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6 formas de usar seu tablet para otimizar sua rotina

Redação Informe ES

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O tablet é um dos dispositivos mais versáteis da era digital. Combinando a praticidade de um smartphone e a funcionalidade de um notebook, ele se destaca por sua mobilidade, autonomia e capacidade multitarefa.

Apesar disso, muitas pessoas ainda subutilizam o potencial dos tablets no dia a dia, quando ele pode ajudar (e muito) a você otimizar sua rotina. Se você pensa no tablet apenas como uma plataforma para vídeos ou redes sociais, está deixando de lado um leque de oportunidades que pode transformar a sua produtividade.

Neste artigo, você vai descobrir seis formas práticas e eficazes de explorar ao máximo o seu tablet, seja ele equipado com Android ou iOS (como o iPad). Prepare-se para mudar sua relação com a tecnologia e transformar seu cotidiano com pequenas atitudes que fazem toda a diferença.

Formas de usar seu tablet para otimizar sua rotina

Transforme o tablet em uma central de produtividade

Pessoa com tablet em meio rural
(Imagem: earth phakphum / Shutterstock)

A primeira e mais impactante forma de usar o tablet para otimizar a rotina é transformá-lo em uma central de produtividade. Com o uso de aplicativos específicos, é possível gerenciar e executar tarefas do trabalho ou da vida pessoal de forma eficiente, mesmo longe do computador.

Apps como Notion, Trello, Microsoft To Do, Google Keep e Evernote oferecem recursos de organização, anotações inteligentes e planejamento de projetos. Você pode criar listas de tarefas, agendar compromissos, organizar brainstorms e até mesmo integrar com calendários e e-mails.

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Além disso, muitos tablets suportam o uso de teclados externos e canetas stylus, o que facilita ainda mais o trabalho em documentos, planilhas ou apresentações. Isso permite transformar o tablet em um miniescritório portátil, ideal para quem está sempre em movimento ou trabalha de forma híbrida.

A vantagem? Mais agilidade na tomada de decisões e menos tempo perdido com papelada ou tarefas descentralizadas.

Use o tablet como segunda tela

pessoa utilizando notebook e tablet como segunda tela
Imagem: Samsung/Divulgação

Se você já trabalha com notebook ou desktop e precisa de mais espaço visual, uma excelente alternativa para otimizar sua rotina é usar o tablet como segunda tela. Isso é especialmente útil para quem realiza videoconferências, edita imagens, analisa dados ou precisa de múltiplas janelas abertas ao mesmo tempo.

Com ferramentas como Duet Display, Splashtop Wired XDisplay ou o recurso Sidecar da Apple (no caso de iPads e Macs), é possível estender ou espelhar a tela do seu computador no tablet, criando um ambiente de trabalho mais dinâmico.

Além de melhorar o fluxo de trabalho, essa configuração pode diminuir o cansaço mental e aumentar a concentração, já que permite separar janelas importantes e evitar a sobrecarga visual em uma única tela.

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O uso do tablet como segunda tela é uma maneira eficaz e econômica de aumentar sua produtividade sem investir em um novo monitor.

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Aprenda mais com cursos, livros e anotações digitais

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Aprendizado contínuo é uma das chaves para o crescimento pessoal e profissional. E o tablet pode ser um grande aliado nesse processo. Plataformas como Coursera, Udemy, edX, Kindle, Kobo e Google Livros tornam o acesso ao conhecimento simples, portátil e envolvente.

Você pode assistir aulas online com conforto, ler livros técnicos ou literários, baixar PDFs de estudo, marcar anotações digitais e sincronizar tudo com a nuvem. Muitos tablets também possuem modo leitura ou tela com baixa emissão de luz azul, o que ajuda a reduzir a fadiga ocular.

Para estudantes e profissionais em constante atualização, utilizar o tablet para otimizar a rotina de estudos pode fazer toda a diferença, permitindo que você aproveite momentos livres – no transporte, na fila do banco ou no intervalo do almoço – para absorver conhecimento.

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Seja para estudar idiomas, aprender uma nova habilidade ou se preparar para uma certificação, o tablet está pronto para ser sua sala de aula portátil.

