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Política

Alerj aprova calamidade pública em Campos, SFI e outras cidades da região

Colunista Noel Junior

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A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, na noite desta quinta-feira (30), a decretação de calamidade pública em Campos, São Francisco de Itabapoana e outros seis municípios do Norte e Noroeste Fluminense.

Anteriormente, a Alerj já havia aprovado outro projeto que incluiu 66 cidades no estado de calamidade pública. Agora, 81 dos 92 municípios do Rio de Janeiro estão na lista.

Além de Campos e SFI, também foi reconhecida a calamidade em Aperibé, Búzios, Araruama, Bom Jardim, Cambuci, Carapebus, Quatis, Rio das Ostras, Santo Antonio de Pádua, São Francisco de Itabapoana, São João de Meriti, São José de Ubá, Sumidouro e Varre-Sai.

De acordo com os dados epidemiológicos dos municípios, apenas Varre-Sai não possui casos confirmados da doença entre os municípios da região.

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Ao decretar calamidade pública, no dia 20 de abril, o prefeito de Campos Rafael Diniz (Cidadania) também enviou o projeto para aprovação na Câmara de Vereadores. Na ocasião, Rafael disse que o município enfrenta a maior crise financeira da história em decorrência do novo coronavírus.

“Decretamos estado de calamidade em Campos por causa do coronavirus. Não é segredo para ninguém a dificuldade financeira que Campos já vem enfrentando, mas, com o agravamento da crise, decretamos estado de calamidade pública”, disse o prefeito.

Na última quinta-feira (30), Rafael também prorrogou o fechamento do comércio não essencial até o dia 11 de maio. Após reunião com integrantes do setor, o prefeito disse que só poderia haver qualquer flexibilização nas medidas após a conclusão das obras do hospital de campanha por parte do Governo do Estado, o que está previsto para acontecer em maio.

A inclusão no projeto dependia da decretação da calamidade no município, com o envio desta publicação com suas respectivas justificativas para a Alerj por parte das prefeituras. O projeto, votado nesta quinta, contempla os municípios que enviaram a documentação depois do prazo inicial estabelecido pela Mesa Diretora da Casa.

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De acordo com a proposta, a calamidade vale até o mês de setembro deste ano e pode ser prorrogada por decreto municipal, com prazo máximo de duração até o dia 31 de dezembro.

Como explicou o presidente da Alerj, André Ceciliano, o reconhecimento do estado de calamidade permite que as prefeituras agilizem procedimentos sem cumprir, temporariamente, determinações da Lei de Responsabilidade Fiscal, como por exemplo limite de despesas com pessoal. A regra define que o estado de calamidade decretado pelos municípios precisa da homologação do Legislativo Estadual.

— Com a implementação do isolamento social, o inevitável aumento dos gastos com saúde e equipamentos de proteção e tratamento ao coronavírus, além da previsão de uma crise financeira de efeitos ainda incertos, a calamidade pública tornou-se a única saída para estes municípios — completou. Fonte: Folha da Manhã

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Política

Serra recebe “Encontrão-Obrigado, Casão” na próxima quinta(26) e marca transição no governo do ES

Redação Informe ES

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A cidade da Serra será palco, na próxima quinta-feira (26), de um dos principais movimentos políticos recentes do Espírito Santo. O evento, intitulado “Encontrão – Obrigado, Casão”, acontecerá a partir das 18h30, na Chácara Flora, localizada na rodovia S-010, reunindo importantes lideranças estaduais e municipais.

Estão confirmadas as presenças do prefeito Weverson Meirelles (PDT), do ex-prefeito Sérgio Vidigal (PDT), do governador Renato Casagrande (PSB) e do vice-governador Ricardo Ferraço (MDB).

O encontro tem como principal objetivo expressar gratidão ao governador Renato Casagrande pelos investimentos realizados no município da Serra ao longo de sua gestão. Considerada uma das cidades que mais receberam recursos estaduais, a Serra foi contemplada com obras e ações relevantes nas áreas de infraestrutura, saúde e desenvolvimento urbano.

Além do reconhecimento institucional, o evento também ganha peso político por marcar o início de uma transição no comando do Estado. A partir do dia 2 de abril, Renato Casagrande deixará o cargo para disputar uma vaga no Senado Federal, abrindo espaço para que o vice-governador Ricardo Ferraço assuma o governo do Espírito Santo.

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Nos bastidores, o “Encontrão” é interpretado como uma demonstração de força e alinhamento político. Lideranças serranas devem reforçar apoio tanto ao projeto de Casagrande ao Senado quanto à futura candidatura de Ricardo Ferraço ao governo estadual nas eleições de outubro, consolidando uma frente política com base na continuidade administrativa e no legado de investimentos no município.

A expectativa é de grande público e forte mobilização política, transformando o evento em um marco estratégico no cenário eleitoral capixaba de 2026.

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Política

Serginho Vidigal se filia ao Podemos: “quero construir minha identidade própria na política”

Redação Informe ES

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Após período de intensas movimentações nos bastidores da política capixaba, o médico Sergio Vidigal Jr., o Serginho Vidigal, oficializou nesta sexta-feira (20) sua filiação ao partido Podemos, em evento realizado em um hotel de Vitória. A movimentação consolida de vez sua entrada na corrida pré-eleitoral por uma cadeira na Câmara dos Deputados.

