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Botafogo: como evitar a queda de rendimento de uma conquista e seu aprendizado para a vida?

Na vida e no futebol, assim como em vários esportes, tudo pode acontecer: um time pode seguir disparado e realmente levar o título ou pode conquistar muitos pontos nos primeiros jogos e no meio do campeonato perder o ritmo e nem chegar à final.
É o caso do Botafogo, que surpreendeu torcedores neste Campeonato Brasileiro. Da expectativa de levar o título do Brasileirão, a realidade é que o clube carioca viu as chances de ser campeão este ano diminuírem bastante após a virada de 4 a 3 contra o Palmeiras no Engenhão, no último dia 1º de novembro.
O que aconteceu com o Botafogo?
Em toda a disputa, o ganhar e o perder faz parte, afinal sempre terá alguém para representar cada lado.
No mercado de trabalho essa disputa também acontece. Para usar uma analogia com o Campeonato Brasileiro deste ano, há profissionais como o Palmeiras: até vão mal no início, mas depois engatam num ritmo de trabalho eficiente e, na reta final de um desafio, como a conclusão de um projeto, não decepcionam quem está ao redor.
E, numa situação bem diferente desta, há quem sofra dos mesmos males do Botafogo neste Campeonato Brasileiro: começam muito bem uma empreitada, estavam em vias de ter um desempenho excepcional para uma promoção ou um aumento, por exemplo, e, no meio do processo, perde o foco — e deixa um rastro de decepção pelo caminho.
Para você que não pensa aposentar as chuteiras e precisa se preparar para o jogo do mercado de trabalho, especialistas explicam como criar resistência e estratégias para aguentar o tranco, justamente quando você é o profissional Botafogo, que precisa virar o jogo para chegar aonde quer na próxima oportunidade.
O “condicionamento psicológico”
Um dos principais motivos que podem ter levado o Botafogo a não chegar na final do Brasileirão pode ter sido a saúde mental, conforme sugerido pelo ex-jogador Gonçalves, que reforça que ter um bom “condicionamento psicológico” é tão preciso quanto o físico.
Essa virada de desempenho que aconteceu no Botafogo pode acontecer em diferentes fatores e dentro da psicologia existe um conhecido como “desamparo aprendido”, segundo Téo Nascimento, psicólogo e coordenador da equipe de psicologia da clínica Revitalis.
“Em muitas ocasiões, pessoas que costumam ter um grande potencial podem passar por um momento de virada, em que acaba de alguma forma se sabotando, muitas vezes porque acabou tendo alguma frustração chegando perto de alcançar algum objetivo.”
“Acaba que, dependendo da personalidade e da subjetividade de cada um, muitas vezes a pessoa vai interpretar isso como uma questão de incapacidade, com isso, ela vai internalizando uma crença de que em algum momento alguma coisa vai dar errado e aquele objetivo não será alcançado”, afirma o psicólogo.
Na maioria das vezes, Nascimento afirma que essa situação acontece de forma inconsciente, ou seja, a pessoa não se dá conta de que ela está de alguma forma ali se sabotando e acaba que, em algum momento isso acontece de fato – é o que pode ter acontecido com o time do Botafogo.
“Nos últimos jogos, a derrota vem se repetindo para o clube carioca. A equipe vai ali, consegue um placar e daqui a pouco a coisa desanda. É algo que pode ser relacionado ao desamparo apreendido. Eles tiveram algumas frustrações que pode ter gerado no grupo esse estado de insegurança ou de alerta inconscientemente de que já já a coisa irá desandar.”
Além dessa possível autossabotagem que pode ser comum em profissionais de qualquer setor, outras questões psicológicas podem impactar o indivíduo que está chegando na fase final, como a ansiedade gerada pela pressão interna e externa, além do cansaço que certamente pode aparecer após tanto esforço no início da disputa.
“A pessoa pode estar desenvolvendo recursos internos para lidar com todo o cansaço, pressão e expectativa do próprio sujeito que é gerado em torno de algum evento, da família, da sociedade, da empresa ou da torcida. Por isso é importante uma atenção especial para a saúde mental, e a psicoterapia é um dos meios que pode ajudar neste cenário”, afirma o psicólogo, que relembra como exemplo o caso da ginasta olímpica Simone Biles, que abandou as finais dos Jogos Olímpicos de Tóquio de 2020 para cuidar da saúde mental.
Técnicas para preparar a mente e o físico
Assim como a psicoterapia pode ajudar com a saúde mental, alguns exercícios são recomendados pela coaching profissional, Milena Brentan, para melhorar o desempenho de uma pessoa ou grupo, desde o início à fase final de um processo:
- Pratique exercícios físicos: isso libera endorfina que ajuda a lidar com situações de estresse;
- Aposte em hobbies: fazer o que gosta estimula a criatividade e a autoestima;
- Técnicas de meditação ativa: ajuda a trazer mais concentração;
- Yoga: une meditação e movimento do corpo, ou seja, mente e corpo e traz equilíbrio;
- Aposte em técnicas de respiração: ajuda a controlar a ansiedade e traz foco;
- Recorra a grupos de pessoas de confiança para trocar ideias e reflexões: pode conseguir ideias ou estratégias de como fazer o seu trabalho de uma forma mais produtiva e saudável.