Gerencie sua saúde e bem-estar com apps integrados

Otimize não só seu tempo, mas também sua qualidade de vida. Muitos subestimam o papel dos tablets no monitoramento da saúde e bem-estar, mas a verdade é que esse dispositivo pode ser o centro de uma rotina mais equilibrada.

Com o uso de aplicativos como MyFitnessPal, Calm, Headspace, Samsung Health e Apple Health, é possível acompanhar sua alimentação, planejar treinos, registrar horas de sono e até realizar sessões de meditação guiada. O tamanho maior da tela também facilita o acompanhamento de vídeos de treino ou aulas de yoga, por exemplo.

Alguns modelos de tablets permitem integração com smartwatches, balanças digitais e outros dispositivos de saúde. Isso centraliza todas as métricas em uma única interface e ajuda na visualização de metas e progresso.

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Usar o tablet para otimizar a rotina de bem-estar é tão importante quanto melhorar a produtividade no trabalho. Afinal, uma mente saudável potencializa qualquer rotina.

Automatize tarefas domésticas e pessoais

Mulher sorrindo com um tablet na mão e olhando para ele
Norma técnica trata da acessibilidade em conteúdos e aplicações web (Imagem: THICHA SATAPITANON/Shutterstock)

Sim, o tablet também pode ser o “cérebro” da sua casa inteligente. Com o uso de assistentes virtuais como Google Assistente, Alexa ou Siri, você consegue automatizar uma série de funções domésticas – desde acender as luzes até ajustar o termostato ou iniciar o aspirador robô.

Além disso, apps como IFTTT e SmartThings permitem criar rotinas automáticas, como “modo manhã” (abrir as cortinas, acender as luzes e tocar sua playlist favorita) ou “modo trabalho” (silenciar notificações e ativar foco no tablet).

Outro uso muito interessante é o gerenciamento de finanças pessoais com apps como Mobills, Guiabolso, Organizze e Nubank. Com um toque, você pode conferir gastos, planejar pagamentos, acompanhar investimentos e manter seu orçamento sob controle.

Com essas automações e centralizações, o tablet deixa de ser apenas um gadget e passa a ser o gerente da sua rotina pessoal.

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Tenha momentos de lazer e criatividade sob controle

Criança mexe em aplicaivo do Instagram no tablet
Imagem: mundissima / Shutterstock

Por fim, é essencial lembrar que otimizar a rotina não significa viver só de trabalho e produtividade. O tablet também pode ser usado de forma consciente para lazer, criatividade e descanso mental.

Você pode assistir séries e filmes com qualidade em plataformas como Netflix, Prime Video, YouTube e Disney+, ouvir podcasts e músicas com Spotify, Deezer ou Amazon Music, ou até se aventurar em jogos leves e aplicativos criativos como Procreate, Canva, Adobe Fresco ou GarageBand.

Para quem trabalha com criação de conteúdo, o tablet pode funcionar como um estúdio portátil para ilustração, design, edição de vídeo ou fotografia. E com o controle de tempo de tela que muitos sistemas operacionais oferecem, é possível garantir que o entretenimento não interfira nos compromissos do dia.

Em outras palavras, seu tablet pode otimizar a rotina de forma equilibrada, mesclando trabalho, aprendizado, autocuidado e lazer em um só lugar.

O tablet já não é mais apenas um “meio-termo” entre o celular e o computador. Ele se transformou em uma ferramenta estratégica que pode impactar positivamente sua rotina em múltiplas áreas – do trabalho ao bem-estar.

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Explore, teste novos apps, personalize configurações e descubra quais dessas seis formas fazem mais sentido para o seu estilo de vida. A rotina perfeita não existe, mas com as ferramentas certas, ela pode ser muito mais leve e funcional.

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Tecnologia

Por que os aviões ainda usam disquetes e sistemas de 30 anos atrás?

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Um Boeing 747-400 é uma das aeronaves mais icônicas da história que custa centenas de milhões de dólares. Agora, você sabia que o piloto, ao entrar no cockpit, em vez de conectar um tablet ultraveloz ou baixar uma atualização via nuvem, ele retira do bolso um disquete de 3,5 polegadas?

