Tecnologia
Android 17 Beta 1 chega a dispositivos Pixel após atraso

O Google começou a liberar o Android 17 Beta 1 para aparelhos Pixel um dia após um adiamento cuja causa não foi explicada pela empresa.
A nova versão está sendo distribuída com o código CP21.260116.011 e marca a estreia pública do próximo grande sistema operacional móvel da companhia em formato beta, etapa voltada principalmente para testes de APIs e mudanças internas do sistema.
Segundo a empresa, o lançamento ocorre dentro da estratégia do canal contínuo Android Canary, apresentado em junho como um método para testar “builds de ponta” com “APIs pré-lançamento do Android e possíveis mudanças de comportamento futuras”.
O modelo substituiu os antigos Developer Previews e, de acordo com a companhia, oferece três vantagens principais: “acesso mais rápido” a recursos assim que passam por testes internos; “maior estabilidade”, já que testes antecipados resultam em versões beta mais refinadas; e “testes mais fáceis”, pois o canal suporta atualizações Over-the-Air (OTA) sem necessidade de instalação manual e facilita a integração com fluxos de trabalho de integração contínua, além de permitir feedback imediato.
Android 17: foco em apps adaptativos e desempenho
- Um dos pilares do Android 17 é a expansão do suporte a aplicativos adaptativos, projetados para ocupar toda a largura de telas grandes sem barras laterais;
- A opção de exclusão para desenvolvedores, existente no ano passado, foi removida para aplicativos que utilizam o nível de API 37 — exigência que não se aplica a jogos;
- A empresa afirma que usuários esperam que aplicativos funcionem em qualquer formato de tela, seja em multitarefa em tablets, em dispositivos dobráveis ou em ambientes de janelas semelhantes a desktop, com interfaces que preencham o espaço e respeitem a postura do aparelho;
- O sistema também traz melhorias de desempenho, incluindo redução de quadros perdidos, menor custo de CPU na coleta de lixo de memória, otimizações mais agressivas e menor uso de memória para notificações;
- A companhia afirma ainda que a versão beta estreia otimizações adicionais com melhor gerenciamento de recursos, utilizando o que chama de “coleta de lixo geracional”, que remove processos desnecessários da memória com mais frequência e menor consumo de CPU.
Na área multimídia, o Android 17 inclui ferramentas classificadas como de nível profissional. Entre elas, estão transições mais suaves entre modos e usos de câmera para ajudar a “evitar falhas visíveis ou travamentos durante a operação”.
A atualização também apresenta suporte “profissional” ao padrão Versatile Video Coding (VVC), permitindo codificação e decodificação de vídeo mais eficientes, e uma API de gerenciamento de volume que busca “proporcionar uma experiência de audição mais consistente entre aplicativos e hardware”.

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Disponibilidade e dispositivos compatíveis
As imagens do sistema Android 17 Beta 1 estão disponíveis para diversos modelos Pixel, incluindo as linhas Pixel 6, 7, 8, 9 e 10, além de tablet Pixel e o primeiro Pixel Fold. O software também pode ser testado no Android Emulator.
Usuários podem aderir ao programa beta para receber a atualização OTA diretamente no aparelho. Quem está inscrito na versão 16 QPR3 Beta 2.1 precisa sair do programa antes de instalar o novo beta caso queira voltar à versão estável sem apagar dados; caso contrário, a próxima oportunidade para isso será em junho.
Apesar da liberação, não são esperadas grandes mudanças visíveis para o público neste estágio. A própria empresa indica que ainda há um longo caminho até o lançamento final e que mais detalhes sobre recursos devem ser divulgados nos próximos meses. No momento, a versão é considerada mais relevante para desenvolvedores e entusiastas que testam novas funções.
A empresa planeja duas versões do Android 17 em 2026. A primeira, prevista para o segundo trimestre, será a principal e incluirá novas APIs, mudanças de comportamento e atualizações de recursos. Uma segunda atualização menor chegará no fim do ano com alterações adicionais, embora ainda sem detalhes divulgados.
Antes disso, a companhia pretende lançar o Beta 2 em março, contendo APIs finais para que desenvolvedores concluam testes e publiquem atualizações. Eles terão “vários meses” para finalizar o trabalho antes da versão definitiva chegar aos aparelhos Pixel.
Em 2025, a empresa também alterou a forma de atualizar partes abertas do sistema. Em vez de publicações frequentes de código, o Android Open Source Project passou a receber atualizações apenas duas vezes por ano, no segundo e no quarto trimestres, quando novas versões são lançadas. Embora isso dificulte prever novidades futuras, a companhia afirma que o método é mais eficiente.
Por enquanto, o teste do Android 17 permanece restrito a dispositivos Pixel. Outros fabricantes podem liberar versões beta nas próximas semanas, mas, neste momento, trata-se de um evento exclusivo do ecossistema da empresa.
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Artemis 2 é a última missão lunar da NASA sem auxílio do Vale do Silício

