Tecnologia
Inteligência Artificial gera busca por proteção de direitos

Desde a pandemia da covid-19, têm se tornado cada vez mais frequentes nos cartórios de notas do Brasil registros de diretivas antecipadas de vontade (DAVs) feitas por pessoas que desejam proteger sua imagem e voz, diante do avanço da inteligência artificial (IA).
Segundo disse à Agência Brasil a vice-presidente do Colégio Notarial do Brasil seção Rio de Janeiro, Edyanne de Moura Frota Cordeiro, tabeliã titular do 7º Ofício de Notas, os tabelionatos já registraram cerca de 5 mil DAVs em todo o país, nos últimos três anos. No estado do Rio de Janeiro, foram 107 escrituras sobre direitos digitais, sendo 31 somente nos primeiros semestre deste ano. O maior número de registros se concentra nas regiões Sudeste e Sul, informou.

Cartórios de notas recebem cada vez mais pedidos de proteção de direitos – Arquivo/Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O assunto ganhou destaque recentemente após a aparição da cantora Elis Regina em um comercial da Volkswagen, cuja imagem foi reconstituída a partir de inteligência artificial. Elis Regina morreu em 1982.
Caso semelhante ocorreu com o ator americano Paul Walker, que faleceu em um desastre de carro, em 2013, no meio das filmagens do filme Velozes e Furiosos 7. Para concluir o longa-metragem, foi utilizada tecnologia de computação gráfica (CGI, na sigla em inglês).
Na tecnologia, as imagens geradas por computador têm três dimensões e profundidade de campo. A cantora Madonna também alterou seu testamento, proibindo o uso de hologramas após sua morte. Tais fatos despertaram a atenção da sociedade para as escrituras sobre direitos digitais.
A tabeliã lembrou que, em paralelo ao desenvolvimento da mídia e ao aparecimento de influencers em plataformas digitais, a IA vem sendo cada vez mais aprimorada “e, hoje em dia, se pode fazer várias coisas com a voz da pessoa e imagem, mesmo pós-mortem. Por isso, ela destacou a necessidade de se regular as relações jurídicas.
Instrumentos
De acordo com Edyanne, os instrumentos vão se diferenciar. No caso de uma pessoa que quer ter suas obras perpetuadas depois de morta, como letras de música, imagens, voz, por exemplo, ou mesmo partilha de bens, o instrumento adequado seria o testamento, que só terá eficácia depois que a pessoa morrer.
Contudo, se for uma preocupação em vida, o instrumento são as DAVs. Isso se aplica a pessoas vivas que desejam preservar os direitos de voz ou imagem em caso de algum acontecimento inesperado, como problema de saúde, acidentes, situação de hospitalização sem discernimento ou coma. Nesses casos, a pessoa pode fazer uma diretiva para proteger tanto senhas de acesso, códigos de redes sociais, ativos, mas também regular o que vai ser feito com sua imagem e voz, caso ela esteja impossibilitada de manifestar a sua vontade. Esse é um instrumento novo que poucas pessoas sabem que existe, afirmou. “Nós temos esses dois tipos de documentos de escrituras notariais.”
Ética
Os direitos digitais são objeto do Projeto de Lei 3.592/2023, de autoria do senador Rodrigo Cunha (Podemos/AL), que busca disciplinar e estabelecer regras para a utilização das imagens e recursos digitais, principalmente no caso de pessoas já falecidas. “Porque a pessoa viva ainda tem como se defender”, advertiu a vice-presidente do CNB/RJ.
De acordo com o PL, o uso da imagem de uma pessoa falecida por meio de inteligência artificial só será permitido com o consentimento prévio e expresso da pessoa em vida ou dos familiares mais próximos. A proposta ainda determina que a permissão deve ser obtida e apresentada de forma clara, inequívoca e devidamente documentada, especificando os objetivos a serem alcançados com o uso de imagens e áudios.
Edyanne Cordeiro avaliou que a questão de bioética é muito recente e não está ainda regulada. “Tudo surgindo agora, tanto no que se refere à sucessão e ao que for usado depois da morte, reunidos na chamada herança digital, como aos direitos da personalidade, porque a pessoa está viva”. São direitos existenciais, constitucionais. “Têm muitos liames porque, se a pessoa não deu autorização e terceiros forem usar, isso vai gerar muita demanda de ações de indenização por danos morais e, até, danos materiais, porque pode-se manchar a imagem da pessoa e ela acabar perdendo direitos.”.
A tabeliã alertou que herdeiros, inclusive, podem ser vítimas de uso indevido de imagem e voz de parentes e deverão pedir indenização.
Plataforma
Para realizar uma DAV, a pessoa interessada deve comparecer em um cartório de notas com documentos pessoais ou fazer o procedimento em plataforma digital nacional, administrada pelo Conselho Federal do Colégio Notarial do Brasil.
No formato eletrônico, o cidadão escolhe o cartório de notas de sua preferência para solicitar o serviço. Em seguida, é agendada uma videoconferência com o tabelião de notas e a escritura é assinada eletronicamente, por meio de um certificado digital gratuito que pode ser emitido pela mesma plataforma. Embora gratuito, esse certificado vai servir somente para questões de cartório.
Segundo Edyanne, a antecipação de vontade é muito simples e não necessita de testemunhas, nem de acompanhamento por advogado. “A DAV é para se precaver em vida”, ressaltou. A tabela dos cartórios de notas para fazer uma DAV estabelece custo médio em torno de R$ 300, no estado do Rio de Janeiro. Dependendo do que for inserido na diretiva, o preço pode subir. Para testamentos, o valor tende a ser maior.
O testamento público é o documento pelo qual uma pessoa, denominada testador, declara como e para quem deseja deixar seus bens após sua morte. Para realizar o ato, é necessária a presença de duas testemunhas que não podem ser herdeiras ou beneficiadas pelo testamento, além dos documentos de identidade de todas as partes, requerentes e testemunhas. A presença de um advogado é opcional. O documento pode ser alterado e revogado enquanto o testador viver e estiver lúcido, e terá validade e publicidade somente após a sua morte.
Tabelionatos
O Colégio Notarial do Brasil – Seção Rio de Janeiro é a entidade de classe que representa institucionalmente os tabelionatos de notas do estado. As seccionais dos colégios notariais de cada estado estão reunidas em um Conselho Federal (CNB/CF), que é filiado à União Internacional do Notariado (UINL).
A entidade não governamental reúne 88 países e representa o notariado mundial existente em mais de 100 nações, correspondentes a dois terços da população global e 60% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, praticando atos que conferem publicidade, autenticidade, segurança e eficácia aos negócios jurídicos pessoais e patrimoniais, contribuindo para a desjudicialização.
Edição: Maria Claudia
Tecnologia
Chips conectados a laser em vez de cabos: Parece ficção científica, mas tem como objetivo revolucionar data centers