Parece retrô, mas em pleno 2025, essa ainda é a realidade de muitas frotas comerciais ao redor do mundo. Enquanto o seu smartphone é atualizado durante a noite via Wi-Fi, o “cérebro” de gigantes do ar ainda depende de tecnologias que a maioria dos jovens de hoje só viu em museus.

Por que os aviões ainda usam disquetes e sistemas de 30 anos atrás?

A principal razão para essa “viagem no tempo” é a necessidade de atualizar os bancos de dados de navegação. Esses arquivos contêm informações vitais sobre aeroportos, pistas, frequências de rádio e rotas de voo. Por regulação internacional, esses dados precisam ser renovados a cada 28 dias.

Avião modelo Boeing 747-400
Avião modelo Boeing 747-400 (Imagem: Reprodução/Wikipédia)

Em modelos como o Boeing 747-400 e alguns modelos antigos do Airbus A320, essa tarefa exige que um técnico insira fisicamente uma série de disquetes em um leitor localizado no painel da aeronave ou em compartimentos de manutenção. Como reportado por especialistas em segurança aérea, o processo de carregar todos os dados pode levar horas, exigindo paciência e precisão manual.

Por que aviões não usam um simples pendrive?

Você pode estar se perguntando: “Por que não trocar o leitor de disquetes por uma entrada USB ou uma conexão sem fio?“. A resposta curta é: certificação.

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Na aviação, a segurança é absoluta. Cada componente de um avião, do parafuso ao software, passa por um processo de certificação rigorosíssimo e caríssimo.

  • Interferência eletromagnética: Se você troca um leitor de disquete por um USB, precisa provar para agências como a FAA (EUA) ou a ANAC (Brasil) que essa nova peça não causará interferências nos sistemas de comunicação ou nos comandos de voo (fly-by-wire).
  • Custo financeiro: Modernizar uma frota inteira pode custar milhões de dólares por aeronave. Para companhias aéreas, se o sistema de 30 anos atrás ainda funciona perfeitamente e é seguro, o investimento em “perfumaria tecnológica” muitas vezes não se justifica economicamente.

Windows 95: o herói da manutenção

Não são apenas os disquetes que sobrevivem. Muitos terminais de manutenção em solo ainda rodam versões do Windows 95 ou 98. Isso acontece porque esses sistemas operacionais são os únicos 100% compatíveis com o software de diagnóstico original desenvolvido quando o avião foi projetado.

Essas máquinas de manutenção são tratadas como ferramentas específicas: elas não servem para navegar na internet ou rodar jogos modernos, mas são imbatíveis em “falar a mesma língua” que os computadores de bordo da década de 90.

Leia mais:

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Curiosamente, o que parece ser uma fraqueza tecnológica acaba se tornando um escudo. Em uma era de ataques cibernéticos sofisticados e vulnerabilidades em nuvem, o disquete possui uma vantagem estratégica: ele é desconectado (air-gapped).

disquetes japão
Diquetes de computador (magem: Akarin Promdan/Shutterstock)

É extremamente difícil hackear remotamente um sistema que não possui conexão com a internet e exige a inserção física de um disco magnético para ser alterado.

Além disso, sistemas de controle de tráfego aéreo ainda dependem de tecnologias legadas justamente pela estabilidade. Um software de 30 anos já teve todos os seus erros (bugs) descobertos e corrigidos. Em um setor onde a novidade pode trazer riscos desconhecidos, o “velho e conhecido” é sinônimo de tranquilidade.

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Por que abraçar nos faz sentir melhor?

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Abraçar é um gesto presente no cotidiano das pessoas desde a infância, e que tem um significado emocional e biológico mais profundo do que parece à primeira vista.

Em diferentes culturas e contextos sociais, ele surge como uma forma espontânea de demonstrar carinho, apoio, conforto e conexão, mesmo quando faltam palavras para expressar sentimentos complexos. Esse contato físico é interpretado pelo corpo como um sinal de segurança e proximidade.

