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Como saber se estou com burnout? Veja 10 sinais para identificar

A epidemia de burnout levanta um alerta para a saúde mental dos profissionais. Um estudo da empresa de consultoria Gallup com mais de 7.000 pessoas descobriu que 67% enfrentaram burnout no trabalho.
No Brasil, 30% dos profissionais sofrem com o burnout, segundo a ANAMT (Associação Nacional de Medicina do Trabalho). A doença ocupacional foi oficializada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) em 2022.
Existem inúmeras fontes e causas para o burnout, e cada pessoa possui mecanismos de enfrentamento e abordagens diferentes para lidar com o esgotamento.
Burnout pode se manifestar de diferentes maneiras
Quais são os sintomas físicos e comportamentais do burnout?
Embora o burnout seja frequentemente associado a questões psicológicas, a doença pode se manifestar com diferentes sintomas físicos e comportamentais.
A Mayo Clinic, organização da área de serviços médicos e pesquisas médico-hospitalares, identifica os sinais mais comuns. Confira alguns:
- Dores de cabeça;
- Dores musculares;
- Desconforto estomacal;
- Fadiga;
- Ansiedade;
- Irritabilidade;
- Falta de concentração;
- Mudanças na dieta e hábitos alimentares;
- Explosões de raiva;
- Retraimento social e isolamento.
Faça o teste e saiba identificar
Para identificar sinais precoces de burnout, pesquisadores da Universidade da Noruega desenvolveram um questionário com 23 perguntas nomeado BAT (Burnout Assessment Tool, ou Ferramenta de Avaliação de Burnout).
O questionário, em período de teste em 30 países, não oferece um diagnóstico formal ou aconselhamento médico, mas pode ajudar a identificar os primeiros sinais de esgotamento e alertar os profissionais antes da ocorrência dos sintomas físicos e psicológicos.
4 passos para lidar com o burnout
Entenda o que leva os profissionais ao burnout e saiba como controlar as pressões externas e internas.
1. Tenha consciência para fazer melhores escolhas
Não podemos mudar o que não entendemos. Reflita sobre o que te causa mais estresse, ansiedade ou depressão neste momento. Tente identificar o que mudou em sua vida nos últimos meses e como essas mudanças te impactaram diretamente.
Para lidar com os gatilhos de estresse que parecem estar fora do seu controle, dentro ou fora do trabalho, desenvolva novos hábitos e rituais que ajudem a diminuir sua ansiedade e medo. Tire um tempo para você e seja intencional ao buscar e praticar novas atividades que te proporcionem alegria e relaxamento.
2. Aprenda a ouvir o seu corpo
Muitas vezes, o burnout vem de situações que nos sentimos despreparados para enfrentar ou envergonhados de falar sobre. Mas guardar os problemas pode piorar a situação. É importante aprender a interpretar os sinais únicos que seu corpo envia e, se necessário, buscar ajuda médica para avaliar esses sintomas.
3. Reconheça e estabeleça limites
Pressões internas e externas fazem muitos profissionais ativarem um modo de “superfuncionamento” e perfeccionismo, o que pode levar a estresse contínuo e burnout. Lidar com colegas e líderes que não abrem espaço para o diálogo e esperam que você esteja disponível o dia todo, todos os dias da semana, também aumenta essa carga. Aprenda a reconhecer e estabelecer limites mais saudáveis, o que pode ajudar a reduzir o esgotamento, além de impedir que você assuma mais do que pode suportar.
4. Construa uma rede de apoio
Quando estamos sobrecarregados e exaustos, geralmente não conseguimos “consertar” o problema sozinhos. Ter o suporte de amigos, familiares e terapeutas pode oferecer novas perspectivas e soluções para os desafios que enfrentamos.
*Kathy Caprino é colaboradora da Forbes USA. Ela é consultora de carreira e liderança, autora e palestrante dedicada ao avanço das mulheres no mercado de trabalho.
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As Melhores Universidades dos Estados Unidos

