Negócios
Brasil Tem Recorde de Renda e Carteira Assinada, Mas Desemprego Sobe a 6,8%

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
A taxa de desemprego no Brasil voltou a subir e chegou a 6,8% no trimestre encerrando em fevereiro, em um mercado de trabalho que mostra sinais de desaceleração, embora continue resiliente, com números recordes de carteira assinada e rendimento.
O dado divulgado nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou alta em relação à taxa de 6,1% registrada no trimestre imediatamente anterior, até novembro, e é a leitura mais elevada desde os três meses até julho de 2024, quando também foi de 6,8%.
Ainda assim, igualou a marca mais baixa para trimestres encerrados em fevereiro que havia sido registrada em 2014, ficando em linha com a expectativa em pesquisa da Reuters.
No mesmo período de 2024, a taxa de desemprego estava em 7,8%.
Analistas apontam que o mercado de trabalho brasileiro deve acompanhar o enfraquecimento esperado da economia este ano e apresentar uma desaceleração gradual, ainda que permaneça em níveis baixos para seu padrão histórico.
A baixa taxa de desemprego vem ajudando a sustentar a renda e a atividade econômica, mas por outro lado dificulta o controle da inflação, destacadamente a de serviços, uma preocupação do Banco Central.
Nos três meses até fevereiro, o rendimento dos trabalhadores chegou ao recorde da série do IBGE iniciada em 2012, a R$3.378, o que representa alta de 1,3% no trimestre e de 3,6% no ano.
“A alta do rendimento no trimestre está relacionada à redução do contingente de trabalhadores informais em certos seguimentos das atividades econômicas, crescendo, portanto, a proporção de ocupações formais com maiores rendimentos”, explicou Adriana Beringuy, coordenadora da pesquisa.
Neste mês, o BC seguiu o ritmo já previsto de aperto nos juros e elevou a Selic em 1 ponto percentual, a 14,25% ao ano, e indicou um ajuste de menor magnitude para a reunião de maio.
Na véspera, a autoridade monetária piorou sua projeção de crescimento econômico do Brasil em 2025 de 2,1% a 1,9%, prevendo ainda uma continuidade da inflação acima do teto da meta ao longo deste ano.
Carteira assinada
Nos três meses até fevereiro, o número de desempregados aumentou 10,4% sobre o trimestre imediatamente anterior, alcançando 7,472 milhões, mas ainda marca uma queda de 12,5% sobre o mesmo período do ano passado.
“A transição entre fim de um ano e começo do outro é marcada por perda de vagas e ocupados e expansão da procura por trabalho”, disse Beringuy.
Já o total de ocupados caiu 1,2% na comparação trimestral e aumentou 2,4% na anual, atingindo 102,662 milhões de trabalhadores.
Os trabalhadores com carteira assinada no setor privado subiram 1,1% no trimestre encerrado fevereiro sobre os três meses imediatamente anteriores e chegaram ao recorde de 39,560 milhões, movimento que segundo o IBGE está relacionado à manutenção das contratações no comércio. Os trabalhadores sem carteira no setor privado recuaram 6%, a 13,542 milhões.
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Negócios
CLT É a Prioridade dos Jovens no Mercado de Trabalho
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Apesar do barulho das redes sociais, o emprego com carteira assinada continua sendo a prioridade dos brasileiros ao buscar uma vaga. Segundo pesquisa divulgada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), o modelo formal, regido pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), foi apontado como o mais atrativo por mais de um terço dos profissionais que procuraram emprego recentemente.
Entre os jovens, a escolha pelo emprego formal é ainda mais forte, refletindo a busca por segurança no início da carreira.
- 41,4% dos profissionais de 25 a 34 anos preferem CLT;
- 38,1% dos jovens de 16 a 24 anos também priorizam o modelo.
Segundo Claudia Perdigão, especialista em políticas e indústria da CNI, o emprego formal traz mais segurança para os jovens, que procuram maior estabilidade no início da carreira profissional.
De acordo com o estudo, o acesso a direitos trabalhistas e à Previdência Social continua sendo um diferencial relevante, mesmo com o avanço de novas formas de trabalho. “Embora novas modalidades de trabalho estejam crescendo, como aquelas vinculadas a plataformas digitais, o trabalhador ainda valoriza o acesso a direitos trabalhistas, estabilidade e proteção social, que continuam, portanto, sendo um diferencial relevante mesmo em contexto de maior flexibilização das relações de trabalho”, diz Perdigão.
Principais números da pesquisa
- 36,3% preferem emprego com carteira assinada (CLT);
- 18,7% apontam o trabalho autônomo como melhor opção;
- 12,3% consideram o emprego informal mais atrativo;
- 10,3% têm interesse em trabalho por plataformas digitais;
- 9,3% preferem abrir o próprio negócio;
- 6,6% optam por atuar como pessoa jurídica (PJ);
- 20% não encontraram oportunidades atrativas.
Renda complementar
O trabalho por meio de plataformas digitais, como motorista ou entregador de empresas de aplicativo, é visto majoritariamente como complemento de renda.
Segundo o levantamento, apenas 30% consideram essa atividade como principal fonte de sustento.
Alta satisfação
A pesquisa também aponta elevado nível de satisfação no mercado de trabalho, o que ajuda a explicar a baixa busca por novas oportunidades.
- 95% estão satisfeitos com o emprego atual;
- 70% se dizem muito satisfeitos;
- 4,6% estão insatisfeitos;
- 1,6% muito insatisfeitos.
A mobilidade no mercado é limitada:
- 20% buscaram outro emprego recentemente;
- 35% dos jovens (16 a 24 anos) procuraram nova vaga;
- 6% dos profissionais com mais de 60 anos fizeram o mesmo.
O tempo no emprego também influencia:
- 36,7% com menos de um ano no trabalho buscaram nova vaga;
- 9% com mais de cinco anos na mesma função fizeram o mesmo.
Realizado pelo Instituto Nexus, em parceria com a CNI, o levantamento ouviu 2.008 pessoas com 16 anos ou mais em todo o país. A pesquisa foi realizada de 10 a 15 de outubro de 2025, mas só foi divulgada agora.
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Negócios
Canva anuncia novo Country Manager no Brasil