Apesar de parecer apenas um costume social ou um ato de afeto, o abraço provoca reações reais no organismo. Em poucos segundos de contato físico, o cérebro passa a liberar substâncias químicas ligadas ao prazer, à calma e à criação de vínculos emocionais, influenciando diretamente o humor, o nível de estresse e até a forma como lidamos com emoções negativas. Por isso, muitas pessoas relatam se sentir melhor após um abraço.

Nos últimos anos, a ciência passou a investigar mais profundamente por que esse gesto aparentemente simples é capaz de gerar tantos efeitos positivos no corpo e na mente. A conclusão é que o abraço vai muito além do simbolismo emocional e envolve processos fisiológicos importantes. Entenda, a seguir, como e por que abraçar alguém faz tão bem.

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Como e por que abraçar alguém faz bem?

O ser humano é uma espécie social por natureza, e o contato físico sempre desempenhou um papel central na nossa sobrevivência e desenvolvimento.

Abraçar é um gesto presente no cotidiano das pessoas desde a infância, e que tem um significado emocional e biológico mais profundo do que parece à primeira vista. (Imagem: freepik/Freepik)

Desde os primeiros dias de vida, o toque é essencial para a formação de vínculos, ajudando bebês a reconhecerem segurança, cuidado e pertencimento. A ausência desse contato pode gerar impactos negativos no desenvolvimento emocional e psicológico ao longo da vida.

O gesto ativa regiões do cérebro ligadas à empatia, à confiança e à conexão social, reforçando a sensação de que estamos protegidos e amparados. Esse estímulo físico envia ao cérebro a mensagem de que o ambiente é seguro, o que ajuda a reduzir estados de alerta excessivo e ansiedade.

Um dos principais efeitos biológicos do abraço é a liberação de oxitocina, um hormônio produzido pelo hipotálamo e liberado pela hipófise, amplamente conhecido por seu papel na criação e no fortalecimento de vínculos emocionais.

Esse hormônio é ativado em situações de proximidade física e contato afetivo, como abraços, carícias, segurar as mãos e até o simples toque pele a pele, funcionando como um mediador químico da conexão humana.

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Quando a oxitocina é liberada durante um abraço, ela atua diretamente em áreas do cérebro ligadas à emoção, à memória social e à percepção de confiança. Esse processo ajuda a reduzir sentimentos de medo, insegurança e desconfiança, criando uma sensação subjetiva de acolhimento e proximidade emocional.

É por isso que abraços costumam ser associados a sentimentos de conforto e tranquilidade, mesmo em momentos de tensão.

Além do efeito emocional imediato, a oxitocina também influencia comportamentos sociais a longo prazo, fortalecendo laços afetivos e promovendo maior empatia entre as pessoas. Níveis mais elevados desse hormônio estão relacionados a relações interpessoais mais estáveis, maior capacidade de cooperação e sensação de pertencimento social, fatores fundamentais para a saúde mental.

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Redução do estresse e do cortisol

Abraçar alguém também está diretamente ligado à redução dos níveis de cortisol, o principal hormônio associado ao estresse. Em situações de pressão constante, ansiedade ou sobrecarga emocional, o organismo tende a manter o cortisol elevado por longos períodos, o que pode gerar efeitos negativos como irritabilidade, dificuldade de concentração, fadiga e alterações no sono.

Um dos principais efeitos biológicos do abraço é a liberação de oxitocina, um hormônio produzido pelo hipotálamo e liberado pela hipófise, amplamente conhecido por seu papel na criação e no fortalecimento de vínculos emocionais. (Imagem: freepik/Freepik)

O contato físico promovido pelo abraço atua como um sinal de segurança para o sistema nervoso, ajudando o corpo a sair do estado de alerta contínuo. Ao perceber esse estímulo, o cérebro reduz gradualmente a produção de cortisol, permitindo que o organismo entre em um estado mais equilibrado e relaxado.

Esse mecanismo ajuda a explicar por que abraçar alguém em momentos difíceis pode aliviar a tensão emocional de forma quase imediata. A redução do estresse não ocorre apenas no campo psicológico, mas também no nível fisiológico, contribuindo para um melhor funcionamento geral do corpo.

