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Quina 6958: veja resultado de hoje, sábado (21)

Redação Informe ES

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Quer saber o resultado de todas as loterias? Clique aqui!

O sorteio do concurso 6958 da Quina, com prêmio de R$ 11 milhões, foi realizado na noite deste sábado (21), direto do Espaço da Sorte, na Avenida Paulista, em São Paulo (SP).

Se você não conseguiu assistir ao sorteio ao vivo pela RedeTV! às 21h, pode conferir a transmissão completa pelo canal oficial da Caixa e da RedeTV! no YouTube e no perfil da Loterias Caixa no Facebook.

Participaram deste concurso aqueles que registraram suas apostas até as 19h deste sábado (21), adquirindo um bilhete em uma unidade lotérica, no site ou no aplicativo das Loterias Caixa. A aposta simples, com cinco dezenas, custa R$ 3,00.

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Resultado da Quina 6958

O sorteio da Quina, concurso 6958, foi realizado na noite deste sábado (21) pela Caixa Econômica Federal, em São Paulo (SP). O prêmio do concurso estava estimado em mais de R$ 11 milhões.

Os números sorteados foram: 09 – 14 – 55 – 24 – 68.

  • 1 aposta acertou as cinco dezenas e levará R$ 11.083.093,94;
  • 57 apostas acertaram quatro números e ganharam R$ 9.994,12;
  • 5.383 apostas acertaram três dezenas e levarão R$ 100,78;
  • 129.568 apostas marcaram dois números e ganharam R$ 4,18.

Leia mais:

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  • 5 sites para escolher números para Mega Sena
  • Como apostar na loteria europeia que paga milhões de euros

Últimos resultados da Quina

Os dez últimos resultados dos sorteios da Quina foram:

  • Quina 6957 (20/02/2026): 11 – 14 – 18 – 67 – 74
  • Quina 6956 (19/02/2026): 10 – 38 – 51 – 64 – 68
  • Quina 6955 (18/02/2026): 06 – 08 – 18 – 23 – 74
  • Quina 6954 (14/02/2026): 02 – 29 – 34 – 44 – 78
  • Quina 6953 (13/02/2026): 07 – 22 – 35 – 58 – 63
  • Quina 6952 (12/02/2026): 01 – 02 – 57 – 62 – 79
  • Quina 6951 (11/02/2026): 01 – 10 – 20 – 44 – 66
  • Quina 6950 (10/02/2026): 01 – 06 – 24 – 47 – 60
  • Quina 6949 (09/02/2026): 21 – 51 – 60 – 67 – 73
  • Quina 6948 (07/02/2026): 03 – 21 – 32 – 46 – 57
Quando é o próximo sorteio da Quina?

O próximo sorteio é o 6959 e ele acontece na segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026.

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Qual o prêmio estimado do próximo sorteio da Quina?

O prêmio estimado para o sorteio 6959 é de R$ 600 mil.

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É hoje! A Artemis vai voltar – e você pode acompanhar com o OD

Redação Informe ES

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É hoje! A missão Artemis 2 será concluída nesta noite.

No último dia completo no espaço, a tripulação iniciou a manhã ao som de “Lonesome Drifter”, de Charley Crockett, enquanto a nave se aproximava da Terra a uma distância de 237.115 km.

Os astronautas da NASA Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, além do astronauta Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense (CSA), continuam os preparativos para o retorno ao planeta.

Entre as atividades programadas estavam a revisão dos procedimentos de reentrada na atmosfera e do pouso no oceano, além da execução de uma manobra de correção de trajetória de retorno.

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A NASA destacou que o momento atual da missão coloca em evidência o trabalho de engenheiros e técnicos responsáveis por garantir uma reentrada segura na Terra.

A fase de reentrada é considerada crítica, exigindo precisão absoluta nos cálculos e na execução dos procedimentos. O diretor de voo da missão Artemis 2, Jeff Radigan, reforçou a necessidade de exatidão durante o processo.

“Vamos direto ao ponto”, disse Radigan durante o briefing de ontem. “Precisamos acertar o ângulo corretamente, caso contrário, não teremos uma reentrada bem-sucedida.”

