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Educação

Espírito Santo teve 6,3 mil aprovados no Sisu 2026 

Redação Informe ES

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O estado do Espírito Santo teve 6.392 pessoas aprovadas na chamada regular do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2026. De acordo com levantamento do MEC, o Espírito Santo registrou 71.156 inscrições, considerando que cada candidato pôde escolher até dois cursos. Entre as opções, o curso de bacharelado em Medicina, da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), foi o mais concorrido. O resultado individual do Sisu foi divulgado pelo Ministério da Educação (MEC), na quinta-feira, 29 de janeiro, e está disponível para consulta no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. 

Confira abaixo a lista dos 10 cursos mais concorridos no ES:

Pé-de-Meia Licenciaturas – No total, 492 candidatos foram aprovados em cursos presenciais de licenciatura no Espírito Santo, que possibilita receber bolsas do Pé-de-Meia Licenciaturas. O programa oferta um incentivo financeiro de R$ 1.050, sendo R$ 700 com saque imediato e R$ 350 como poupança, com saque após o ingresso como professor em uma rede pública de ensino. Para participar, o estudante precisa ter obtido nota média igual ou superior a 650 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), ser aprovado, se matricular no curso e se inscrever, posteriormente, no Pé-de-Meia Licenciaturas. 

BRASIL – Ao todo, o processo seletivo do Sisu 2026 teve 271.789 candidatos aprovados, sendo 129.386 na ampla concorrência, 124.064 na modalidade de cotas e 18.339 por meio de ações afirmativas das próprias instituições de educação superior. Com isso, 99,14% das mais de 274 mil vagas ofertadas foram preenchidas na chamada regular. Esta edição é a maior da história do programa em relação ao número de instituições públicas de educação superior participantes — foram 136.

SISU – O Sistema de Seleção Unificada foi instituído pela Portaria Normativa nº 2, de 26 de janeiro de 2010, e atualmente está regulamentado pela Portaria Normativa nº 21, de 5 de novembro de 2012. O Sisu reúne as vagas ofertadas por instituições públicas de educação superior do Brasil que aderiram ao processo seletivo vigente. A maioria das instituições participantes é da rede federal de educação superior, com destaque para universidades e institutos federais.

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Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República 

Educação

Espírito Santo: acesso à internet em escolas da rede pública chega a 97,3%

Redação Informe ES

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O Espírito Santo está muito próximo da universalização do acesso à internet em escolas públicas de ensino básico. Informações divulgadas pelo Censo Escolar 2025 indicam que o estado deu um salto de 30,5 pontos percentuais em dez anos. Em 2015, 66,8% das instituições públicas de ensino infantil, fundamental e médio estavam conectadas à internet no Espírito Santo. Em 2025, o percentual chegou a 97,3%.

Levando em conta apenas as instituições em áreas urbanas, a evolução no Espírito Santo foi de 30% para 99,8% entre 2015 e 2025 (9,8 pontos percentuais). Já nas áreas rurais, o avanço foi de 58,6 pontos percentuais: saiu do patamar de 33,2% em 2015 para 91,7% em 2025. O mesmo fenômeno se refletiu em escolas quilombolas, indígenas e de educação especial. Nas quilombolas, o avanço foi de 59,5 pontos percentuais, de 33,3% em 2015 para 92,9% em 2025. Nas indígenas, o aumento foi 28,6 pontos percentuais, de 71,4% para 100%. Na educação especial, o salto foi de 83,1% para 98,7% (15,6 pontos percentuais).

No plano mais diretamente conectado ao cotidiano dos estudantes do Espírito Santo, subiu 40,2 pontos percentuais (de 44% para 84,2%) o número de escolas públicas com internet disponível para atividades de ensino e aprendizagem entre 2019 (ano mais distante de referência neste quesito no Censo Escolar 2025) e 2025. E cresceu 17,9 pontos percentuais (de 52% para 69,9%) o número de escolas com computadores disponíveis para alunos (desktops ou laptops) entre 2015 e 2025.