Em um desenvolvimento significativo para o programa espacial, a missão Artemis 2 da NASA marcará a última ocasião em que a agência espacial seguirá rumo à Lua sem um envolvimento substancial das empresas tecnológicas do Vale do Silício.
A origem dessa iniciativa lunar remonta ao governo do ex-presidente George W. Bush, que vislumbrava o desenvolvimento de um grande foguete e da espaçonave Orion para retomar as missões tripuladas ao satélite natural. Em 2010, o projeto enfrentou desafios de orçamento, levando à sua redução e à busca por colaboração com organizações privadas para construção de novos foguetes orbitais.
Artemis 2: o papel crucial do Sistema de Lançamento Espacial (SLS)
- O Sistema de Lançamento Espacial, conhecido como SLS, que atualmente transporta um grupo de astronautas rumo à Lua, destaca-se como o foguete operacional mais potente do mundo;
- A segunda vez em que este poderoso veículo espacial é utilizado ocorre durante a missão histórica que estabelece novos recordes de exploração humana no sistema solar;
- A decisão de apoiar empresas privadas culminou em um contrato vital para a SpaceX, além de propulsionar um fluxo significativo de investimentos em tecnologia espacial;
- O desenvolvimento de um veículo para transporte humano na superfície lunar ficou a cargo de firmas emergentes no setor aeronáutico.
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Em 2019, enquanto a NASA reafirmava o compromisso com o SLS e a Orion, as atenções voltavam-se para as iniciativas de pouso lunar. A SpaceX, utilizando o foguete Starship, e a Blue Origin, fundada por Jeff Bezos, protagonizariam a competição para garantir os primeiros passos de humanos na Lua novamente.
O contrato para utilizar o Starship da SpaceX como módulo de pouso gerou debates, principalmente em função do método complexo que envolve múltiplos lançamentos para abastecer o foguete com combustível suficiente para a viagem à Lua.
A recente reestruturação do programa lunar, liderada pelo administrador da NASA, Jared Isaacman, visa alinhar o projeto com uma nova geração de empresas espaciais. Essa mudança de direção significou o cancelamento de planos anteriores vistos como dispendiosos e de motivação política, reforçando o compromisso com as inovações do setor privado.
A rivalidade em andamento com a China, que busca colocar seus cidadãos na Lua até 2030, adiciona uma dimensão geopolítica à corrida espacial. Enquanto a SpaceX se destaca como modelo a ser seguido por empresas globais, o Vale do Silício terá a oportunidade de reafirmar seu papel na fronteira da tecnologia.
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Dia do Backup: confira dicas de como (e onde) proteger seus arquivos