“O mais importante do que fazer para encontrar a saúde física e mental, é achar o que funciona para cada um, porque é uma escolha muito pessoal e que exige autoconhecimento e experimentos”, afirma Brentan.
A posição da liderança
Não podemos esquecer que no meio esportivo ou corporativo o excesso de autoconfiança ou simplesmente a perda do foco pode fazer com que a pessoa não se prepare o suficiente para atingir o alvo, e neste caso, o papel do líder precisa ser destacado.
“O papel do líder, do técnico ou gestor é gerenciar uma equipe que irá fazer as entregas. O papel do líder não é fazer a entrega, é inspirar e motivar um time que vai fazer a entrega”, afirma Brentan.
Para reforçar como um líder pode ajudar no desempenho da equipe, assim como na sua saúde mental, a executiva traz as seguintes dicas:
- Visão de longo prazo: quando o líder dá essa visão, ele faz todos lembrarem que aquela fase faz parte de um caminho, e que altos e baixos são esperados quando temos qualquer processo de trabalho. “Às vezes quando a pessoa está em um momento mais difícil, ela tem dificuldade de ver tudo o que já passou, conquistou e o caminho que falta para percorrer.”
- Dividir uma grande meta em submetas: quando uma grande meta é quebrada por prazos e números, fica muito mais factível alcançar o resultado tão esperado;
- Mapear o time: entender como desenvolver cada pessoa e o que está acontecendo no time é muito importante. Tem alguém que não está comprometido? Se sim, por qual motivo? Afinal, o comprometimento individual é um componente muito importante para o sucesso de uma equipe.
Como chegar lá?
No cenário profissional, o sucesso demanda mais do que momentos isolados de destaque, afirma Fernando Mantovani, diretor-geral da Robert Half América do Sul.
“Estabelecer metas de longo prazo é fundamental, porque são elas que nos fornecem uma direção clara para guiar o desenvolvimento profissional. A busca por educação continuada também é essencial e garante que as competências estejam sempre afiadas.”
Além de saber aonde quer chegar e de se preparar para as oportunidades, ter em mente que o ambiente é de alta concorrência e que sempre existirão pessoas talentosas ao nosso redor é crucial.
“Resiliência, persistência e uma compreensão realista de que, assim como no esporte, nem sempre alcançaremos o primeiro lugar é uma lição valiosa. Por isso, valorizar o progresso, independentemente do cargo alcançado ou de pequenas derrotas, é elementar para manter uma mentalidade positiva”, afirma Mantovani.
E se a derrota acontecer, como virar o jogo?
Após uma derrota profissional, é preciso realizar uma análise reflexiva da experiência e identificar pontos de melhoria. Ajustar metas, segundo Mantovani é uma abordagem adaptativa, não uma redução de ambição, e pode ser necessária para se alinhar às novas circunstâncias.
“Além da reciclagem de habilidades, o fortalecimento da rede profissional e a manutenção de uma mentalidade vencedora são alguns passos práticos para virar o jogo.”
Ao compreender que a carreira é uma jornada de longo prazo, é possível transformar cada revés em oportunidades de crescimento e preparação para futuros sucessos, afirma o diretor-geral da Robert Half.
“Fato é que não vemos ninguém que atingiu grandes resultados na carreira esportiva ou no mercado de trabalho, sem ter passado por dias difíceis, sem a necessidade de dedicação constante, sem resiliência, sem aquela força de vontade para continuar insistindo mesmo quando as coisas não estão indo tão bem ou não estão dando tão certo.”
O ex-jogador Gonçalves viveu uma experiência interessante que envolveu resiliência em um momento difícil de sua carreira. Em um clássico entre Flamengo e Botafogo no Maracanã, em 1989, Gonçalves jogava pelo Flamengo e na final acabou fazendo um gol contra.
O jogo terminou em 3 a 3, o que levou o Botafogo a ser campeão carioca estadual naquele ano, saindo de um jejum sem títulos há 21 anos.
“Depois daquele jogo algo inédito aconteceu, o Botafogo me contratou. Não lembro de um jogador fazer gol contra e um mês depois ser contratado pelo time que ele acabou ajudando a ganhar o título. No ano seguinte fui campeão estadual, dando uma volta por cima na minha carreira”, afirma Gonçalves.
Como criar resistência no momento mais delicado?