Efeitos no sistema nervoso

Durante um abraço mais prolongado, o sistema nervoso parassimpático é ativado, sendo responsável por desacelerar funções corporais associadas ao estresse. Esse sistema regula processos como a diminuição da frequência cardíaca, a redução da pressão arterial e a normalização da respiração, criando uma sensação geral de relaxamento.

Esse efeito é particularmente importante em situações de ansiedade ou agitação emocional, nas quais o corpo permanece em estado de alerta constante. O abraço ajuda a “desligar” esse modo de defesa, sinalizando que não há perigo imediato, o que favorece a recuperação do equilíbrio emocional.

Com o tempo, a repetição desse tipo de estímulo positivo pode contribuir para uma melhor regulação emocional, tornando o organismo mais resiliente a situações de estresse no dia a dia.

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Benefícios emocionais do abraço

Do ponto de vista emocional, o abraço funciona como um reforço de apoio e aceitação, reduzindo sentimentos de solidão, abandono e tristeza. Ele transmite, de forma não verbal, a mensagem de que a pessoa não está sozinha, o que pode ter um impacto profundo em momentos de vulnerabilidade emocional.

Do ponto de vista emocional, o abraço funciona como um reforço de apoio e aceitação, reduzindo sentimentos de solidão, abandono e tristeza. (Imagem: DC Studio/Freepik)

Esse tipo de contato também contribui para o fortalecimento da autoestima, pois reforça a sensação de ser valorizado e acolhido. Para muitas pessoas, o abraço atua como uma forma silenciosa de validação emocional, algo essencial para o bem-estar psicológico.

Em contextos de luto, estresse ou dificuldades emocionais, o abraço pode funcionar como um dos gestos mais eficazes de apoio, justamente por atuar diretamente no campo emocional, sem a necessidade de explicações ou conselhos.

O abraço como forma de comunicação não verbal

Nem todas as emoções podem ser expressas com palavras, e o abraço surge como uma das formas mais poderosas de comunicação não verbal. Ele transmite empatia, solidariedade, cuidado e compreensão de maneira imediata, ultrapassando barreiras linguísticas e culturais.

Em muitas situações, princiopalmente quando alguém enfrenta sofrimento emocional, um abraço pode ser mais significativo do que longos discursos. O corpo interpreta esse gesto como um sinal de proximidade genuína, criando uma conexão emocional mais profunda entre as pessoas envolvidas.

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Essa comunicação silenciosa ajuda a fortalecer relações e a criar ambientes emocionais mais seguros, nos quais as pessoas se sentem à vontade para expressar sentimentos e vulnerabilidades.

Impactos positivos na saúde mental

O contato físico afetuoso, como abraços frequentes, está associado a menores índices de ansiedade, depressão e estresse crônico. O abraço atua como um regulador emocional, ajudando o cérebro a lidar melhor com emoções negativas.

Além disso, o contato físico positivo pode contribuir para uma maior estabilidade emocional, favorecendo a sensação de bem-estar no cotidiano. Pessoas que recebem mais afeto físico tendem a apresentar maior resiliência emocional diante de desafios.

Esse efeito protetor é muito relevante em contextos de isolamento social, nos quais a ausência de contato físico pode intensificar sentimentos de solidão e sofrimento psicológico.

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Fortalecimento dos vínculos sociais

Abraçar fortalece laços afetivos ao longo do tempo, sejam eles familiares, românticos ou de amizade. Esse gesto simples ajuda a construir confiança mútua, reforçando a sensação de proximidade e conexão emocional entre as pessoas.

O contato físico afetuoso, como abraços frequentes, está associado a menores índices de ansiedade, depressão e estresse crônico. (Imagem: freepik/Freepik)

Relações que envolvem contato físico respeitoso e consentido tendem a ser percebidas como mais seguras e satisfatórias. O abraço atua como um elemento de manutenção desses vínculos, ajudando a criar relações mais estáveis e duradouras.

Esse fortalecimento social também tem reflexos positivos na saúde mental, já que relações sólidas funcionam como uma rede de apoio emocional importante.

O cérebro associa o abraço a experiências positivas e seguras, criando uma resposta emocional automática de conforto. Por isso, em momentos de medo, tristeza ou insegurança, muitas pessoas buscam instintivamente esse tipo de contato.