Nesta terça-feira (31), é lembrado o Dia do Backup, para conscientizar as pessoas dos acidentes que podem acontecer com dados gravados em dispositivos e do cuidado que se deve ter com eles.
Furtos, roubos, problemas no dispositivo de armazenamento e vírus são alguns dos exemplos de coisas que podem fazer você perder seus dados guardados. Por conta disso, é importante e essencial que você mantenha cópias de segurança desses dados rotineiramente, preferencialmente em mais de um lugar.
“No Dia Mundial do Backup, lembramos que proteger dados é proteger o futuro“, afirma Marcelo Rodrigues, country manager da Commvault.
Preços para fazer backup aumentaram
- Em 2026, os usuários enfrentam uma dificuldade a mais para manter suas informações seguras: o aumento dos preços de dispositivos de armazenamento por conta da crise das memórias RAM, escancarada com a maior demanda advinda das empresas de inteligência artificial (IA);
- Com essa maior demanda, as fabricantes visam, agora, investimentos e produção voltados para chips avançados e específicos para IA, usados em data centers, diminuindo a oferta de memórias tradicionais, encarecendo absolutamente tudo;
- Há relatos de SSDs portáteis saindo de cerca de R$ 700 há alguns meses para R$ 2,4 mil, gerando aumento no preço de 238%.
Dicas para fazer um bom backup (e onde fazer)
Hoje em dia, a opção supostamente mais segura, barata e acessível é a nuvem. E, nela, são várias as opções: Google One, Apple iCloud e Microsoft OneDrive são só alguns exemplos para se ter uma ideia.
Para se ter uma ideia, um plano de 2 TB do Google One sai por R$ 49,99 ao mês, ou cerca de R$ 430 ao ano. Já o OneDrive possui planos que chegam a até 6 TB de armazenamento e custam, mensalmente, entre R$ 12 e R$ 60 por mês e entre R$ 119 e R$ 599. Sem contar que outros serviços são disponibilizados, como IAs e o Microsoft Office 365 (no caso do OneDrive).
Os valores anuais chegam próximos de um HD externo mais simples. Além disso, os serviços de armazenamento em nuvem oferecem opções gratuitas, mas com armazenamento inferior (média de 15 GB).
As características do armazenamento em nuvem são a criptografia de ponta a ponta, a imutabilidade dos dados (backups não podem ser alterados ou deletados por agentes maliciosos) e a restauração granular (possibilidade de recuperar certos arquivos ou sistemas inteiros em minutos).
Mas esse serviço também possui seus problemas, pois depende de conexão firme com a internet para garantir o backup completo. Além disso, a depender da quantidade de dados, o tempo para backup pode ser maior, ou, em alguns casos, até dar erro de carregamento.
Um complemento ao backup em nuvem são os discos externos, sendo um SSD, HD e cartões de memória microSD, com opções de armazenamento entre 64 GB a 16 TB.
A título de conhecimento e comparação, com 1 TB (que equivale a 1.000 GB) de armazenamento, é possível salvar cerca de 250 mil músicas, até 60 horas de vídeo e 160 mil fotos, conforme informações das fabricantes.
Windows e macOS, os dois sistemas operacionais mais utilizados em computadores, oferecem ferramentas próprias para realização de backups automáticos, sendo desnecessário o uso de outros recursos que não os dos SOs.

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Preparando o backup
A dica aqui é configurar o backup automático de suas pastas mais utilizadas, como, por exemplo, a área de trabalho, documentos e fotos. Depois, é preciso criar uma rotina para salvamento dos dados tanto no disco externo como na nuvem.
Especialistas recomendam que você tenha ao menos três cópias de seus dados e em dois tipos diferentes de mídia. Uma delas fora do seu dispositivo. Isso reduz os riscos.
Na hora de configurar o backup, prefira a rotina automatizada, que diminui as chances de erro se comparada com a técnica manual.
“A eficiência do backup é definida pela combinação de frequência, tecnologia e relevância dos dados. Empresas e usuários precisam entender o que realmente não pode ser perdido e estruturar a proteção a partir disso”, afirma Everton Freire, Arquiteto de soluções da DMK3.
“Backup bem estruturado não é custo, é garantia. Quando há constância, é possível reduzir significativamente o tempo de indisponibilidade e evitar prejuízos maiores em caso de incidentes”, diz Manoel Neto, analista de suporte da DMK3.
“Mais do que armazenar dados, é preciso adotar uma estratégia contínua de proteção, que envolva boas práticas, monitoramento e testes regulares. Só assim o backup cumpre seu papel em momentos críticos”, ressalta Gilberto Reis, COO da Runtalent.
Opções de armazenamento disponíveis
Para computadores e Macs, são duas as opções de armazenamento: os discos SSD e HD.
A tecnologia SSD é mais recente e se caracteriza por oferecer maior velocidade na transferência de dados (conectam-se ao PC geralmente pela porta USB-C) e menor risco de dano em caso de queda por não ter partes móveis. Em contrapartida, possuem menos capacidade de armazenamento (normalmente, até 4 TB) e são mais caros que os HDs.
Por sua vez, os HDs são uma tecnologia mais antiga e se caracterizam por ter maior capacidade de armazenamento (chegando a até 16 TB, em média), além de serem mais baratos. A contrapartida é a demora maior na transferência de dados (eles costumam utilizar a porta USB 3.0 do PC, mais antiga que a USB-C) e alguns modelos não são portáteis, pois dependem de fonte de alimentação externa.
Para os celulares Android de entrada e intermediários em geral, a opção é o cartão microSD, que possui capacidades entre 16 GB e 512 GB. Vale sempre checar se seu aparelho tem uma entrada para esse tipo de armazenamento e a capacidade máxima de armazenamento permitida.
Lembre-se sempre também de manter seu microSD em um só aparelho para evitar o corrompimento de dados.
Se você tem um Android topo de linha ou um iPhone, a opção pode ser um SSD externo, pois possui a porta USB-C, padrão nos dispositivos atuais. O iPhone permite o backup via computador e possui total integração com o iCloud, que, assim como o Google One e o OneDrive, possui planos de armazenamento gratuitos e pagos.
Abaixo, o Olhar Digital traz algumas das melhores ofertas para SSDs, HDs e cartões microSD.
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A nova série dos criadores de Stranger Things já está disponível na Netflix e todo mundo vai comentar sobre ela

