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O que fazer com antena parabólica velha?

Os websites e canais de notícias já veiculam a informação de que as antenas parabólicas antigas vão parar de funcionar até o final deste ano, e isso ocorre porque os modelos velhos sofrem interferência da internet 5G. Mas após trocar a parabólica velha pela parabólica digital, o que fazer com a antena antiga?
Para responder a essa dúvida, reunimos algumas informações sobre a “obrigatoriedade” da troca de antenas e uma lista de coisas que você pode fazer com a sua antena parabólica velha quando ela for substituída pela versão digital.
Por que a antena parabólica velha vai parar de funcionar?
Recentemente, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) definiu que todas as antenas parabólicas antigas vão parar de funcionar. Essa medida é necessária porque o Brasil passa por diversas mudanças para se adaptar à rede 5G, que veio para revolucionar a rapidez da internet móvel.

Mas o que o 5G tem a ver com as antenas? A resposta é muito simples: as antenas parabólicas antigas operam numa faixa igual ao 5G, e quando transmissões diferentes tem faixas iguais ou muito próximos, há interferências.
Por exemplo: se você mora numa região onde o 5G já foi implantado e há uma antena parabólica antiga na sua casa, é provável que o sinal da sua televisão sofra com muitos chiados e apresente queda na qualidade de imagem. Contudo, se você mudar a sua antena para uma digital, essa interferência acaba, porque as antenas digitais operam em uma frequência diferente daquela utilizada pela rede 5G.
Então, como o objetivo da Anatel é instaurar o 5G no Brasil inteiro, é de extrema importância que todas as antenas parabólicas antigas sejam substituídas por uma antena digital: dessa forma, todos podem usufruir do 5G sem enfrentar interferências ao assistir televisão.
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O que fazer com a antena parabólica velha?
Uma vez que a antiga parabólica velha for substituída por uma digital, você ficará com a velha em casa; então, o que fazer com ela? Há dois caminhos possíveis: descarte consciente e reutilização.

Para o descarte correto de uma antena parabólica antiga, você deve levá-la a um centro de coleta de lixo eletrônico. Isso é importante porque a antena possui diferentes componentes metálicos e o seu descarte irresponsável pode contaminar o solo com substâncias tóxicas, contribuindo para a poluição ambiental.
Esses pontos de coleta estão presentes em centros de reciclagem, em fábricas que compram metais e papelão, em iniciativas privadas e públicas que recebem materiais eletrônicos descartados e até em algumas lojas físicas de computação. Na dúvida, utilize a internet para buscar a solução mais próxima de você.
Já para a reutilização, é possível desmontar os componentes metálicos e eletrônicos da antena parabólica e utilizá-los para diferentes fins. Dentre as possibilidades, podemos citar:
- Revestir a antena com palha ou outro material e transformá-la em um sombreiro de praia;
- Inserir pisca-piscas e arranjos de galhos artificiais para criar um ornamento em jardins;
- Criar um vaso de plantas suspenso;
- Produzir uma cama de rede para pássaros, etc.
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Meta diz ao TSE que canal “Exército do Lula” não viola regras do WhatsApp

A Meta afirmou nesta sexta-feira (23) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que não encontrou violações das regras do WhatsApp no canal “Exército do Lula”, criado para divulgar publicações de apoio à candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A manifestação foi apresentada após o presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, solicitar uma análise técnica do funcionamento do canal.
Segundo a empresa, a avaliação concluiu que o canal não desrespeita as políticas da plataforma. A Meta também afirmou que o relatório técnico encaminhado ao tribunal detalha as regras consideradas e a metodologia utilizada para identificar conteúdos que violam suas diretrizes.
O pedido de análise foi feito após uma solicitação da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que alegou haver indícios de que as plataformas da Meta não estariam cumprindo o plano de conformidade apresentado à Justiça Eleitoral para garantir a integridade do processo eleitoral.
Canal já havia sido suspenso pelo TSE
- A disputa em torno do “Exército do Lula” envolve decisões distintas dentro do próprio tribunal;
- Em 11 de outubro, Nunes Marques determinou a suspensão do canal após considerar que publicações reproduziam conteúdos anteriormente classificados como inverídicos pela Justiça Eleitoral;
- Posteriormente, o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva derrubou a suspensão. Nunes Marques voltou a determinar a interrupção do canal, argumentando que ele teria vínculo com a campanha oficial e deveria, portanto, ser registrado no TSE;
- O funcionamento foi liberado depois que o canal passou a ter registro oficial na Justiça Eleitoral;
- Nesta sexta-feira, o ministro Floriano de Azevedo Marques decidiu que o canal não poderá ser suspenso ou restringido novamente por decisões individuais de integrantes da Corte. Segundo ele, uma eventual nova decisão sobre o tema deverá ser tomada pelo plenário do TSE;
- A medida foi adotada após a campanha de Lula apresentar um mandado de segurança preventivo para impedir nova suspensão.