Essa sensação de segurança emocional ajuda a regular emoções intensas, permitindo que a pessoa se sinta mais amparada para lidar com situações difíceis. O abraço funciona, nesse sentido, como um recurso natural de autorregulação emocional.

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Com o tempo, essas experiências reforçam a percepção de que o mundo social pode ser um lugar seguro, desde que existam conexões afetivas significativas.

Mesmo em um mundo cada vez mais digital, o abraço continua sendo uma das formas mais eficazes de conexão humana. Ele atua simultaneamente no corpo e na mente, promovendo benefícios emocionais, psicológicos e fisiológicos de forma integrada.

Entender por que abraçar nos faz sentir melhor ajuda a valorizar esse gesto simples, mas profundamente poderoso, que contribui para a saúde emocional, o bem-estar e a qualidade das relações humanas ao longo da vida.

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Por que focas dão tapas na própria barriga?

Redação Informe ES

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Você já se perguntou o que leva as focas a darem tapas na própria barriga? Para nós, isso parece apenas um comportamento cômico, contudo, este hábito esconde funções biológicas vitais. Assim como o fascinante canto da perereca-assobiadora, ou as características peculiares do intrigante verme-réptil ou anfíbio recém-estudado no Brasil, a fauna marinha possui métodos próprios de interagir com o ambiente que desafiam nossa percepção inicial.

O que para nós soa como uma brincadeira de “tiozão”, para esses pinípedes, é uma ferramenta de sobrevivência. As focas são animais sociais e adaptados a ambientes desafiadores, e os comportamentos que às vezes parecem estranhos ou até autolesivos podem ter explicações ecológicas ou sociais bastante lógicas quando observados de perto.

Neste texto, vamos explorar o que está por trás desse gesto curioso, como ele funciona, e o que estudos científicos e observações de campo nos dizem sobre o significado desse ato.

Um tapinha não dói? Entenda por que motivo as focas batem na própria barriga

Embora o gesto pareça apenas uma diversão antropomorfizada, a ciência revela que o ato de bater as nadadeiras contra o corpo serve a propósitos complexos.

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Pesquisadores de biologia marinha identificaram que esse hábito varia conforme o ambiente, o gênero do animal e até mesmo a época do ano, sendo fundamental para a saúde e a dinâmica social das colônias.

Comunicação acústica e demonstração de força

Uma das hipóteses mais aceitas é que esses “tapas” servem como uma forma de comunicação, especialmente em ambientes ruidosos ou quando a distância entre indivíduos é grande.

Imagem de uma foca na areia
Muito além de um comportamento engraçado, o tapa na barriga das focas é uma ferramenta essencial de sobrevivência e domínio territorial no ecossistema marinho (Imagem: Steve Adams / Unsplash)

Em muitos mamíferos marinhos, o som submerso é fundamental, mas gestos visuais e táteis têm um papel importante também. Ao bater na própria barriga, uma foca pode gerar sons ou vibrações que ajudam a:

  • Marcar presença para outros membros da colônia;
  • Sinalizar disposição para interagir ou disputar território;
  • Coordenar movimentos em grupos, como durante a caça cooperativa.

É uma exibição de vigor físico comparável ao que os gorilas fazem ao bater no peito. O som de alta frequência consegue atravessar o barulho ambiente do oceano, informando aos rivais que aquele território já tem dono e sinalizando às fêmeas que aquele indivíduo possui genes fortes.

No mundo selvagem, ser barulhento e imponente é uma estratégia clássica para evitar confrontos físicos diretos, que poderiam resultar em ferimentos graves.

O controle térmico: a barriga como radiador

As focas possuem uma camada de gordura extremamente espessa, essencial para mantê-las aquecidas em águas geladas. No entanto, quando estão fora da água ou em dias mais ensolarados, o excesso de isolamento térmico pode levar ao superaquecimento. O “tapa na barriga” entra aqui como um mecanismo de termorregulação.