Em primeiro lugar, é preciso entender que momentos desafiadores surgirão durante toda a carreira, assim como nos jogos, e para eles precisam treinar bem as nossas habilidades comportamentais, afirma Mantovani.
“Existirão sempre altos e baixos e, durante os baixos, é fundamental persistir e acreditar no trabalho realizado até então. Para aguentar os trancos, os aspectos comportamentais são extremamente relevantes. Aqueles profissionais com competências bem desenvolvidas de inteligência emocional, adaptabilidade, comunicação, relacionamento interpessoal, entre outras, estão bem mais preparados para contornar situações difíceis.”
Entre as habilidades comportamentais que o ex-jogador Gonçalves reforça para um atleta e que vale para o mundo corporativo está a disciplina, a determinação e o saber trabalhar em equipe.
“São várias as características que um jogador ou profissional precisa ter para se tornar bem-sucedido. A principal delas é a qualidade técnica para dar resultado. Também é importante saber trabalhar em equipe e ser um atleta bem determinado, que corre dentro do campo, e disciplinado, que executa bem os fundamentos técnicos do jogo.”
Momentos delicados chegam para ensinar e aprimorar um profissional, seja ele de forma individual ou em equipe, e para Gonçalves o futebol é um bom exemplo de teste que pode ajudar na evolução humana.
“O futebol, assim como os demais esportes que geram paixões, nos ensinam a cada semana, com as vitórias e derrotas, a buscarmos entendimento para superarmos as provações que temos no nosso dia a dia. Alguns meios como o esporte e a espiritualidade pode trazer lições de evolução e ajudar o ser humano a ser bem-sucedido em todos as suas relações”.
Colaborou* Exame.com – Por: Layane Serrano (Repórter Formada em Jornalismo)
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Meta Vai Capturar Movimentos do Mouse de Funcionários para Treinamento em IA
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
A meta está instalando um novo software de rastreamento nos computadores dos funcionários nos Estados Unidos para capturar movimentos do mouse, cliques e pressionamentos de teclas para uso no treinamento de seus modelos de inteligência artificial, parte de uma ampla iniciativa para construir agentes de IA que possam realizar tarefas de trabalho de forma autônoma, disse a empresa aos funcionários em memorandos internos vistos pela Reuters.
A ferramenta será executada em uma lista de aplicativos e sites relacionados ao trabalho e também tirará instantâneos ocasionais do conteúdo nas telas dos funcionários para contexto, de acordo com um memorando, publicado por um cientista de pesquisa de IA da equipe na terça-feira em um canal interno dedicado à equipe de construção de modelos Meta SuperIntelligence Labs da empresa.
O objetivo do exercício, de acordo com o memorando, era aprimorar os modelos da empresa em áreas em que eles ainda têm dificuldades, como escolher em menus suspensos e usar atalhos de teclado.
“É aqui que todos os funcionários da meta podem ajudar nossos modelos a melhorar simplesmente fazendo seu trabalho diário”, dizia o documento.
O porta-voz da meta, Andy Stone, disse que os dados coletados não seriam usados para avaliações de desempenho ou qualquer outra finalidade além do treinamento de modelos e que havia salvaguardas para proteger conteúdos confidenciais.
“Se estamos criando agentes para ajudar as pessoas a realizar tarefas diárias usando computadores, nossos modelos precisam de exemplos reais de como as pessoas realmente os usam — coisas como movimentos do mouse, cliques em botões e navegação em menus suspensos. Para ajudar, estamos lançando uma ferramenta interna que capturará esses tipos de entradas em determinados aplicativos para nos ajudar a treinar nossos modelos”, disse Stone.
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Tim Cook Deixa Cargo de CEO da Apple; VP John Ternus Assume

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Tim Cook deixará o cargo de CEO da Apple ainda este ano, anunciou a fabricante do iPhone nesta segunda-feira (20). À frente da companhia desde 2011, Cook passará a ocupar o cargo de presidente executivo do conselho, informou a empresa em comunicado.
Ele será substituído pelo vice-presidente de engenharia de hardware da empresa, John Ternus, a partir de 1º de setembro de 2026, enquanto a Apple se prepara para uma mudança no setor impulsionada pela inteligência artificial.
Quem é o novo CEO da Apple?
Ternus ingressou na Apple em 2001 e desempenhou um papel fundamental na retomada das vendas de produtos como os computadores Mac, que ganharam participação de mercado nos últimos anos. Recentemente, o executivo trabalhou no desenvolvimento e lançamento do MacBook Neo, a nova opção de laptop econômico da Apple, bem como no iPhone 17, iPhone Air e AirPods.

Ao nomeá-lo como CEO, a Apple promove uma transição de Cook — um especialista em cadeia de suprimentos que ajudou a transformar a empresa em uma marca global que vende centenas de milhões de unidades por ano — para um líder que há anos está focado em design e produtos.