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Meta afirma não ter encontrado irregularidades
A análise apresentada pela Meta responde ao pedido de investigação sobre o funcionamento do canal, incluindo possíveis ações coordenadas entre contas, padrões de engajamento e atividades publicitárias.
A empresa declarou que não identificou violações de suas políticas na avaliação realizada. A conclusão diz respeito às regras da plataforma e não substitui a análise da Justiça Eleitoral sobre eventuais infrações à legislação brasileira.
O caso ocorre em meio à disputa entre as campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro sobre a atuação das plataformas digitais durante a eleição presidencial.
A campanha de Flávio questiona o funcionamento do canal de apoio ao presidente, enquanto a campanha petista já havia apresentado questionamentos sobre decisões e procedimentos relacionados à circulação de conteúdo político nas redes sociais.
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“Grampo” na OpenAI: juiz vê risco de fuga e nega liberdade a ex-engenheiro da empresa

Um juiz federal dos Estados Unidos determinou que Abdulrahman Alfozan, ex-engenheiro da OpenAI, permaneça preso sem direito a fiança enquanto aguarda o andamento do processo criminal em que é acusado de instalar um dispositivo de gravação clandestino em um escritório da empresa em São Francisco, na Califórnia (EUA).
A decisão foi tomada nesta segunda-feira (19), após o magistrado Alex Tse considerar que há risco significativo de o acusado não comparecer à Justiça. Durante a audiência, o juiz também questionou a proposta do consulado saudita de assumir integralmente o pagamento de uma eventual fiança, classificando a oferta como problemática.
Alfozan, de 35 anos, foi preso em 9 de outubro. Ele é acusado de interceptar comunicações orais por meio de dispositivo eletrônico e pode enfrentar até cinco anos de prisão se for condenado.
Promotores apontam contatos com a família real saudita
- Em documentos judiciais, os promotores afirmaram que Alfozan mantinha contato frequente com um integrante não identificado da família real da Arábia Saudita. Segundo a acusação, essa pessoa teria tentado recrutá-lo em diversas ocasiões para participar de uma iniciativa de inteligência artificial (IA) no país;
- Uma das mensagens trocadas pelo WhatsApp, reproduzida no processo, trazia a frase: “A Arábia Saudita precisa mais de você do que os Estados Unidos”. De acordo com os promotores, Alfozan respondeu com “100”, expressão usada para indicar concordância;
- Os procuradores também apontaram que o engenheiro havia comprado uma passagem aérea só de ida para Riade, capital saudita, com embarque previsto para 12 de outubro. Para a acusação, a compra reforça o risco de fuga;
- O advogado de defesa, William Pernik, contestou essa interpretação. Ele afirmou que Alfozan tinha uma entrevista para obter a cidadania estadunidense marcada para 6 de novembro;
- A esposa do engenheiro e o bebê do casal deixaram os Estados Unidos em 10 de outubro, um dia após a prisão. Segundo os promotores, as passagens foram pagas por um oficial militar saudita.

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Dispositivo foi encontrado em sala de reuniões
Alfozan trabalhava na OpenAI desde 2025. A empresa descobriu um dispositivo de gravação escondido atrás de uma televisão em uma sala de reuniões executiva, em setembro. O equipamento estava envolto em papel higiênico e conectado a uma porta USB.
De acordo com a acusação, as reuniões realizadas no local frequentemente envolviam informações confidenciais sobre pesquisas, produtos, estratégias comerciais e decisões da companhia.
Embora o caso tenha levantado preocupações sobre segurança nacional entre autoridades estadunidenses, Alfozan não foi formalmente acusado de espionagem. Os promotores afirmam que a investigação continua e que ela pode resultar em acusações adicionais.
A próxima audiência está prevista para 6 de novembro.
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