ESTRATÉGIA NACIONAL – Os avanços observados no Censo Escolar dialogam com um conjunto de políticas federais implementadas nos últimos anos para ampliar o acesso à internet nas escolas públicas. Lançada em setembro de 2023, a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (ENEC) articula ações voltadas à expansão do acesso à internet de qualidade, à melhoria da infraestrutura elétrica e de rede interna (Wi-Fi) e à promoção do uso pedagógico das tecnologias digitais. Entre 2023 e 2025, foram destinados aproximadamente R$ 3 bilhões para ações de conectividade em escolas estaduais e municipais, em regime de colaboração com estados e municípios.

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“Queremos a tecnologia na escola com fins pedagógicos, para auxiliar a aprendizagem do aluno e ser elemento complementar do professor. Há um esforço do governo de garantir 100% da conectividade para fins pedagógicos das escolas”

Camilo Santana, ministro da Educação

FINS PEDAGÓGICOS – “Nós queremos a tecnologia na escola com fins pedagógicos, para auxiliar a aprendizagem do aluno e ser elemento complementar do professor. Há um esforço do governo de garantir 100% da conectividade para fins pedagógicos das escolas”, afirmou o ministro Camilo Santana (Educação).

A Estratégia opera de forma integrada. Combina expansão da infraestrutura, monitoramento técnico da qualidade da conexão e apoio às redes de ensino para garantir que o acesso esteja associado a condições efetivas de aprendizagem e uso pedagógico.

“O censo apresenta a conectividade em geral, mas ela pode ser para a sala do professor, para o diretor, para a área administrativa. O que queremos é que o professor possa transmitir um vídeo em sala. E é por isso que criamos a Estratégia de Conectividade de Escolas, e passamos de 45% em 2023 para 70% este ano”, completou Santana.
 

COMO É FEITO – O Censo Escolar é realizado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e contabiliza 178,8 mil escolas de educação básica no Brasil. A divulgação dos resultados de 2025 foi realizada em 26 de fevereiro de 2026. O levantamento apresenta dados sobre escolas, professores, gestores, turmas e alunos de todas as etapas e modalidades de ensino.

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Educação

Investimento do Estado garante modernização de CMEI tradicional em Vitória

Redação Informe ES

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O Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Zenaide Genoveva Marcarini Cavalcanti, no bairro Jardim da Penha, em Vitória, será completamente reformado e modernizado com recursos estaduais. Na manhã desta quinta-feira (19), o vice-governador Ricardo Ferraço realizou visita técnica à instituição de ensino. Ao todo, o Governo do Estado repassou R$ 2,15 milhões à Prefeitura da Capital para a realização da obra.

O projeto inclui a reforma geral do CMEI, incluindo salas de aula, espaços dos profissionais da educação e estruturas de aprendizagem, além de telhado, instalações elétricas, climatização e outras intervenções para modernizar a tradicional unidade educacional voltada às crianças.

“O que será feito aqui vai deixar a escola mais moderna, segura e preparada para o que as famílias precisam. Tudo isso para melhorar o ambiente de trabalho da equipe e a rotina das centenas de crianças que estudam aqui todos os dias. O que o Governo do Espírito Santo está fazendo aqui, repassando recursos para investimentos substanciais, fazemos também nos outros municípios capixabas. Esse é o nosso modelo municipalista de trabalhar, sempre com muito diálogo”, destacou o vice-governador Ricardo Ferraço.

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O investimento está sendo viabilizado com recursos do Fundo Estadual de Apoio à Ampliação e Melhoria das Condições de Oferta da Educação Infantil e do Ensino Fundamental (Funpaes). Com os editais lançados em 2025 e 2026, o Governo do Estado vai investir R$ 725 milhões em melhorias na infraestrutura escolar das redes municipais de ensino, contemplando todos os 78 municípios.

O vereador de Vitória, Pedro Trés, acompanhou o vice-governador na visita: “É uma obra muito importante e muito aguardada. São mais de 20 anos do CMEI, que nunca passou por uma reforma geral. Graças ao recurso do Governo do Estado, as crianças do nosso bairro terão melhores condições de atendimento e aprendizado. Obrigado, governador Renato Casagrande e vice-governador Ricardo Ferraço.”

