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5 coisas que fazem a pílula do dia seguinte falhar

A pílula do dia seguinte é um método contraceptivo de emergência bastante conhecido e utilizado em situações específicas, como quando há falha do método habitual ou ausência de proteção durante a relação sexual. Apesar da popularidade, ainda existem muitas dúvidas sobre como ela funciona, em quais casos realmente é eficaz e quais fatores podem comprometer seu efeito.
Ao contrário do que muita gente acredita, a pílula do dia seguinte não garante proteção absoluta contra uma gravidez. Sua eficácia depende de uma série de condições, incluindo o momento da ingestão, o organismo da pessoa e até interações com outros medicamentos. Quando esses fatores não são considerados, o risco de falha aumenta de forma significativa.
Por isso, entender o que pode fazer a pílula do dia seguinte falhar é fundamental para tomar decisões mais conscientes sobre saúde reprodutiva. Veja na matéria abaixo como esse método funciona e as principais situações que podem reduzir sua eficácia.

5 coisas que fazem a pílula do dia seguinte falhar
A pílula do dia seguinte é um contraceptivo de emergência indicado para uso ocasional, não devendo substituir métodos regulares como pílulas anticoncepcionais, preservativos ou DIU. Ela atua principalmente atrasando ou impedindo a ovulação, o que reduz a chance de fecundação quando tomada dentro do prazo recomendado após a relação sexual.
Apesar de ser uma opção importante em situações emergenciais, seu uso frequente não é recomendado. Além de apresentar menor eficácia em comparação a métodos contínuos, a pílula pode causar efeitos colaterais e não protege contra infecções sexualmente transmissíveis.
Tomar a pílula fora do tempo recomendado

O tempo entre a relação sexual e a ingestão da pílula do dia seguinte é um dos fatores mais importantes para sua eficácia. Quanto mais cedo o medicamento é tomado, maiores são as chances de evitar a gravidez. Após o prazo indicado, o efeito contraceptivo diminui consideravelmente.
Se a ovulação já tiver ocorrido, a pílula não consegue impedir a fecundação. Por isso, atrasar a ingestão, mesmo que por algumas horas além do limite recomendado, pode reduzir significativamente a proteção esperada.
Uso de medicamentos que interferem na absorção

Alguns medicamentos podem interferir na ação da pílula do dia seguinte, reduzindo sua eficácia. Anticonvulsivantes, certos antibióticos, remédios para tuberculose e tratamentos à base de ervas, como a erva-de-são-joão, são exemplos conhecidos dessa interação.
Essas substâncias podem acelerar o metabolismo do hormônio presente na pílula, fazendo com que ele seja eliminado mais rapidamente pelo organismo. Nesses casos, o efeito contraceptivo pode não ser suficiente para impedir a gravidez.
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Vômitos ou diarreia após a ingestão

Vômitos ou episódios de diarreia intensa nas horas seguintes à ingestão da pílula podem comprometer a absorção do medicamento. Se o corpo não conseguir absorver adequadamente o hormônio, a eficácia da pílula diminui.
Essa situação é especialmente relevante quando os sintomas ocorrem pouco tempo após a ingestão. Nesses casos, é importante buscar orientação médica para avaliar a necessidade de uma nova dose ou de outro método de emergência.
Uso frequente da pílula do dia seguinte

A pílula do dia seguinte não foi desenvolvida para uso contínuo ou frequente. Utilizá-la repetidamente ao longo de um curto período pode desregular o ciclo menstrual e dificultar a previsão da ovulação.
Além disso, o uso frequente não aumenta a eficácia e pode, ao contrário, tornar o método menos confiável ao longo do tempo. Por isso, ela deve ser encarada apenas como uma solução emergencial, e não como método contraceptivo principal.
Peso corporal elevado