A definição coloca fim a uma das maiores expectativas do cenário político da Serra, já que o nome de Serginho vinha sendo tratado como peça-chave nas articulações eleitorais, com forte potencial de desempenho nas urnas.

Em publicação nas redes sociais, o médico destacou o novo momento político:

“Mais um passo na minha caminhada, agora no Podemos, com a mesma essência, os mesmos valores e a mesma disposição de sempre para trabalhar e servir”.

Serginho Vidigal, Sérgio Vidigal e Gilson Daniel (presidente do Podemos no ES)

Mudança partidária: PDT pelo Podemos

Apesar da mudança partidária, Serginho reforça a continuidade de sua base política. Ele foi historicamente ligado ao Partido Democrático Trabalhista (PDT), legenda pela qual seus pais, o ex-deputado e ex-prefeito Sérgio Vidigal e a ex-deputada Sueli Vidigal, construíram uma trajetória consolidada ao longo de mais de quatro décadas. Nos bastidores, a avaliação é de que a troca de partido não representa ruptura, mas sim reposicionamento estratégico.

Disputa por vaga em Brasília

No Podemos, Serginho passa a compor um grupo competitivo que disputará vagas na Câmara Federal. Entre os nomes já confirmados estão Alessandro Broedel, Capitã Estéfane, Lauriete, Philipe Lemos e Gilson Daniel, presidente estadual da sigla.

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Partido alinhado com projeto de Renato Casagrande

A escolha pelo novo partido também atende a uma estratégia mais ampla do grupo político ligado à família Vidigal no Espírito Santo. A movimentação está alinhada ao projeto eleitoral do governador Renato Casagrande (PSB) que tem como uma de suas prioridades a eleição do vice-governador Ricardo Ferraço (MDB), reforçando a construção de alianças visando o próximo pleito.

Nos bastidores, a ida de Sérgio Vidigal Jr para o Podemos contou com ampla articulação e influência direta do Palácio Anchieta, evidenciando a relevância política por trás da decisão.

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Política

Eleições 2026: Ferraço lidera todos os cenários e tem a menor rejeição na disputa pelo Governo do Espírito Santo

Redação Informe ES

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O vice-governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço, aparece como o principal nome na corrida pelo Governo do Estado nas eleições deste ano. Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (16/03) pelo instituto Real Time Big mostra que Ferraço lidera os cenários mais completos da disputa e também apresenta o menor índice de rejeição entre os pré-candidatos avaliados, consolidando-se como um dos nomes mais competitivos para a sucessão do governador Renato Casagrande.

O levantamento, registrado sob o número TSE/ES-06722/2026, ouviu 2.000 eleitores em todo o estado entre os dias 13 e 14 de março.

Primeiro cenário estimulado

No primeiro cenário testado pelo instituto, que apresenta três candidatos, Ricardo Ferraço aparece empatado tecnicamente na liderança com o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini.

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Os números são:

  • Ricardo Ferraço: 35%
  • Lorenzo Pazolini: 35%
  • Helder Salomão: 8%
  • Branco/Nulo: 11%
  • Não sabe/Não respondeu: 11%

Segundo cenário estimulado

No segundo cenário, com mais nomes incluídos na disputa, Ricardo Ferraço aparece isolado na liderança.

  • Ricardo Ferraço: 33%
  • Lorenzo Pazolini: 27%
  • Magno Malta: 15%
  • Helder Salomão: 8%
  • Branco/Nulo: 8%
  • Não sabe/Não respondeu: 9%

Terceiro cenário estimulado

No terceiro cenário, o instituto substituiu o nome de Pazolini pelo do prefeito de Vila Velha, Arnaldinho Borgo. Mesmo com a mudança, Ferraço mantém a liderança.

  • Ricardo Ferraço: 34%
  • Arnaldinho Borgo: 23%
  • Magno Malta: 17%
  • Helder Salomão: 8%
  • Branco/Nulo: 8%
  • Não sabe/Não respondeu: 10%

Menor rejeição entre os concorrentes

Além da liderança nas intenções de voto, Ricardo Ferraço também aparece como o candidato com menor índice de rejeição entre os nomes testados.

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A pesquisa perguntou aos entrevistados em quem eles não votariam de jeito nenhum para governador do Espírito Santo. Os resultados foram:

  • Magno Malta: 48%
  • Helder Salomão: 42%
  • Lorenzo Pazolini: 34%
  • Arnaldinho Borgo: 33%
  • Ricardo Ferraço: 27%

Além disso:

  • Poderia votar em todos: 3%
  • Não sabe/Não respondeu: 6%

Metodologia

A pesquisa Real Time Big ouviu 2.000 eleitores em todo o Espírito Santo, entre os dias 13 e 14 de março de 2026.

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Com liderança nos cenários mais completos da disputa e o menor índice de rejeição entre os principais concorrentes, Ricardo Ferraço surge, neste momento, como um dos nomes mais fortes na corrida pelo Governo do Espírito Santo.

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Foto: Divulgação

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