Os novos chips com conexão a laser prometem transformar a infraestrutura dos data centers globais ao substituir cabos de cobre por feixes de luz ultrarrápidos. Essa inovação visa eliminar os gargalos físicos que limitam o processamento de grandes volumes de dados. Entenda como essa tecnologia pode acelerar o futuro da inteligência artificial.
Como funcionam os novos chips com conexão a laser?
Segundo o estudo realizado pela Scintil Photonics, a integração de lasers diretamente nos chips de silício permite uma transmissão de dados sem precedentes. Essa técnica inovadora elimina a necessidade de conectores externos pesados, reduzindo drasticamente a latência e o consumo de energia em comparação aos métodos tradicionais de interconexão metálica.
A tecnologia utiliza circuitos fotônicos integrados para converter sinais elétricos em pulsos de luz de forma instantânea dentro do próprio hardware. Isso permite que múltiplos componentes em um data center se comuniquem em velocidades de terabits por segundo, otimizando fluxos de trabalho complexos que antes eram limitados pela resistência física do cobre.
💡 Integração Fotônica: O laser é fundido ao chip de silício em escala nanométrica para máxima eficiência.
⚡ Conversão de Sinal: Dados elétricos são transformados em luz estável sem perda de integridade.
🌐 Transmissão Direta: A luz viaja entre os chips eliminando o calor gerado pela fiação tradicional.
Por que o cobre está sendo substituído pela luz?
O cobre enfrenta limitações físicas severas, como a resistência elétrica e o aquecimento excessivo, que impedem o aumento da largura de banda em distâncias curtas dentro de servidores modernos. À medida que os modelos de inteligência artificial crescem, a necessidade de mover petabytes de dados torna os cabos convencionais o maior gargalo da computação atual.
A luz, por outro lado, não sofre interferência eletromagnética e pode carregar uma quantidade massiva de informações simultaneamente através de diferentes comprimentos de onda. Essa transição para a fotônica de silício é vista por especialistas como o passo essencial para manter a Lei de Moore viva em uma era dominada pelo processamento em nuvem.
- Redução significativa da dissipação de calor nos racks de servidores.
- Aumento exponencial da largura de banda disponível por centímetro quadrado.
- Eliminação da confusão de cabos físicos, facilitando o design modular.
- Melhoria na sustentabilidade através de um consumo energético otimizado.