Estudos indicam que o peso corporal pode influenciar a eficácia da pílula do dia seguinte. Em pessoas com peso mais elevado, a concentração do hormônio no organismo pode ser menor, o que reduz a capacidade do medicamento de impedir a ovulação.
Nesses casos, a falha não é garantida, mas o risco é maior em comparação a pessoas com peso mais baixo. Por isso, profissionais de saúde costumam orientar sobre métodos alternativos de emergência, como o DIU de cobre, quando apropriado.
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Ford entra na onda da IA e anima Wall Street

A Ford, tradicional montadora estadunidense fundada há 122 anos, tornou-se a mais recente empresa da chamada “velha economia” a ser impulsionada pelo avanço da inteligência artificial (IA).
As ações da companhia dispararam 21% em apenas dois dias na semana passada, após o anúncio do lançamento de uma nova divisão de armazenamento de energia voltada ao fornecimento de grandes baterias para hyperscalers de IA e data centers.
Na segunda-feira seguinte ao anúncio, a empresa informou ter fechado seu primeiro contrato: um acordo de cinco anos com a EDF para fornecer até 20 GWh de energia.
O movimento despertou entusiasmo em Wall Street diante da possibilidade de uma fabricante tradicional, historicamente associada a crescimento lento e margens reduzidas, passar a atuar em um segmento ligado à IA caracterizado por forte expansão e rentabilidade mais elevada.
Ford entra em mercado em expansão
- Segundo estimativas da Bloomberg NEF citadas no texto, a demanda por armazenamento de energia nos Estados Unidos deve dobrar até 2030;
- Além da Ford, outras companhias industriais vêm registrando novas oportunidades de crescimento impulsionadas pela expansão do ecossistema de IA, incluindo Caterpillar, Johnson Controls e Corning;
- O forte interesse dos investidores ganhou impulso após um relatório publicado em 13 de maio por Andrew Percoco, analista do Morgan Stanley. No documento, ele avaliou o novo negócio de energia da Ford em US$ 10 bilhões (R$ 50,2 bilhões) e previu a possibilidade de contratos com “grandes clientes comerciais e potencialmente hyperscalers”;
- No dia seguinte, o CEO da Ford, Jim Farley, reforçou o otimismo durante a assembleia anual de acionistas da companhia ao afirmar: “Temos visto um interesse tremendo dos clientes”.

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A entrada da Ford nesse segmento ocorreu de forma indireta após o desempenho abaixo do esperado do mercado de veículos elétricos nos Estados Unidos. A montadora havia firmado parceria com a fabricante chinesa de baterias Contemporary Amperex Technology (CATL) para fornecer baterias destinadas a veículos elétricos.
A tecnologia da CATL continuará sendo utilizada em uma picape elétrica de US$ 30 mil (R$ 150,5 mil) prevista para o próximo ano. Porém, diante da demanda mais fraca do que o esperado por veículos elétricos no mercado estaduniense, a Ford precisou redirecionar sua estratégia, passando a utilizar a tecnologia da empresa chinesa também em grandes baterias de armazenamento energético.
Ainda não está claro como o novo negócio evoluirá nos próximos anos. Após a forte alta registrada na semana passada, as ações da Ford devolveram parte dos ganhos.
Mesmo assim, o BNP Paribas estima que, caso o investimento de US$ 2 bilhões (R$ 10 bilhões) da Ford no novo segmento seja bem-sucedido, a operação poderá gerar retorno de 22% até o fim da década. Retornos de dois dígitos seriam algo incomum para uma montadora tradicional de Detroit (EUA).
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SpaceX: documento de IPO revela receita de R$ 23,5 bi no 1º trimestre

A SpaceX registrou receita de US$ 4,7 bilhões (R$ 23,5 bilhões) no primeiro trimestre, de acordo com documentos de IPO divulgados pela empresa de exploração espacial de Elon Musk e vistos pelo The New York Times.
Os documentos também revelaram que a companhia carrega uma dívida total de US$ 29 bilhões (R$ 145,3 bilhões), refletindo os investimentos massivos em projetos de tecnologia espacial.
SpaceX: investimento bilionário no projeto Starship
- A SpaceX investiu mais de US$ 15 bilhões (R$ 75,2 bilhões) especificamente no desenvolvimento do Starship, seu foguete de próxima geração projetado para missões interplanetárias e transporte de cargas pesadas;
- O Starship representa uma das principais apostas tecnológicas da empresa para expandir suas capacidades de transporte espacial e viabilizar missões de longa distância, incluindo eventual colonização de Marte.
A receita da empresa em 2025 foi de US$ 18,7 bilhões (R$ 93,7 bilhões), aumento de 33% ante 2024. Contudo, a empresa perdeu mais de US$ 4,9 bilhões (R$ 24,5 bilhões) no ano passado, ante lucro de US$ 791 milhões (R$ 4 bilhões) em 2024.