A Netflix acaba de anunciar detalhes sombrios sobre sua nova série de terror, um projeto que promete redefinir o gênero de suspense psicológico. Produzida pelos irmãos Duffer, as mentes por trás de Stranger Things, a trama mergulha em uma paranoia perturbadora durante uma celebração de casamento. Prepare-se para uma experiência visceral que explora os medos mais profundos de um compromisso eterno.
O que esperar da nova série de terror da Netflix?
De acordo com informações divulgadas em primeira mão pelo portal oficial da Netflix, a trama de “Something Very Bad Is Going to Happen” ocorre em um ambiente de isolamento social e pânico. A série marca a expansão da Upside Down Pictures para conteúdos mais sombrios e maduros.
O clima de tensão é construído através de uma direção de arte impecável e atuações que transmitem o desconforto real de estar preso em uma situação sem saída. É um mergulho profundo na mente humana sob pressão extrema, onde cada convidado esconde um segredo letal.
💍 O Casamento: Uma cerimônia idílica que se transforma em um cenário de horror absoluto.
🌑 A Paranoia: A noiva começa a desconfiar das intenções sinistras da família do noivo.
🪓 O Desfecho: Uma luta desesperada pela sobrevivência antes que o sol nasça sobre a mansão.
Quem são os nomes por trás desta produção?
A showrunner Haley Z. Boston assume a liderança criativa, trazendo sua experiência em narrativas de choque e desconforto social para a tela. Ela é conhecida por criar atmosferas que desafiam a percepção do espectador e elevam o nível do horror psicológico.
A participação dos irmãos Duffer como produtores executivos assegura que o projeto mantenha o alto padrão cinematográfico que se espera de uma obra com o selo deles. A colaboração promete entregar uma das experiências mais aterrorizantes da história do streaming.
- Haley Z. Boston: Showrunner e roteirista principal do projeto.
- Irmãos Duffer: Produção executiva através da Upside Down Pictures.
- Gênero: Horror psicológico focado em dinâmicas familiares.
- Plataforma: Exclusividade global da Netflix com lançamento previsto em breve.

Quais os principais detalhes da nova série de terror?
A narrativa explora o conceito de horror nupcial, transformando um momento de felicidade em um campo de batalha psicológico entre a protagonista e a família anfitriã. O isolamento geográfico da mansão serve como um catalisador para o medo constante.
Elementos de suspense clássico são combinados com reviravoltas modernas, mantendo o público em dúvida sobre quem é a verdadeira ameaça até os momentos finais. A cinematografia utiliza sombras para acentuar a paranoia e o sentimento de claustrofobia.
| Elemento de Produção | Detalhes Técnicos |
|---|---|
| Título Original | Something Very Bad Is Going to Happen |
| Empresa Produtora | Upside Down Pictures |
| Foco Narrativo | Paranoia, isolamento e segredos familiares macabros. |
Qual é o enredo principal desta trama macabra?
A história foca em uma noiva que se sente cada vez mais alienada e ameaçada enquanto os preparativos para o casamento revelam segredos sombrios de seus futuros parentes. O roteiro brinca habilmente com a linha tênue entre a paranoia e a realidade objetiva.
Conforme os dias passam, rituais estranhos e comportamentos agressivos sugerem que o casamento é apenas a fachada para algo muito mais sinistro e letal. A sobrevivência se torna o único objetivo real da protagonista em um ambiente hostil e desconhecido.
Por que os fãs de Stranger Things devem assistir?
Embora o tema seja mais maduro e gráfico, a série compartilha a mesma dedicação ao desenvolvimento de personagens e ao mistério envolvente que consagrou a obra anterior dos produtores. O senso de descoberta constante é uma marca registrada aqui também.
A estética visual e o ritmo narrativo são pensados para prender a atenção de quem gosta de maratonar séries intensas e cheias de camadas simbólicas. É uma evolução natural para o público que busca um terror mais sofisticado e visceral na plataforma.
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