Esporte
Bolas da Copa carregando na tomada viralizam, mas há uma explicação

Nos últimos dias, uma imagem curiosa ganhou as redes sociais: trata-se de uma foto que mostra algumas bolas da Copa do Mundo conectadas na tomada. Por mais que pareça sem sentido, na verdade a recarga é relacionada a sensores internos instalados na redonda.
O sistema faz parte do aparato de tecnologia preparado para o mundial no Catar, voltado para o auxílio da equipe de arbitragem. Esta recarga acontece por indução, de acordo com informações divulgadas anteriormente pela Adidas, responsável pela produção das bolas.
A solução já foi útil em algumas situações de jogo, como na partida entre Portugal e Uruguai pela segunda rodada da fase de grupos. No primeiro gol do jogo, não foi possível afirmar com clareza se Cristiano Ronaldo tocou a bola com a cabeça, ou se ela passou direto.
Neste momento, os sensores presentes na bola serviram para analisar a sua movimentação, e determinaram que não houve mudança de trajetória no momento do suposto cabeceio. Desta forma, o gol foi creditado para Bruno Fernandes, autor do cruzamento.
Bola que carrega na tomada envia dados ao VAR
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Este componente é instalado na parte central da bola, e apoiado por uma série de braços que se estendem até a superfície de contato com os pés. Mesmo assim, a Adidas garantiu que o sistema não afeta as movimentações da redonda, e nem a performance dos jogadores.
Outras implementações da tecnologia na Copa do Mundo ainda incluem o impedimento semiautomático, que utiliza a inteligência artificial para definir se o atacante está à frente de zagueiros, e gera uma animação gráfica para as transmissões de televisão.
As novidades apresentadas pela Adidas na Copa não serão disponibilizadas nas bolas vendidas ao público geral, com foco exclusivo para as competições internacionais de futebol. Portanto, o ato de carregar a bola na tomada não deve ser necessário nas partidas casuais pelo mundo.
Fonte: Adidas
Esporte
Brasil não joga bem e empata com o Marrocos na estreia da Copa do Mundo

A Seleção Brasileira não teve a estreia que o torcedor esperava na Copa do Mundo de 2026. Neste sábado (13), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, o Brasil empatou em 1 a 1 com o Marrocos após uma atuação abaixo do esperado. A equipe africana foi superior em boa parte do primeiro tempo, pressionou a saída de bola brasileira e abriu o placar com Saibari. O empate veio ainda na etapa inicial, com um belo gol de Vini Jr.
Conhecido por iniciar Copas do Mundo com vitórias, o Brasil desta vez deixou uma impressão preocupante. Apesar de alguns momentos de reação, a seleção mostrou dificuldades na criação de jogadas e foi envolvida pelo forte esquema tático marroquino em vários momentos da partida. O empate serve como alerta para a sequência da competição e aumenta a cobrança por uma evolução da equipe comandada por Carlo Ancelotti.
Esporte
Julian marca o primeiro gol da Copa e México vence a África do Sul em duelo com três expulsões

A Copa do Mundo de 2026 teve início com vitória de uma das três seleções anfitriãs. Nesta quinta-feira (11), o México derrotou a da África do Sul por 2 a 0 no Estádio Azteca, na Cidade do México, na abertura do Grupo A do Mundial.
A chave, quase toda ela disputada em território mexicano, ainda tem Coreia do Sul e República Tcheca, que se enfrentam na noite desta quinta (11), às 23h (horário de Brasília), no Estádio Akron, em Zapopan. Os sul-coreanos são os próximos adversários do México, em 18 de junho, às 13h, na única partida do grupo a ser realizada nos Estados Unidos – o jogo será no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta. No mesmo dia, os Bafana Bafana (apelido do time sul-africano) encaram os tchecos às 22h, no Akron.
Pela primeira vez, um trio brasileiro teve a responsabilidade de apitar o jogo de abertura de uma Copa. A missão coube ao árbitro Wilton Pereira Sampaio e aos auxiliares Bruno Pires, também goiano, e o paranaense Bruno Boschilia.
Outro detalhe histórico é que o Azteca se tornou o primeiro estádio a receber jogos de três Mundiais, após participar, também, de 1970 e 1986. No ano que vem, o Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, será o pioneiro na estatística entre os brasileiros, já que é uma das sedes da Copa do Mundo Feminina do Brasil – anteriormente ele e abrigou partidas das edições masculinas de 1950 e 2014.
Esporte
Serranas representam o Brasil no Sul-Americano de Karatê na Colômbia

Caratecas são bolsistas do programa Serra Atleta.
A Serra terá três representantes no Campeonato Sul-Americano de Karatê 2026. As atletas Victória Tatagiba, Helen Tatagiba e Claudina Aguiar, bolsistas do programa Serra Atleta, embarcam para Cartagena das Índias, na Colômbia, onde defenderão a Seleção Brasileira Sênior Feminina na disputa do Kata por Equipes.
Convocadas pela Confederação Brasileira de Karatê (CBK), as atletas serranas disputarão uma das competições mais importantes do calendário continental. O embarque está previsto para a madrugada desta sexta-feira (12), no Aeroporto de Vitória.
O Campeonato Sul-Americano será realizado entre os dias 14 e 21 de junho e reunirá os principais atletas da modalidade na América do Sul. A competição é organizada sob a chancela oficial da CBK.
Para a secretária de Turismo, Cultura, Esporte e Lazer da Serra, Wanessa Bruno, a convocação das atletas reforça a força do esporte serrano e a importância dos investimentos realizados no setor.
“É motivo de grande orgulho ver nossas atletas representando a Serra e o Brasil em uma competição internacional tão importante. O programa Serra Atleta tem justamente esse propósito: apoiar talentos, incentivar o desenvolvimento esportivo e contribuir para que nossos atletas alcancem voos cada vez mais altos”, destacou.
As atletas chegam à competição com um histórico de importantes conquistas. Claudina Aguiar acumula títulos sul-americanos e pan-americanos na modalidade. Já as irmãs Helen e Victória Tatagiba também colecionam resultados expressivos. Helen é campeã mundial escolar da Gymnasiade, enquanto Victória foi vice-campeã brasileira e disputou recentemente o Mundial Universitário, em Brasília, no Kata Individual Feminino, representando o Time UBrasil.
O trio também conquistou o título do Campeonato Sul-Americano e o vice-campeonato do Pan-Americano de 2025 pela Seleção Brasileira Sênior Feminina de Karatê.
Uma das representantes da equipe, Victória Tatagiba destacou a emoção e a responsabilidade de vestir a camisa do Brasil em uma competição internacional.
“Vestir a camisa da Seleção Brasileira é sempre uma honra e, ao mesmo tempo, uma grande responsabilidade. Representar o nosso país em um campeonato tão importante é a realização de um sonho construído com muito trabalho e dedicação. Além disso, levar o nome da Serra para o cenário internacional nos enche de orgulho e nos motiva ainda mais a buscar um grande resultado para o Brasil e para a nossa cidade”, afirmou.
Fonte: Secom/PMS – Texto: Roberta Pelissari – Foto: Karatê Culture
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