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Os investimentos de capital quase dobraram para US$ 20,7 bilhões (R$ 103,8 bilhões) devido aos altos gastos com o desenvolvimento de IA (a empresa se fundiu com a xAI no início do ano). Nos primeiros três meses deste ano, a SpaceX perdeu quase tanto dinheiro quanto perdeu em 2025 inteiro, com prejuízo de US$ 4,3 bilhões (R$ 21,5 bilhões).
O negócio mais lucrativo da SpaceX é a Starlink, internet via satélite, que contava com 10,3 milhões de assinantes no final de março, o dobro em relação ao ano anterior. No ano passado, a Starlink obteve receita operacional de cerca de US$ 4,4 bilhões (R$ 22 bilhões), também mais que o dobro do ano anterior.
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Laboratórios recolhem remédios após identificar problemas; saiba quais

Duas farmacêuticas anunciaram, nesta segunda-feira (18), o recolhimento voluntário de remédios após identificarem problemas relacionados à produção dos produtos. As ocorrências foram comunicadas à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e as suspensões de comercialização, distribuição e uso foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU).
Quais remédios foram retirados de circulação?
- A Cimed informou suspeitar de uma troca de cartuchos entre medicamentos usados no controle do colesterol;
- Segundo a empresa, pacientes que acreditam estar tomando atorvastatina cálcica 40 mg podem, na prática, estar consumindo rosuvastatina cálcica 20 mg;
- Foram recolhidos os lotes 2408006 da atorvastatina cálcica 40 mg e 2408078 da rosuvastatina cálcica 20 mg;
- Os dois medicamentos são utilizados para reduzir os níveis de colesterol LDL, conhecido como colesterol ruim, e triglicerídeos no sangue. Também contribuem para elevar o HDL, chamado de colesterol bom, e são prescritos para prevenir doenças cardiovasculares, como infartos e AVCs;
- Embora as duas substâncias pertençam à mesma classe de medicamentos, as estatinas, elas possuem doses e indicações diferentes de acordo com o perfil de cada paciente.
A troca pode representar risco porque cada medicamento é prescrito de forma individualizada. A dose adequada depende do histórico clínico do paciente, de outros medicamentos utilizados e do nível de colesterol que precisa ser controlado.

- Já a Hypofarma anunciou o recolhimento do lote 25091566 do fosfato dissódico de dexametasona 4 mg/ml, um corticoide injetável comercializado em caixas com 50 ampolas;
- De acordo com a empresa, foi identificada turvação da solução quando o medicamento é diluído em associação a determinados outros remédios;
- A Hypofarma afirmou que o recolhimento está restrito ao lote mencionado e que acompanha o caso junto às autoridades sanitárias.
O fosfato dissódico de dexametasona é um corticoide sintético utilizado no tratamento de condições inflamatórias severas, distúrbios alérgicos e doenças autoimunes. O medicamento também é indicado para casos de edema, incluindo edema cerebral em algumas condições neurológicas, além de distúrbios endócrinos.
Em nota, a Hypofarma afirmou que “a medida demonstra o compromisso histórico da empresa com a segurança dos pacientes, a transparência de seus processos e o rigor dos controles de qualidade”.
As empresas orientam consumidores que tenham adquirido qualquer um dos medicamentos afetados a interromper o uso e entrar em contato com os serviços de atendimento ao consumidor (SAC) para obter informações sobre o recolhimento e a devolução dos produtos.
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