estilo às pessoas sem abrir mão dos resultados. Ele liderou diferentes gerações e grandes estrelas porque conquistou respeito antes de exigir desempenho. Tento fazer o mesmo”.
Os executivos dizem o que compartilham com o estilo de gestão do italiano. Para Herszkowicz, é o pragmatismo. “O Ancelotti é um exemplo de gestor que atua focado na realidade da execução”, diz. “Ser um líder significa entender de gerenciamento de riscos e saber exatamente como extrair a máxima eficiência do ecossistema que você tem nas mãos”.
Rezende também acredita que liderar é potencializar os talentos com foco no coletivo. “E valorizar a autonomia com responsabilidade, delegando ao mesmo tempo em que estabelece metas claras, é orientado para resultados.”
Basaglia chama a atenção para a necessidade de uma liderança também no gramado. “O Ancelotti trouxe uma serenidade de fora, o que ajuda, mas é fundamental que a gente tenha essa liderança também dentro do campo, aquela voz que segura o time quando a coisa aperta. Você pode trazer o melhor executivo do mundo para a cadeira principal, mas se faltar essa camada do meio, o resultado não vem”, alerta o CEO do Page Group.
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Confira o Olhar Digital News na íntegra (06/07/2026)

