Com a Orion ganhando velocidade em direção à Terra, o foco da missão se volta totalmente para a atuação das equipes técnicas, responsáveis por conduzir a nave com segurança através da atmosfera terrestre.

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coletiva de imprensa artemis 2 astronautas orion
De dentro da cápsula Orion, os astronautas da Artemis 2 conversaram com a imprensa sobre a missão à Lua – Crédito: NASA

Preparação da cabine para reentrada

Como parte das tarefas do dia, Christina Koch e Jeremy Hansen iniciaram a organização da cabine da espaçonave. A atividade incluiu guardar os equipamentos utilizados durante a missão, remover cargas e redes de armazenamento, bem como instalar e ajustar os assentos da tripulação. O objetivo é garantir que todos os itens estejam devidamente seguros antes da reentrada na atmosfera terrestre.

Assista com o Olhar Digital!

A partir das 19h30, entramos no ar com o Olhar Digital News. Marisa Silva e Bruno Capozzi trarão uma retrospectiva do programa Artemis e o que podemos esperar do futuro da exploração espacial. Na sequência, o astrônomo Marcelo Zurita e o editor Lucas Soares se juntam à transmissão para trazer todos os detalhes do retorno dos astronautas.

A NASA prevê o pouso na água às 21h07 na costa de San Diego (horário de Brasília).

Esperamos vocês para esse momento histórico!

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Artemis 2: veja como foi o oitavo dia da missão

Redação Informe ES

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A missão Artemis 2 teve seu oitavo dia nesta quarta-feira (8). Diferente de terça-feira (7), os tripulantes Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen aproveitaram para realizar diversos testes em conjunto com a equipe em Houston (EUA).

Ao despertar, os astronautas estavam a 322.400 quilômetros da Terra e a 134.700 quilômetros da Lua. Além das atividades programadas, os tripulantes também receberam uma mensagem enviada pela Agência Espacial Canadense (CSA).

Como parte da rotina para manter a saúde durante a missão, todos realizaram sua sessão diária de exercícios utilizando o volante de inércia, equipamento projetado para o ambiente de microgravidade.

O dispositivo funciona por meio de um sistema de cabos que permite a execução de atividades aeróbicas, como o movimento de remo, além de exercícios de resistência, incluindo agachamentos e levantamento terra. A prática regular é essencial para minimizar os efeitos da ausência de gravidade no corpo humano.

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Outro foco das atividades do dia envolve testes com uma vestimenta específica para intolerância ortostática, utilizada sob o traje do Sistema de Sobrevivência da Tripulação Orion. Os quatro astronautas participaram de avaliações e testes com o equipamento, que tem como objetivo auxiliar na manutenção da pressão arterial e da circulação sanguínea durante o retorno à gravidade terrestre.

A intolerância ortostática pode afetar astronautas após longos períodos em microgravidade, dificultando a permanência em pé sem sintomas, como tontura ou desmaio. Para mitigar esse problema, a vestimenta aplica compressão na parte inferior do corpo, ajudando a estabilizar o fluxo sanguíneo e contribuindo para um retorno mais seguro à Terra.

A missão prevê, ainda nesta quarta, uma interação com a imprensa. Por volta das 22h45 (horário de Brasília), os jornalistas terão a oportunidade de conversar com a tripulação após a histórica passagem da espaçonave pela Lua.

Na sequência, os astronautas assumirão o controle da cápsula Orion por volta das 23h55 (horário de Brasília) para realizar mais uma demonstração de pilotagem manual. Durante o teste, a tripulação utilizará a janela de visão da nave para centralizar um alvo designado e conduzir a espaçonave até uma posição com a cauda voltada para o Sol.

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A atividade tem como objetivo coletar dados adicionais sobre as características de manuseio da Orion, além de avaliar os sistemas de orientação, navegação e controle. Ao posicionar a cápsula com a cauda direcionada ao Sol, os astronautas também conseguem gerenciar melhor as condições térmicas e a geração de energia da espaçonave.

