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Economia

Banestes oferece solução de pagamento com Pix para débitos do Detran-ES

Redação Informe ES

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A partir de agora, os capixabas poderão realizar pagamento via Pix para quitar débitos de veículos registrados no Estado. Implantada por meio de uma ação conjunta entre o Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes), o Instituto de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Espírito Santo (Prodest) e o Departamento Estadual de Trânsito do Espírito Santo (Detran-ES), a medida tem como objetivo gerar mais rapidez, segurança e facilidade para o cidadão ao ampliar as opções de pagamento desses débitos.

A solução desenvolvida pelo Banestes proporciona o pagamento de taxas, multas, IPVA, licenciamento, entre outros, de forma fácil e rápida, a qualquer hora do dia, inclusive aos finais de semana ou em feriados, por meio da leitura do QR Code Pix. O pagamento pode ser feito através de qualquer banco ou instituição financeira e já pode ser acessada através da área de Veículos no site do Detran-ES.

A novidade, disponível desde essa quarta-feira (17), permite que veículos com licenciamento atrasado flagrados nas fiscalizações de trânsito possam regularizar sua situação imediatamente, evitando que o automóvel seja retido ou removido para o pátio do Detran|ES. É importante ressaltar que o pagamento imediato não exclui a multa, mas evita cobranças de taxas de remoção e de estadia do veículo.

“A solução traz modernidade, flexibilidade e agilidade na hora de ter o seu veículo regularizado de forma imediata. Para o Banco, a novidade reforça a importância do papel da instituição em facilitar o dia a dia do capixaba”, ressalta o diretor de Meios de Pagamento e Distribuição de Investimentos do Banestes, Marcos Vinicius Nunes Montes.

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Não caia em golpe

Tanto os boletos quanto o QR Code para o pagamento devem ser emitidos diretamente no site www.detran.es.gov.br. O destinatário que aparecerá na transação é ‘Departamento Estadual de Trânsito do Espírito Santo – Bco Banestes S.A.’. Caso apareça um destinatário diferente no QR Code lido, não realize o Pix, já que o pagamento não constará no sistema.

O Banestes e o Detran|ES não enviam o boleto para o endereço do proprietário do veículo, nem cobrança por e-mail ou mensagem de texto para o celular ou WhatsApp.

SAIBA MAIS

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Emissão do boleto

  • Acesse o site oficial do Detran-ES, detran.es.gov.br.
  • Entre no serviço ‘Consulta de Veículos’ ou nos ícones de emissão de boleto disponíveis na área de ‘Veículos’.
  • Informe a placa e o Renavam do veículo.
  • Selecione os débitos que deseja pagar.
  • O DUA virá com as opções de pagamento via Pix e código de barras, e possibilidade de gerar o PDF do boleto:
    1. Em seu aplicativo financeiro, assegure-se de que o pagamento está direcionado ao ‘Departamento Estadual de Trânsito do Espírito Santo – Bco Banestes S.A.’.
    2. Após o pagamento, será exibida a mensagem de confirmação.

    Vale destacar que a compensação só será imediata na opção de pagamento via Pix. Caso o boleto seja quitado utilizando o código de barras, a compensação continuará sendo realizada no horário bancário, a depender da instituição financeira, que pode levar até 48h, além de não haver compensação entre 22h e 5h e dias não úteis (feriados e finais de semana).

    Informações à Imprensa:
    Assessoria de Comunicação do Banestes
    Rafaella Rodrigues
    assessoriadecomunicacao@banestes.com.br

    Economia

    Aumento de etanol na gasolina divide opiniões sobre impacto em carros

    Redação Informe ES

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    Aprovado recentemente pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), o aumento da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina de 30% para 32% (E32) reacendeu o debate sobre os efeitos da medida tanto para o bolso dos consumidores como para o funcionamento dos veículos.

    Contrário à mudança, o Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ação civil pública para suspender a decisão do CNPE até que estudos específicos comprovem a segurança da nova mistura para os motores da frota brasileira.