Ben Bajarin, CEO da consultoria de tecnologia Creative Strategies, afirmou que Ternus é bem visto dentro da Apple “e trará uma nova energia” para a companhia.
Separadamente, a Apple informou que Johny Srouji, responsável pelo desenvolvimento dos chips proprietários e sensores da companhia, foi nomeado diretor de hardware.
O legado de Tim Cook na Apple
Cook entrou na Apple em 1998, recrutado por Steve Jobs numa época em que muitos achavam que a empresa estava à beira da falência. Na época, muitos o aconselharam a não aceitar o emprego na empresa, mas o fundador disse coisas que Cook considerou persuasivas.

Ele assumiu o cargo de CEO em 2011, quando Jobs deixou a função. Entre suas conquistas, estão o lançamento do Apple Watch, dos AirPods e do Apple Vision Pro. Ele redefiniu o foco da Apple para incluir serviços como Apple Pay, Apple TV e Apple Music, que provaram ser um grande sucesso.
A nova gestão deve ser de continuidade com o legado de Cook, que John Ternus descreve como seu mentor. “Sinto-me honrado em assumir este cargo e prometo liderar com os valores e a visão que definiram este lugar especial por meio século”, disse o novo CEO.
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Empresas de Tecnologia Estão Usando a IA como “Desculpa” para Demitir Funcionários, Diz CEO
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
O CEO de uma empresa de inteligência artificial afirmou que acredita que líderes de outras companhias de tecnologia estão usando a IA como “desculpa” para demitir funcionários.
Segundo Jason Droege, CEO da empresa de infraestrutura Scale AI, muitos executivos estão se escondendo atrás dessa justificativa para reduzir os times e fazer cortes que, de outra forma, seriam considerados um simples “redimensionamento” das equipes.
Durante participação na conferência internacional Semafor World Economy, dedicada a discutir os principais temas da economia global, na última quinta-feira (16), Droege afirmou que a IA ainda é pouco confiável para assumir decisões importantes que muitos humanos tomam no trabalho – citando, especificamente, medidas financeiras. Na sua visão, os temores de que a nova tecnologia levará a um “apocalipse” no mercado de trabalho são exagerados.
Para o CEO, os profissionais mais suscetíveis às demissões são aqueles que não se atualizam nem aprendem a usar a IA de forma adequada em suas funções. E não porque seus empregos serão totalmente automatizados e substituídos por um bot de inteligência artificial.
Demissões na era da IA
Os comentários de Droege são semelhantes aos feitos pelo secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, na quarta-feira (15). “A IA não vai tirar o seu emprego. Alguém que sabe usar IA é que vai tirar o seu emprego”, disse Bessent – uma frase que já se tornou recorrente no debate sobre o tema.
Porém, vão na contramão do que vem sendo dito por outros CEOs do setor de tecnologia. Os executivos têm destacado a capacidade de reduzir o número de funcionários humanos e realizar o mesmo trabalho com equipes menores graças à IA.
O bilionário Evan Spiegel afirmou na quarta-feira que sua empresa, Snap, vai demitir 1.000 funcionários devido aos “rápidos avanços em inteligência artificial”. No mês passado, Oracle, Meta, Crypto.com e Atlassian atribuíram cortes massivos de empregos à IA.
Segundo a consultoria americana Challenger, Gray & Christmas, especializada em recolocação profissional e coaching executivo, cerca de 30 mil demissões já foram atribuídas à IA neste ano. Em 2025, a tecnologia foi apontada como responsável por quase 55 mil cortes.
Cargos mais suscetíveis às demissões
Nos últimos 12 meses, CEOs têm atribuído cada vez mais os cortes de empregos à IA e alertado que cargos de média gestão e funções corporativas estão entre os mais vulneráveis nessa nova fase da tecnologia.
No ano passado, o bilionário e CEO da Salesforce, Marc Benioff, anunciou o corte de quase 4.000 profissionais de atendimento ao cliente e explicou que, com a integração da IA, “preciso de menos pessoas”.
O bilionário Jack Dorsey, cofundador e ex-CEO do Twitter, e o ex-sócio-gerente da Sequoia, Roelof Botha, afirmaram no mês passado que acreditam que a IA pode eliminar a média gerência. Segundo os empresários, a tecnologia já pode executar grande parte do trabalho dos gestores intermediários — cerca de 12% da força de trabalho americana atualmente.
Já Mike Cannon-Brookes, cofundador da empresa de software Atlassian, justificou os cortes em sua companhia dizendo que eles permitiriam “mais investimentos em IA”.
O especialista em mercado de trabalho e diretor de receita da Challenger, Gray & Christmas, Andy Challenger, resumiu o cenário: “As empresas estão redirecionando seus orçamentos para investimentos em IA, em detrimento dos empregos.”
Reportagem publicada originalmente em Forbes.com
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