Tecnologia
“Minha resposta pessoal é sim”, diz administrador da Nasa sobre vida extraterrestre

Administrador da agência espacial dos Estados Unidos, a Nasa, Bill Nelson, disse que, pessoalmente, acredita na existência de vida extraterrestre. A declaração foi dada durante entrevista coletiva após a divulgação do relatório sobre Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) encomendado pela Nasa na última quinta-feira (14).
“Se acredito que existe vida em um universo tão vasto que é difícil para mim compreender o seu tamanho? Minha resposta pessoal é sim”, disse.
O especialista ressaltou, porém, que, até o momento, não há nenhuma evidência de que OVNIs tenham qualquer relação com vida alienígena inteligente.
O relatório de 33 páginas aponta que a existência de extraterrestres não é uma explicação provável para os objetos estranhos, mas que a busca por respostas definitivas está em andamento.
“Queremos mudar a conversa sobre OVNIs do sensacionalismo para a ciência”, afirmou Nelson.
No caminho para chegar a tais conclusões, o documento sugere que a Nasa pode expandir esforços, usando sua tecnologia, para investigar as ocorrências ainda inexplicadas de maneira científica.
“Recentemente, muitas testemunhas credíveis, muitas vezes aviadores militares, relataram ter visto objetos que não reconheceram no espaço aéreo dos EUA”, diz o relatório. “A maioria desses eventos já foi explicada, mas alguns não podem ser imediatamente identificados como fenômenos conhecidos de origem humana ou natural.”
Diante da tentativa de esclarecer a aparição de corpos estranhos no céu, a Nasa nomeou seu primeiro diretor de pesquisa de OVNIs. Para preservar a segurança do representante, a agência optou por não divulgar seu nome.
*Com informações de Jackie Wattles, da CNN
Tecnologia
SpaceX suspende lançamentos do Falcon 9 após problema em voo

A SpaceX suspendeu, até segunda ordem, todos os lançamentos do foguete Falcon 9. Segundo a empresa, em um lançamento realizado nesta segunda-feira (1º), uma unidade do lançador apresentou uma anomalia técnica em seu segundo estágio após concluir a parte principal da missão, que consistia na implantação de satélites Starlink.
De acordo com comunicado da empresa, a sequência de desorbitação não pôde ser executada conforme o planejado. No entanto, os sistemas de segurança do veículo agiram automaticamente para colocar o estágio superior em um estado seguro e inerte, procedimento padrão conhecido como passivação. Esse processo libera combustíveis residuais e desativa sistemas para evitar qualquer risco de explosão ou a criação de lixo espacial perigoso.
Apesar do contratempo, o objetivo principal da missão foi cumprido com sucesso. Os dois acionamentos anteriores do motor do segundo estágio (MVac) funcionaram perfeitamente, colocando com precisão os 25 satélites Starlink em sua órbita operacional planejada. Todos os satélites já estabeleceram comunicação com as estações em terra e estão operacionais.
Durante o lançamento de hoje do Falcon 9 com satélites Starlink, o segundo estágio apresentou uma condição anômala durante os preparativos para a queima de desorbitação. Em seguida, o veículo agiu conforme projetado e realizou com sucesso a passivação do estágio. As duas primeiras queimas do motor MVac foram normais e implantaram com segurança todos os 25 satélites @Starlink em sua órbita planejada.
SpaceX, via X
Leia mais:
- Satélites da SpaceX estão emitindo um sinal incomum (e talvez proibido)
- SpaceX pode perder contrato bilionário com a NASA para pousar astronautas na Lua
- SpaceX já tem mais de 10 mil satélites Starlink na órbita da Terra
Falcon 9 já realizou centenas de voos
O Falcon 9 já realizou mais de 500 voos desde seu primeiro lançamento, em 2010, tornando-se o foguete mais utilizado da história moderna e a base dos principais lançamentos de satélites da atualidade.

A SpaceX não forneceu detalhes adicionais sobre o incidente, mas a expectativa é de que a pausa nos lançamentos não se prolongue.
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Tecnologia
US$ 100 bilhões da Nvidia na OpenAI: CEO joga um balde de água fria no acordo

Conforme reportado pelo Olhar Digital, a OpenAI estaria em negociações para receber até US$ 100 bilhões em investimentos por parte de big techs como Nvidia, Microsoft e Amazon. No entanto, a gigante dos chips se mantém cautelosa com esse assunto.
Informações do The Wall Street Journal apontaram que o aporte da Nvidia na OpenAI para viabilizar o treinamento de novos modelos de inteligência artificial está estagnado. Segundo fontes próximas ao assunto, o CEO da empresa, Jensen Huang, começou a questionar a viabilidade e a execução da parceria.
Huang finalmente se pronunciou sobre o assunto, em declaração a repórteres em Taipei, capital de Taiwan. De acordo com a Bloomberg, o executivo afirmou que o investimento de US$ 100 bilhões “nunca foi um compromisso” e que a Nvidia está indo com calma.
Nunca foi um compromisso. Eles nos convidaram a investir até US$ 100 bilhões e, claro, ficamos muito felizes e honrados com o convite, mas investiremos um passo de cada vez.
Jensen Huang, CEO da Nvidia, segundo a Bloomberg