Essa não é a primeira vez que a tripulação realiza esse tipo de procedimento. Uma demonstração semelhante já havia sido conduzida no início da missão, bem como durante testes de operações de proximidade, reforçando o treinamento e a validação dos sistemas da Orion em diferentes condições de voo.

Astronauta Christina Koch na janela da Orion olhando para a Terra durante a Artemis 2
Foto da astronauta Christina Koch olhando para a Terra da janela da Orion – Imagem: NASA

Leia mais:

  • Artemis 2: cientistas ficam surpresos com impactos de micrometeoros na Lua
  • O elo entre Apollo e Artemis: como uma órbita em forma de 8 está levando a humanidade de volta à Lua
  • “Beleza e escuridão”, astronautas da Artemis 2 contam como é o espaço profundo

Linha do tempo: o que aconteceu dia a dia na missão Artemis 2

Dia 1 (1º de abril): o retorno ao espaço profundo

  • Superação de obstáculos: antes da decolagem, a NASA precisou corrigir uma falha de última hora no sistema de destruição do foguete. Entenda o problema técnico que quase adiou a missão;
  • O lançamento: às 19h35 (horário de Brasília), o superfoguete SLS decolou da Flórida, levando quatro astronautas a bordo. Saiba como foi o lançamento histórico aqui;
  • Painéis solares: pouco após entrar em órbita, a Orion abriu seus quatro painéis solares em formato de “X”, garantindo os 11 quilowatts de energia necessários para a viagem;
  • Ajuste de órbita: a nave realizou uma manobra de elevação, estabelecendo uma órbita elíptica entre 185 km e 2.222 km de altitude para testes iniciais de sistemas.

Dia 2 (2 de abril): o “chute” rumo à Lua

  • Rotina e exercícios: a tripulação testou o novo dispositivo de exercícios flywheel e despertou ao som de “Green Light”, de John Legend, escolhida pelo controle de missão;
  • “Encanadora espacial”: a astronauta Christina Koch realizou um reparo de emergência no sistema sanitário da nave, garantindo o conforto da tripulação para o restante da viagem. Em vídeo, a astronauta conta como consertou o banheiro da Artemis 2;
  • Injeção Translunar (TLI): às 20h49 (Brasília), a Orion acionou seus motores por quase seis minutos, saindo da órbita da Terra e entrando oficialmente na trajetória de cruzeiro para a Lua. Entenda em detalhes o que é a manobra que colocou a Orion na rota lunar.

Dia 3 (3 de abril): chegando cada vez mais perto

  • A equipe testou vários equipamentos de primeiros socorros, como termômetro, monitor de pressão arterial, estetoscópio e otoscópio;
  • Realizaram testes no sistema de comunicações de emergência da Orion com a Rede de Espaço Profundo da NASA;
  • Também puderam conversar com a imprensa e familiares, destacando suas primeiras impressões sobre o espaço e a Terra vista de longe;
  • Com a realização da TLI um dia antes, a Orion entrou na chamada magnetocauda, extensão do campo magnético do planeta, semelhante a um cometa, que se estende por milhões de quilômetros, formada pelo vento solar que comprime e alonga o campo magnético.

Dia 4 (4 de abril): a pilotagem manual da Orion

  • No quarto dia de missão, cada membro da tripulação teve uma hora dedicada à revisão dos alvos geográficos que deverão fotografar no sexto dia de voo;
  • A equipe também teve que resolver problemas no banheiro da cápsula Orion. A resolução foi parcial;
  • Durante a noite, os astronautas Christina Koch, da NASA, e Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense (CSA), realizaram um teste de pilotagem manual da nave. Eles se revezaram no comando da Orion e executaram manobras em dois modos distintos de propulsão;
  • Paralelamente, os astronautas analisaram uma lista de alvos fornecida pela equipe de ciência lunar. O material reúne características da superfície da Lua que serão registradas durante o sobrevoo previsto para segunda-feira (6). 