    Já a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica) afirma que a ampliação da mistura fortalece a segurança energética do país, reduz a dependência de gasolina importada e ajuda a conter preços ao consumidor.

    MPF

    De acordo com o MPF, os estudos que embasaram a nova configuração da gasolina (com 32% de etanol) “não demonstraram, de forma conclusiva, os impactos do E32 sobre durabilidade de componentes, emissões, autonomia e compatibilidade com diferentes tipos de veículos”.

    Na ação, o MPF aponta riscos de corrosão de peças, desgaste de bombas de combustível e falhas em sistemas de injeção eletrônica, especialmente em motocicletas, veículos antigos e modelos importados.

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    Os procuradores argumentam, ainda, que os estudos usados foram elaborados para o E30 e não para validar especificamente a adoção permanente do E32.

    Por fim, o MPF argumenta que faltam estudos sobre impactos ambientais indiretos e pede perícia técnica independente.

    Unica

    Para a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), o aumento do percentual de etanol na gasolina é algo positivo porque favorece a segurança energética do país, além de reduzir a necessidade de importação de gasolina.

    Além disso, acrescenta a Unica, “não há evidências, nos resultados obtidos, de impactos sobre desempenho, dirigibilidade, partida a frio, consumo, emissões ou funcionamento dos veículos em decorrência da adoção do E32”.

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    A entidade lembra que o E32 foi avaliado em estudos coordenados pelo Ministério de Minas e Energia e realizados pelo Instituto Mauá de Tecnologia. Os testes foram feitos em veículos leves e motocicletas movidos a gasolina, fabricados entre 1994 e 2024.

    “Mesmo os veículos mais antigos avaliados não apresentaram impactos em partida, marcha lenta, aceleração ou dirigibilidade com a utilização do E32”, acrescentou ao destacar que não foram identificados “impactos relevantes em desempenho, consumo, dirigibilidade, partidas a frio ou funcionamento dos motores”.

    Além dos aspectos técnicos, a entidade sustenta que o aumento da participação do etanol pode beneficiar os consumidores ao reduzir a dependência de gasolina importada.

    A estimativa é que o país deixe de importar cerca de 800 milhões de litros de gasolina por ano. Segundo a Unica, sem a presença do etanol no mercado nacional, o custo dos combustíveis teria aumentado em R$ 8 bilhões apenas nos últimos três meses.

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    agenciabrasil.ebc

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    Economia

    CNPJ alfanumérico começa a ser emitido nesta sexta

    Redação Informe ES

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    A Receita Federal começa a emitir nesta sexta-feira (31) o novo Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) em formato alfanumérico. A principal mudança é que os novos cadastros poderão combinar letras e números, mantendo o total de 14 caracteres.

    A alteração vale apenas para novos registros. Empresas que já possuem CNPJ não terão o número alterado e não precisarão fazer qualquer atualização cadastral por causa da mudança.

    Segundo a Receita Federal, a adoção do novo modelo, anunciado em outubro de 2024, é necessária para ampliar a quantidade de combinações disponíveis e garantir a continuidade da emissão de CNPJ nos próximos anos.

    O que muda

    Atualmente, todos os CNPJs são formados apenas por números. Com o novo modelo, as inscrições poderão conter letras e números na mesma sequência.

    Mesmo assim, o CNPJ continuará com 14 caracteres. As oito primeiras posições identificarão a empresa, as quatro seguintes indicarão o estabelecimento (como matriz ou filial) e os dois últimos dígitos continuarão sendo numéricos, usados para verificar a autenticidade da inscrição.

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    Na prática, a mudança amplia significativamente o número de combinações possíveis, evitando o esgotamento da numeração disponível.

    Quem será afetado

    A mudança vale apenas para empresas que receberem um novo CNPJ após o início da implantação.

    Quem já possui um CNPJ continuará utilizando exatamente o mesmo número. Não será necessário solicitar novo cadastro, atualizar documentos ou alterar contratos por causa da mudança.

    Além disso, o processo de abertura de empresas permanece o mesmo. A única diferença é que alguns novos CNPJ poderão ser emitidos com letras.