Quais os benefícios dos chips com conexão a laser?
Os benefícios práticos dos chips com conexão a laser atingem diretamente a escalabilidade necessária para treinar redes neurais gigantescas. Com a redução dos tempos de espera na transferência de dados, as unidades de processamento gráfico (GPUs) podem operar em sua capacidade máxima sem interrupções, acelerando ciclos de desenvolvimento tecnológico.
Além da performance bruta, a arquitetura simplificada permite que os centros de processamento de dados sejam mais densos e eficientes. Isso se traduz em custos operacionais menores para as empresas e uma internet mais rápida e responsiva para o usuário final, conforme detalhado na comparação técnica apresentada na tabela a seguir.
| Recurso | Cabos de Cobre | Conexão a Laser |
|---|---|---|
| Velocidade Máxima | Limitada por distância | Ultra-alta (Terabits) |
| Eficiência Térmica | Baixa (gera calor) | Alta (frio) |
| Latência de Dados | Perceptível em escala | Quase inexistente |
Qual o impacto desta inovação na Inteligência Artificial?
A Inteligência Artificial generativa exige uma troca de informações constante e massiva entre milhares de núcleos de processamento operando em paralelo. Sem uma interconexão de alta fidelidade, o poder computacional é desperdiçado em filas de processamento, o que torna o treinamento de novos modelos extremamente lento e caro para as organizações.
Ao adotar feixes de luz para a comunicação interna, os sistemas podem finalmente acompanhar a velocidade de raciocínio dos algoritmos modernos. Isso abre portas para assistentes virtuais mais inteligentes, diagnósticos médicos por IA em tempo real e sistemas de condução autônoma muito mais seguros e precisos para a sociedade.
Quando veremos essa tecnologia em larga escala?
Embora os primeiros protótipos funcionais já estejam apresentando resultados sólidos em testes de campo, a implementação em massa requer a adaptação das fundições de semicondutores. A transição deve ser liderada por gigantes da tecnologia que operam infraestruturas críticas de nuvem e serviços de streaming globais nos próximos anos.
A expectativa é que a fotônica de silício se torne o padrão industrial até o final desta década, substituindo gradualmente o hardware legado. Essa mudança silenciosa, porém profunda, será o motor invisível que garantirá que a internet continue evoluindo para suportar as demandas cada vez maiores do mundo digital moderno.
Leia mais:
- Avanço científico: laser mede distâncias com precisão inédita
- O ‘laser cósmico’ descoberto graças a um truque de Albert Einstein
- Laser caseiro “mais potente do mundo” é capaz de derreter aço
O post Chips conectados a laser em vez de cabos: Parece ficção científica, mas tem como objetivo revolucionar data centers apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico
Tecnologia
Mega-Sena já premiou mais de uma pessoa com o mesmo bilhete

Muitos apostadores se perguntam se é possível dividir o prêmio da loteria sem correr riscos com o papel físico. O segredo para essa segurança jurídica reside no sistema oficial de Bolão da Mega-Sena, que gera recibos individuais. Essa tecnologia garante que cada participante tenha seu próprio comprovante para resgatar a parte que lhe cabe diretamente no banco.
Como funciona o Bolão da Mega-Sena oficial?
Segundo informações do site oficial das loterias da Caixa Econômica Federal, o bolão é a forma mais segura de realizar apostas em grupo sem depender da confiança mútua. Através deste sistema, a aposta é dividida em cotas no momento do registro, o que formaliza a participação de cada indivíduo.
Ao registrar o jogo no sistema, a máquina emite recibos de cotas para cada integrante do grupo, permitindo o saque individual. Isso evita problemas comuns em apostas informais, onde apenas uma pessoa detém o bilhete físico e todos os outros dependem da sua honestidade para receber o prêmio.
📝 Registro da Aposta: O grupo escolhe os números e a lotérica registra como bolão oficial.
🎫 Emissão de Cotas: Cada participante recebe um bilhete impresso individual com sua parte.
💰 Resgate Individual: Em caso de prêmio, cada cota é paga de forma independente pelo banco.
Quais as vantagens de apostar com cotas individuais?
A maior vantagem reside na autonomia financeira que o sistema proporciona a cada um dos ganhadores após o sorteio. Com o recibo de cota em mãos, o apostador não precisa de autorização ou presença dos outros membros do grupo para dar entrada no processo de recebimento.
Diferente de acordos informais, o comprovante emitido pela casa lotérica é um título ao portador específico para aquela fatia do prêmio. Isso traz uma proteção jurídica robusta, garantindo que o dinheiro caia na conta correta sem intermediários.
- Proteção contra perda ou roubo do bilhete principal do grupo.
- Garantia de recebimento proporcional exato ao valor investido.
- Possibilidade de resgate em agências bancárias diferentes.
- Sigilo individual preservado perante os demais apostadores.