Negociação entre Nvidia e OpenAI está esfriando
A Nvidia assinou, em setembro do ano passado, uma carta na qual se mostrava disposta a apoiar financeiramente a OpenAI na expansão de sua infraestrutura de IA. O plano previa a construção de data centers com capacidade mínima de 10 gigawatts (volume equivalente ao pico de consumo elétrico da cidade de Nova York) equipados com chips avançados para o treinamento e a operação de modelos em larga escala.
Apesar do anúncio inicial ambicioso, o projeto enfrenta incertezas. Segundo o WSJ, Huang tem demonstrado preocupação com a capacidade da desenvolvedora de executar projetos dessa magnitude sem comprometer sua sustentabilidade financeira.
O esfriamento das negociações ocorre em um momento sensível para a OpenAI, que se prepara para uma eventual abertura de capital. Além das dúvidas sobre execução, o cenário competitivo também pesa: rivais como Google e Anthropic avançaram com modelos e agentes de IA apoiados por infraestrutura própria ou alternativas aos produtos da Nvidia, o que pressiona tanto a OpenAI quanto a fabricante de chips.
Ainda assim, as empresas seguem interdependentes. A OpenAI é uma das maiores clientes da Nvidia, enquanto a criadora do ChatGPT depende do hardware da companhia para escalar seus sistemas.
Em nota, um porta-voz da OpenAI afirmou que as equipes continuam trabalhando nos detalhes da parceria e que a tecnologia da Nvidia segue central para os próximos produtos. Já a Nvidia reforçou que a colaboração de longo prazo permanece como prioridade, embora o mercado agora observe com cautela se o plano bilionário, de fato, sairá do papel.
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Cidade baiana vira destaque como “Vale do Silício” dos elétricos

A Bahia se posiciona como protagonista na nova era automotiva nacional, atraindo olhares globais para seu potencial industrial. Camaçari retomou seu posto de destaque e hoje é a referência principal na produção de carros elétricos em solo brasileiro. Essa movimentação econômica promete transformar a realidade local e impulsionar a tecnologia sustentável no país.
Qual cidade lidera a produção de carros elétricos?
Camaçari, na região metropolitana de Salvador, assumiu a liderança após a instalação de gigantes asiáticas em seu complexo industrial. De acordo com relatório da ABVE, os investimentos bilionários na antiga fábrica da Ford revitalizaram a economia da região e trouxeram esperança para milhares de trabalhadores.

A infraestrutura robusta da cidade permitiu uma adaptação rápida para as novas linhas de montagem focadas em eletrificação. Além disso, a localização estratégica facilita a logística de distribuição, consolidando o município como o coração da mobilidade verde no Brasil.
O fechamento da fábrica histórica deixou uma lacuna econômica e milhares de desempregados na região.
Anúncio oficial da compra do complexo e início das adaptações para a tecnologia elétrica.
Os primeiros veículos nacionais começam a ser montados, marcando a nova era.
Como a tecnologia impacta a economia local?
A implementação de sistemas avançados de manufatura exige uma mão de obra altamente qualificada e técnica. Portanto, escolas e universidades da região precisaram atualizar seus currículos para atender à demanda por profissionais especializados em mecatrônica e software automotivo.
O setor de serviços também sente o impacto positivo, desde a alimentação até o mercado imobiliário, que volta a aquecer com a chegada de novos moradores. Assim, o dinheiro circula com mais intensidade dentro do município, elevando o padrão de vida da população.

Quais são os benefícios da produção de carros elétricos?
A nacionalização da manufatura reduz drasticamente os custos de importação e logística, o que deve baratear o preço final dos veículos. Contudo, o ganho ambiental é o fator mais relevante, pois a cadeia produtiva local tende a utilizar matrizes energéticas mais limpas que a média global.
Outro ponto crucial é o desenvolvimento de uma cadeia de suprimentos nacional, incluindo baterias e semicondutores. Isso reduz a dependência externa e fortalece a soberania tecnológica do país em um setor estratégico.
| Aspecto | Modelo Importado | Modelo Nacional |
|---|---|---|
| Impostos | Altas taxas de importação | Incentivos fiscais locais |
| Peças | Reposição demorada | Estoque nacional ágil |
| Sustentabilidade | Frete marítimo poluente | Logística interna otimizada |
O que esperar do futuro automotivo no Brasil?
A tendência é que o sucesso de Camaçari inspire outros estados a oferecerem condições atrativas para novas montadoras de veículos sustentáveis. Dessa forma, o Brasil pode deixar de ser apenas um consumidor passivo para se tornar um exportador relevante de tecnologia limpa para a América Latina.
O consumidor final será o maior beneficiado, com acesso a carros mais modernos, eficientes e conectados. Por fim, a infraestrutura de recarga deve crescer exponencialmente para acompanhar a frota, mudando definitivamente a paisagem urbana das nossas cidades.
Leia mais:
- Carro BYD vale a pena? Veja pontos positivos e negativos de adquirir um veículo elétrico da marca.
- Não compre um carro elétrico antes de considerar estes 5 aspectos.
- O futuro é mesmo elétrico? Veja os planos de cada montadora no Brasil.
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