Dia 5 (5 de abril): a pilotagem manual da Orion

  • Testes dos trajes: a tripulação dedicou grande parte da manhã a avaliar o Sistema de Sobrevivência da Tripulação Orion em ambiente espacial;
  • Operação inédita: os astronautas se tornaram os primeiros a vestir e operar os novos trajes no espaço, testando rapidez e pressurização em emergências;
  • Correção de trajetória: a Orion executou com sucesso a queima final (que seria a terceira) para ajustar o curso rumo à Lua.

Dia 6 (6 de abril): quebra de recordes e vislumbre de um eclipse solar total

  • Os tripulantes a bordo da cápsula Orion bateram o recorde de distância percorrida por alguém a partir da Terra, quebrando o recorde (400 mil km) estabelecido em 1970 pela tripulação da Apollo 13;
  • A equipe sobrevoou a Lua e fez análises sobre sua topografia e batizou uma cratera;
  • No fim do dia, durante quase uma hora, eles puderam acompanhar um eclipse solar total que só pôde ser visto por eles. Eles aproveitaram para observar mais a Lua e o Sol.

Dia 7 (7 de abril): descanso merecido

  • Orion saiu da esfera de influência lunar;
  • Donald Trump, presidente dos EUA, conversou com os tripulantes;
  • Um dos motores da cápsula foi acionado para realizar a primeira de três manobras de correção de rota;
  • Restante do dia livre para os astronautas.

Dia 8 (8 de abril): dia de testes

  • Testes de vestuário para intolerância ortostática;
  • Testes de pilotagem manual.

Artemis 2: o que está planejado para os próximos dias

A agência espacial dos Estados Unidos detalhou o plano de dez dias da missão Artemis 2. Confira abaixo:

Dia 9

O último dia completo da Artemis 2 no espaço começará com os preparativos para o retorno à Terra. 

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A tripulação reservou um tempo para estudar os procedimentos de reentrada e pouso na água, além de conversar com a equipe de controle de voo. Outra queima de correção de trajetória de retorno garantirá que a espaçonave permaneça no caminho certo.

A tripulação executará mais demonstrações para concluir sua lista de tarefas: sistemas de coleta de resíduos, caso o banheiro da Orion não funcione corretamente, e testes de ajuste das roupas para intolerância ortostática. 

A intolerância ortostática, que pode causar sintomas como tontura e vertigem ao ficar em pé, é uma possibilidade para os astronautas quando retornarem à Terra e seus corpos precisarem se readaptar à força da gravidade sobre o fluxo sanguíneo. Roupas de compressão, usadas sob os trajes espaciais, podem ajudar.

Os membros da tripulação experimentarão suas roupas, terão suas circunferências corporais medidas e responderão a um questionário sobre o ajuste e a facilidade para vesti-las e retirá-las.

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Dia 10

O último dia da missão Artemis 2 concentra-se em trazer a tripulação de volta para casa em segurança. Uma última queima de correção de trajetória de retorno garantirá que a Orion esteja no caminho certo para o pouso na água. 

A tripulação retornará sua cabine à configuração original, com os equipamentos guardados e os assentos em seus lugares, e vestirá seus trajes espaciais.

O módulo da tripulação se separará do módulo de serviço, cujos motores os guiaram ao redor da Lua e de volta à Terra. Isso vai expor o escudo térmico do módulo da tripulação, que protegerá a espaçonave e a tripulação enquanto atravessam a atmosfera terrestre e temperaturas de até cerca de 1.650ºC. 

Uma vez que tenham passado com segurança pelo calor da reentrada, a cobertura que protegia o compartimento dianteiro da espaçonave será ejetada para dar lugar a uma série de paraquedas (dois paraquedas de frenagem que reduzirão a velocidade da cápsula para cerca de 495 km/h, seguidos por três paraquedas piloto que acionarão os três paraquedas principais finais). 

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Essas manobras reduzirão a velocidade da Orion para aproximadamente 27 km/h para um pouso no Oceano Pacífico, onde pessoal da NASA e da Marinha dos EUA estarão esperando, concluindo a missão Artemis 2.

Quer saber mais sobre a jornada da NASA rumo à Lua? Confira nossa cobertura especial sobre a Artemis 2.