Qual a diferença entre bolão e o Bolão da Mega-Sena informal?
No modelo informal, apenas um bilhete é impresso para todo o grupo, o que pode gerar conflitos judiciais graves caso o detentor do papel desapareça. Nestes casos, provar a participação no jogo exige evidências como mensagens de texto ou transferências bancárias, o que é um processo lento.
Já no modelo oficial do Bolão da Mega-Sena, a segurança é total, pois o sistema já divide os valores matematicamente antes mesmo do sorteio. A Caixa Econômica reconhece cada cota como um jogo independente e premiável, eliminando o risco de golpes internos.
| Característica | Bolão Oficial | Bolão Informal |
|---|---|---|
| Comprovante | Recibo individual p/ cada um | Bilhete único para o grupo |
| Segurança Jurídica | Total (Garantida pela Caixa) | Baixa (Depende de confiança) |
| Resgate | Independente no banco | Depende do portador do papel |
Como é feito o resgate do prêmio por cada ganhador?
Para receber o dinheiro, o apostador deve comparecer a uma agência bancária da Caixa com seu recibo de cota individual, documento de identidade e CPF. O sistema validará o código de barras do recibo e confirmará que aquela cota específica é uma das contempladas no sorteio.
O processo é rápido e sigiloso, garantindo que o valor seja depositado na conta indicada pelo titular do bilhete premiado. É importante ressaltar que prêmios de grandes valores só podem ser resgatados em agências bancárias, e não em casas lotéricas.
É possível participar de bolões organizados pelas lotéricas?
Sim, as casas lotéricas podem organizar grupos de apostas para os sorteios regulares e especiais, como a Mega da Virada, facilitando a vida do apostador. Nesses casos, o sistema cria cotas automáticas que ficam disponíveis para venda diretamente no balcão.
Nesses casos, o apostador paga uma pequena tarifa de serviço de até 35% do valor da cota, mas recebe em troca a comodidade de um jogo estrategicamente montado. No final, o cliente sai da lotérica com seu comprovante oficial e a mesma segurança de um bolão feito entre amigos.
Leia mais:
- Qual a chance de ganhar na Mega–Sena com aposta simples?
- Quanto custa apostar todas as combinações possíveis da Mega–Sena
- Números mais sorteados da Mega–Sena nos últimos 10 anos
O post Mega-Sena já premiou mais de uma pessoa com o mesmo bilhete apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico
Tecnologia
Mega-Sena: quantas pessoas já ficaram milionárias no Brasil

A Mega-Sena é o sonho de consumo de milhões de brasileiros que buscam mudar de vida da noite para o dia. Com sorteios realizados três vezes por semana, o número de milionários da Mega-Sena não para de crescer em todas as regiões do país. Entender as estatísticas por trás desses prêmios revela o impacto social e econômico dessa loteria nacional.
Como surgiu a história dos milionários da Mega-Sena?
De acordo com dados oficiais das loterias da Caixa Econômica Federal, a Mega-Sena já premiou mais de 1.140 apostas desde sua criação em 1996. Este volume de ganhadores reflete a popularidade e a confiança que o brasileiro deposita no sistema de sorteios gerenciado pela instituição financeira.
A evolução da loteria trouxe mudanças significativas, como o aumento da frequência dos concursos, permitindo que novos “ex-anônimos” entrem para o seleto grupo de ricos com maior velocidade. A trajetória do prêmio mostra como ele se tornou um fenômeno cultural que mobiliza filas em lotéricas de todo o território nacional.
🍀 1996 – O Lançamento: A Mega-Sena substituiu a antiga Sena, trazendo acumulados maiores e regras mais atrativas.
🎆 2009 – Mega da Virada: Criação do sorteio especial de final de ano que não acumula e bate recordes de arrecadação.
📅 2023 – Novo Calendário: Início dos três sorteios semanais (terças, quintas e sábados) para acelerar novos prêmios.
Quais são as chances reais de ganhar o prêmio máximo?
Ganhar na Mega-Sena exige muito mais do que apenas persistência, pois a probabilidade matemática é um desafio para qualquer apostador comum. A aposta simples, com apenas seis números marcados, oferece uma chance em mais de 50 milhões de combinações possíveis, o que torna cada vitória um evento estatístico raro.
Apesar da dificuldade matemática, o volume massivo de bilhetes vendidos semanalmente garante que o prêmio principal saia com frequência regular em diversas cidades. Muitos jogadores optam por estratégias variadas, desde desdobramentos complexos até a escolha de números baseados em datas pessoais ou bolões coletivos.
- Probabilidade de acerto com 6 números: 1 em 50.063.860;
- Possibilidade de marcar até 20 dezenas no mesmo bilhete;
- Chances de ganhar a Quadra ou Quina são significativamente maiores;
- Sorteios regulares realizados três vezes por semana em todo o Brasil.