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Imagem de IA  fotorrealista de uma foca cinza sentada sobre uma placa de gelo cercada por águas polares, onde o animal está com as nadadeiras dianteiras posicionadas contra a barriga em um movimento de percussão
Foca cinza em seu habitat natural realizando o comportamento de percussão, um gesto essencial para a comunicação acústica e a sobrevivência nas regiões polares (Imagem: Renata Mendes via IA One Image / Olhar Digital)

Ao baterem na superfície do corpo, as focas ajudam a dissipar o calor acumulado. Em alguns casos, a vibração e o contato com a pele úmida facilitam a evaporação, ajudando a resfriar o sangue que circula logo abaixo da derme.

É uma forma rudimentar, porém eficaz, de ventilação interna. Quando você vê uma foca fazendo isso sob o sol, ela provavelmente está tentando evitar um estresse térmico, buscando equilibrar sua temperatura interna com a do ambiente externo.

Alívio durante a muda de pele e pelos

Anualmente, as focas passam por um processo conhecido como “muda catastrófica”, onde perdem toda a pelagem antiga para dar lugar a uma nova. Esse período é fisiologicamente exaustivo e, convenhamos, extremamente desconfortável. A pele por baixo dos pelos antigos torna-se sensível e irritadiça, causando uma coceira incessante.

Imagem mostra uma foca na areia da praia
Foca na praia Muito além de um comportamento engraçado, o tapa na barriga das focas é uma ferramenta essencial de sobrevivência e domínio territorial no ecossistema marinho
(Imagem: Zdeněk Macháček / Unsplash)

Os tapas na barriga e as batidas com as nadadeiras laterais servem para aliviar essa irritação. Além de coçar as áreas onde os pelos estão se soltando, o impacto ajuda a desprender as camadas de pele morta.

Sem a ajuda de mãos articuladas, a nadadeira frontal é a única ferramenta que o animal possui para garantir a higiene e acelerar a renovação do seu isolamento térmico natural.

O ato de bater na barriga pode ajudar a:

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  • Soltar pele morta ou fragmentos de algas e sujeira;
  • Reduzir o acúmulo de parasitas externos;
  • Estimular o fluxo sanguíneo na pele.

Comportamento aprendido e busca por recompensas

Não podemos ignorar que, em ambientes de cativeiro ou centros de reabilitação, o tapa na barriga ganha uma nova camada de significado: o reforço positivo.

Grupo de focas reunido na água
Entender o comportamento das focas valoriza a complexidade da vida selvagem e ressalta a importância de proteger seus habitats, garantindo a preservação de suas formas únicas de comunicação e sobrevivência para estudo (Imagem: Wirestock Creators / Shutterstock.com)

As focas são animais extremamente inteligentes, pertencentes à subordem Caniformia, o que as torna primas evolutivas dos cães. Elas aprendem rapidamente que gestos que geram reações humanas costumam ser seguidos de peixes.

Dessa forma, o que começou como uma função biológica pode ser “sequestrado” pela inteligência do animal para manipular seus cuidadores. Na natureza, contudo, o gesto permanece puramente funcional. Seja para afastar um competidor ou para resfriar o corpo após um longo período em terra firme, cada batida na barriga é um testemunho da adaptação evolutiva desses incríveis nadadores.

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Um estudo publicado na Marine Mammal Science revelou que os tapas são, na verdade, uma sofisticação da comunicação acústica marinha. Segundo os pesquisadores, essa batida percussiva é um indicativo direto da força e da qualidade genética do macho.

Como o gesto exige vigor físico e coordenação, ele serve como um “anúncio” de que o animal está em excelente forma, ajudando a evitar confrontos físicos reais com competidores menores. No contexto acadêmico, esse comportamento é classificado como uma exibição de dominância, similar ao que ocorre com os grandes primatas em terra firme.

O estudo utilizou imagens de vídeo gravadas pelo mergulhador e pesquisador Ben Burville, da Universidade de Newcastle, no Reino Unido.

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Através dessas gravações, os cientistas conseguiram provar que o som produzido pelos tapas é uma forma de sinalização social. O impacto das nadadeiras cria um som de alta frequência que se propaga com eficiência debaixo d’água, funcionando como um aviso sonoro para outros indivíduos da mesma espécie.

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