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Astronautas ouviram sons estranhos na Lua no passado

Redação Informe ES

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No dia 1º de abril (e não é mentira!), os astronautas Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch, da NASA, e Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense (CSA), partiram em uma jornada histórica: a missão Artemis 2. O voo os levou a contornar a Lua e chegar a mais de 406 mil km da Terra, estabelecendo um novo recorde de distância do planeta percorrida por humanos.

A Artemis 2 é a primeira missão tripulada do programa lunar da NASA e é comparável à Apollo 10, realizada no passado como um voo de reconhecimento antes do pouso lunar da Apollo 11. A missão atual e a histórica compartilham o objetivo de explorar e testar procedimentos críticos para futuras missões de pouso.

Em resumo:

  • Apollo 10 fez voo de reconhecimento lunar em maio de 1969;
  • Astronautas ouviram sons estranhos no lado oculto da Lua;
  • Gene Cernan descreveu ruídos como assobios misteriosos;
  • Michael Collins também ouviu sons semelhantes na missão seguinte;
  • NASA explicou ruído como interferência nos rádios VHF.
O módulo de comando da missão Apollo 10, com John Young a bordo, chamado “Charlie Brown”, é fotografado pela câmera do módulo lunar “Snoopy”, levando os tripulantes Thomas Stafford e Eugene Cernan, após a separação na órbita lunar. Crédito: NASA

Tripulação da Apollo 10 relatou ruídos e “objetos” inusitados 

Durante o voo da Apollo 10, ocorreram episódios curiosos, que não ofereceram qualquer risco à tripulação. Em um deles, os astronautas se depararam com um inesperado “indicador de gravidade zero”: um resíduo humano que escapou e passou a flutuar pela cabine, causando surpresa e constrangimento.

O segundo episódio chamou mais atenção. No lado oculto da Lua, a tripulação ouviu assobios misteriosos, descritos como uma música espacial típica de ficção científica. O piloto do módulo lunar, Gene Cernan, comentou: “Essa música até parece de outro planeta, não é? Vocês ouvem isso?”

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apollo 10
A tripulação da missão de órbita lunar Apollo 10: o piloto do Módulo Lunar, Eugene A. Cernan, o Comandante Thomas P. Stafford e o piloto do Módulo de Comando John W. Young – Crédito: NASA

Apesar da estranheza, a tripulação, formada por Cernan, Thomas Stafford e John Young, manteve a calma e seguiu com as tarefas programadas. O fenômeno também foi registrado em outras missões lunares, como na Apollo 11, quando Michael Collins, sozinho no módulo de comando orbitando a Lua enquanto Armstrong e Aldrin estavam na superfície, ouviu sons semelhantes do lado oculto do satélite.

Leia mais:

  • Artemis 2: NASA revela foto inédita de região inteira da Lua
  • Artemis 2 vai quebrar recorde de distância percorrida por humanos no espaço
  • Por que a missão Artemis 2 não vai pousar na Lua?

NASA explicou origem dos ruídos

A NASA havia previsto esses ruídos e assegurou que não representavam perigo. Depois, os técnicos confirmaram que o som era interferência entre rádios VHF do módulo lunar e do Módulo de Comando.

Segundo a transcrição oficial das comunicações da tripulação da Apollo 10 registradas durante a missão, o ruído começou quando o módulo lunar se separou do módulo principal e terminou com o pouso na Lua. A interrupção temporária da comunicação aumentou a sensação de mistério para os astronautas.

Segundo a CNN, Collins relatou em seu livro Carrying the Fire que, sem aviso prévio, teria se assustado bastante com o som sinistro. A explicação da NASA tranquilizou toda a equipe e esclareceu que não havia elementos extraterrestres envolvidos.

O áudio original da Apollo 10, divulgado em 2018 pela NASA, mostra por alguns segundos que o espaço sideral soou realmente estranho. O episódio mostra como pequenas falhas técnicas podem se transformar em histórias de mistério espacial. Ao mesmo tempo, destaca o rigor das missões lunares e a capacidade dos astronautas em lidar com situações inesperadas sem comprometer a segurança .

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