Onde vivem os principais milionários da Mega-Sena no país?
A distribuição geográfica dos prêmios costuma acompanhar a densidade populacional e o volume de apostas realizadas em cada estado brasileiro. Naturalmente, as grandes metrópoles e capitais costumam concentrar a maior parte dos bilhetes premiados ao longo das últimas décadas de existência do jogo.
Entretanto, a sorte não escolhe endereço e já visitou diversas cidades pequenas no interior do Brasil, transformando economias locais com a circulação súbita de fortunas. Analisar o ranking por estados ajuda a entender onde a “fé” na loteria é mais recompensada estatisticamente devido ao fluxo de jogos.
| Estado | Volume de Prêmios | Destaque |
|---|---|---|
| São Paulo | Liderança Nacional | Maior número de bilhetes vendidos |
| Rio de Janeiro | Alta Concentração | Frequência constante de ganhadores |
| Minas Gerais | Top 3 Brasil | Destaque em bolões premiados |
Qual é o perfil médio dos ganhadores brasileiros?
Embora a Caixa Econômica não divulgue a identidade dos vencedores por questões de segurança, o perfil socioeconômico costuma ser bastante diverso. Existem relatos de desde trabalhadores assalariados que fizeram um jogo único até grupos de amigos que organizam bolões profissionais para aumentar as chances.
A discrição é a principal característica dos novos ricos, que geralmente buscam orientação financeira imediata para gerir o patrimônio recém-adquirido. Muitos decidem investir em imóveis, agronegócio ou simplesmente viver dos rendimentos de aplicações de baixo risco, garantindo o futuro de gerações.
O que muda com os três sorteios semanais da loteria?
A implementação do terceiro sorteio semanal foi uma estratégia para dinamizar o mercado de loterias e aumentar a arrecadação destinada a áreas sociais. Com sorteios realizados às terças, quintas e sábados, o intervalo entre as acumulações diminuiu, mantendo o interesse do público sempre em alta.
Para o apostador fiel, isso significa mais oportunidades de testar a sorte e prêmios que escalam de valor de forma muito mais veloz que antigamente. Essa nova rotina consolidou a Mega-Sena como o principal produto lotérico da América Latina em termos de volume de prêmios distribuídos anualmente.
Leia mais:
- Quanto custa apostar todas as combinações possíveis da Mega–Sena
- Mega–Sena: veja quanto R$ 60 milhões na poupança
- Estes são os números que quase nunca saem na Mega–Sena
O post Mega-Sena: quantas pessoas já ficaram milionárias no Brasil apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico
-

Educação19 horas atrásInvestimento do Estado garante modernização de CMEI tradicional em Vitória
-

Esporte1 dia atrásFlamengo derrota Remo no Maracanã por 3 a 0 e entra no G4 do Brasileiro
-

Cidades21 horas atrásCariacica: Mutirão de Emprego oferece 1,4 mil vagas no Terminal de Jardim América na terça (24)
-

Política10 horas atrásSerginho Vidigal se filia ao Podemos: “quero construir minha identidade própria na política”
-

Cidades20 horas atrásMonitoramento inteligente da Serra garante resgate de idoso desaparecido
-
Negócios25 minutos atrás
Como se Tornar Juiz: O Caminho até a Magistratura e os Benefícios da Carreira
-

Tecnologia25 minutos atrásChips conectados a laser em vez de cabos: Parece ficção científica, mas tem como objetivo revolucionar data centers