O Canva, plataforma global de comunicação visual, anunciou Alberto Ceresa como novo country manager no Brasil. O executivo assume o desafio de acelerar o crescimento da marca em solo brasileiro, com foco em inovação e escalonamento de operações.
Com mais de 15 anos de carreira, Ceresa soma passagens por empresas como CloudKitchens e Expedia Group e já atuou em posições de liderança na América Latina, Europa e Ásia. “O espírito empreendedor no Brasil é diferente de qualquer outro lugar. Todos os dias, vejo fundadores, empreendedores individuais e pequenas equipes fazendo coisas extraordinárias com recursos limitados”, diz. “Com o Canva, queremos ajudar os negócios brasileiros a terem uma aparência tão boa quanto suas ideias.”
Ceresa é formado em finanças pela Università Bocconi, na Itália, e possui especializações pela National University of Singapore e pela Fudan University, na China.
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Negócios
Embraer Diz Que CEO Acumulará Cargo de VP Financeiro após Renúncia de CFO

A Embraer disse nesta segunda-feira (06) que o presidente-executivo da companhia, Francisco Gomes Neto, acumulará interinamente o cargo de vice-presidente Financeiro e de Relações com Investidores, após renúncia de Antonio Carlos Garcia.
De acordo com a fabricante de aviões, Garcia renunciou “por decisão pessoal, para se dedicar a novos projetos profissionais”.
O conselho de administração elegeu Gomes Neto com “o objetivo de assegurar uma transição ordenada e a continuidade dos negócios”, conforme o fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
O executivo, acrescentou a companhia, acumulará os cargos até que o colegiado eleja o novo vice-presidente Financeiro e de Relações com Investidores.
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