“O CMEI é referência em educação e será muito bacana ter a estrutura física reformada e modernizada. A climatização vai trazer mais bem-estar, conforto e melhores condições às crianças e aos professores. Um ambiente mais propício para desenvolver estudos e formação”, ressaltou Gabriela Carneiro, mãe de aluna do CMEI Zenaide Cavalcanti.

Investimentos também em escolas do interior

Por intermédio do Funpaes, o Governo do Estado também está investindo em melhorias em escolas das redes municipais de Alegre, Apiacá, Baixo Guandu, Rio Bananal e São José do Calçado.

Em Alegre, estão previstas a reforma e ampliação do Centro Integrado de Educação e Cidadania (CIEC) Jaci Kobbi Rodrigues (R$ 3,5 milhões) e a aquisição de mobiliário para o CMEI Tio Teotônio Barbosa (R$ 500 mil). Em Apiacá, estão contempladas a construção do CMEI Tia Joany Miranda (R$ 3 milhões), a reforma e ampliação da Escola Municipal Maria de Lourdes Alves (R$ 2,5 milhões) e a reforma da Escola Municipal Waldir Monteiro de Barros (R$ 2,5 milhões).

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No município de Baixo Guandu, serão investidos R$ 10 milhões na reforma e ampliação da Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental (EMEIEF) Professor José Nunes. Em Rio Bananal, a Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Professora Maria Endringer (R$ 6,5 milhões) já conta com uma nova sede, e estão previstas ainda a reforma e ampliação da EMEF Tiradentes (R$ 3,5 milhões) e a reforma da EMEF Córrego Lagrimal (R$ 300 mil). Já em São José do Calçado, serão realizadas as reformas da EMEF Manoel Franco (R$ 3,5 milhões) e do CMEI Marieta Castro (R$ 2 milhões).

Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação da Vice-Governadoria
Léo Júnior
(27) 99999-9422

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Educação

Cariacica: EJA amplia oportunidades para jovens e adultos no município

Redação Informe ES

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A rede municipal de ensino mantém vagas abertas durante todo o ano para a Educação de Jovens e Adultos (EJA), garantindo uma nova oportunidade para quem não concluiu a educação básica na idade regular. A iniciativa reafirma o compromisso do município com a inclusão e o acesso à educação como ferramenta de transformação social.

Atualmente, 13 escolas ofertam turmas de EJA voltadas ao Ensino Fundamental I. A organização é feita em dois ciclos. O 1º ciclo contempla os conteúdos do 1º ao 3º ano, enquanto o 2º ciclo abrange o 4º e 5º ano. Cada etapa tem duração de um ano, possibilitando que o estudante conclua essa fase da educação básica em apenas dois anos.

Além de ampliar o acesso, o município também investe na qualidade do ensino ofertado. Todas as unidades contam com lousas digitais, recurso que fortalece o processo de aprendizagem e torna as aulas mais dinâmicas. Os estudantes também participam de aulas de campo em museus e teatros, experiências que enriquecem o conteúdo trabalhado em sala e ampliam o repertório cultural. 

A secretária de Educação, Luzian Belisario, destaca que a rede está atenta à realidade dos estudantes da EJA. “Sabemos que muitos enfrentam jornadas de trabalho intensas e chegam à escola já cansados. Por isso, nossas ações e planejamentos são pensados para enfrentar esses desafios. Nossos profissionais compreendem essa realidade e, junto à coordenação da EJA, constroem estratégias para tornar a permanência na escola mais atrativa e constante, garantindo o aprendizado”, afirmou.

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As turmas são formadas conforme a demanda de matrículas, quando não há o número suficiente para a abertura de uma turma, é garantida a matrícula dos alunos interessados na escola mais próxima que atenda a modalidade, sempre garantindo a cobertura dos estudantes.

Como realizar a matrícula

O processo é simples e acessível. As matrículas permanecem abertas ao longo de todo o ano letivo, permitindo que os interessados procurem diretamente a unidade escolar mais próxima em qualquer período. A medida facilita o ingresso e amplia as oportunidades para quem deseja retomar os estudos e construir novos caminhos por meio da educação.

Fonte: SemCom/PMC

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