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    Dois formatos

    Durante a transição, os CNPJ numéricos e os alfanuméricos coexistirão. Os dois formatos serão aceitos normalmente por órgãos públicos, bancos, juntas comerciais e demais instituições. Os cadastros atuais continuarão válidos por tempo indeterminado.

    A Receita também informa que nem todos os novos registros passarão imediatamente a receber letras. Como ainda existem milhões de combinações exclusivamente numéricas disponíveis, novos CNPJ apenas com números continuarão sendo emitidos.

    Por que mudar

    Segundo a Receita Federal, cerca de 69 milhões das quase 100 milhões de combinações possíveis do modelo exclusivamente numérico já foram utilizadas.

    Com o crescimento constante da abertura de empresas, foi necessário criar um formato que ofereça muito mais possibilidades de identificação, sem alterar os cadastros já existentes nem interromper serviços públicos.

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    Empresas devem se preparar

    Embora os empresários não precisem alterar seus CNPJ, a Receita recomenda que empresas, bancos, órgãos públicos e desenvolvedores de sistemas atualizem seus programas e cadastros para aceitar inscrições com letras.

    A adaptação é importante para evitar falhas em sistemas de emissão de notas fiscais, cadastros de clientes e fornecedores, contratos, plataformas de pagamento e demais aplicações que atualmente aceitam apenas números no campo destinado ao CNPJ.

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    Economia

    Espírito Santo lidera crescimento da atividade econômica no Brasil, aponta Banco Central

    Redação Informe ES

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    A economia do Espírito Santo segue entre as que mais crescem no País. Dados do Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR), divulgados pelo Banco Central, mostram que o Estado registrou crescimento de 3,9% no acumulado dos últimos 12 meses, o segundo melhor resultado entre os 14 estados acompanhados pela instituição.

    O desempenho capixaba também impulsionou os resultados da Região Sudeste, que apresentou expansão de 1,6% no período, acima da média nacional de 1,4%.

    Na comparação entre maio e abril, o Espírito Santo alcançou o melhor desempenho do Brasil, com crescimento de 4,4%. Na sequência aparecem Goiás (1,1%), Ceará (1,0%), Paraná (0,9%), Santa Catarina (0,8%), Minas Gerais (0,5%), Pernambuco (0,5%), Amazonas (0,1%) e Pará (0,1%).

    À frente do Governo do Estado desde abril, Ricardo Ferraço (MDB) atribui o resultado ao ambiente de estabilidade, planejamento e parceria construído nos últimos anos, período em que também atuou como vice-governador e secretário de Desenvolvimento.

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    “Os dados consolidados pelo Banco Central, mostrando o Espírito Santo entre os líderes de crescimento do Brasil, comprovam que somos o Brasil que dá certo, que estamos no rumo e no ritmo certos. Eles demonstram o quanto estamos avançando na agricultura, no comércio, na indústria, na confiança e na capacidade empreendedora dos capixabas”, afirmou o governador.

    Ricardo destacou ainda que o Espírito Santo vem consolidando um processo de diversificação econômica, reduzindo sua dependência histórica da indústria do petróleo e do gás.

    “A arrecadação derivada do petróleo e do gás já chegou a representar 20% da nossa economia. Hoje, representa cerca de 5%. O Espírito Santo encontrou seu caminho a partir da diversificação, reduzindo a dependência desse setor e fortalecendo novas vocações econômicas. Agora é continuar trabalhando com visão de futuro, planejamento e austeridade. É assim que vamos seguir gerando emprego, oportunidades e desenvolvimento para o nosso povo”, disse.

    Antes de assumir o comando do Executivo estadual, Ricardo também esteve à frente da Secretaria de Desenvolvimento e coordenou, ao lado da equipe de Governo, as ações de enfrentamento aos impactos do chamado “tarifaço” imposto pelos Estados Unidos às exportações brasileiras.

    O Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR) é considerado uma das principais referências para acompanhar o ritmo da economia brasileira e funciona como uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB).

    Por: Léo Júnior – Foto: Cid Costa/GovernoES

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