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Dizer que o último ano foi difícil para as universidades americanas seria pouco. Nos últimos oito meses, o presidente Donald Trump, sua administração e parlamentares republicanos declararam uma verdadeira guerra financeira e cultural ao ensino superior: congelaram recursos de pesquisa, penalizaram esforços de diversidade nos campi, restringiram a entrada de estudantes estrangeiros, aumentaram impostos sobre alguns fundos patrimoniais e limitaram a generosidade dos programas de empréstimo estudantil.
Ainda assim, as universidades seguem oferecendo um ensino de excelência. Em 2025, o MIT (Massachusetts Institute of Technology) voltou ao 1º lugar na lista da Forbes das Melhores Universidades dos EUA, alcançando nota máxima nos 14 indicadores que usamos para definir as 500 instituições que oferecem os melhores resultados acadêmicos, financeiros e profissionais. Entre os números de destaque: três anos após a formatura, os ex-alunos têm salário mediano de US$ 110,2 mil anuais e praticamente todos os estudantes (99,8%) não abandonam o curso e retornam ao MIT após o primeiro ano.
No top 10 também estão o Williams College, em Massachusetts (#7), um dos chamados “Little Ivies”; a renomada Johns Hopkins University (#8), referência em pesquisa; e a tradicional University of California-Berkeley (#5). Cinco das oito universidades da Ivy League, conhecidas pela tradição e excelência acadêmica, aparecem entre as dez primeiras e todas estão no top 20.
Veja, abaixo, as 10 melhores universidades dos EUA. Confira a lista completa aqui
1. Massachusetts Institute of Technology (MIT)
- Estado: Massachusetts (MA)
- Tipo: Privada, sem fins lucrativos
- Bolsa média: US$ 58.331
- Dívida média: US$ 12.071
- Salário mediano em 20 anos: US$ 196.900
- Nota financeira: A+
2. Columbia University
- Estado: Nova York (NY)
- Tipo: Privada, sem fins lucrativos
- Bolsa média: US$ 65.173
- Dívida média: US$ 14.737
- Salário mediano em 20 anos: US$ 159.700
- Nota financeira: A+
3. Princeton University
- Estado: Nova Jersey (NJ)
- Tipo: Privada, sem fins lucrativos
- Bolsa média: US$ 60.629
- Dívida média: US$ 7.667
- Salário mediano em 20 anos: US$ 194.100
- Nota financeira: B+
4. Stanford University
- Estado: Califórnia (CA)
- Tipo: Privada, sem fins lucrativos
- Bolsa média: US$ 64.164
- Dívida média: US$ 14.075
- Salário mediano em 20 anos: US$ 181.200
- Nota financeira: A+
5. University of California, Berkeley
- Estado: Califórnia (CA)
- Tipo: Pública
- Bolsa média: US$ 25.951
- Dívida média: US$ 6.529
- Salário mediano em 20 anos: US$ 170.100
- Nota financeira: A+
6. Harvard University
- Estado: Massachusetts (MA)
- Tipo: Privada, sem fins lucrativos
- Bolsa média: US$ 64.942
- Dívida média: US$ 8.729
- Salário mediano em 20 anos: US$ 177.400
- Nota financeira: A+

A Universidade Harvard é a instituição de ensino superior mais antiga dos Estados Unidos, fundada em 1636
7. Williams College
- Estado: Massachusetts (MA)
- Tipo: Privada, sem fins lucrativos
- Bolsa média: US$ 64.176
- Dívida média: US$ 8.171
- Salário mediano em 20 anos: US$ 173.900
- Nota financeira: A+
8. Johns Hopkins University
- Estado: Maryland (MD)
- Tipo: Privada, sem fins lucrativos
- Bolsa média: US$ 58.456
- Dívida média: US$ 10.600
- Salário mediano em 20 anos: US$ 146.200
- Nota financeira: A+
9. Yale University
- Estado: Connecticut (CT)
- Tipo: Privada, sem fins lucrativos
- Bolsa média: US$ 59.076
- Dívida média: US$ 5.256
- Salário mediano em 20 anos: US$ 171.900
- Nota financeira: A+
10. University of Pennsylvania (UPenn)
- Estado: Pensilvânia (PA)
- Tipo: Privada, sem fins lucrativos
- Bolsa média: US$ 59.721
- Dívida média: US$ 13.512
- Salário mediano em 20 anos: US$ 178.300
- Nota financeira: A+
Para famílias que estão decidindo onde seus filhos vão estudar, o custo e a afinidade entre o estudante e a instituição (acadêmica e pessoalmente) continuam sendo os fatores mais importantes. Mas especialistas alertam que a turbulência política pode afetar a experiência dos alunos.
As 500 instituições listadas aqui são classificadas exclusivamente com base nos resultados de graduação, mas vale lembrar que o ensino de pós-graduação nos EUA deve passar por uma grande transformação: o Congresso americano limitou o valor que estudantes podem tomar emprestado e a administração Trump reduziu investimentos em pesquisa e vistos estudantis. A Forbes identificou 25 universidades privadas especialmente vulneráveis a essas mudanças.
Como sempre, fomos além da Ivy League para identificar as melhores escolas. No início deste ano, publicamos a segunda edição da lista “New Ivies”, que destaca 10 universidades públicas e 10 privadas que mais chamam a atenção de empregadores atualmente.
Metodologia
Classificamos faculdades e universidades dos EUA com base no retorno sobre o investimento, níveis médios de endividamento estudantil e resultados para seus graduados. As instituições tiveram melhor colocação em nossa lista se seus estudantes retornaram após o primeiro ano, se formaram no prazo, conseguiram salários altos após a graduação e deixaram a faculdade com pouca dívida estudantil.
Incorporamos os resultados de alunos de baixa renda em duas medidas, analisando de perto as taxas de graduação em seis anos e os indicadores de retorno sobre o investimento para beneficiários de bolsas de auxílio federal destinadas a estudantes com maior necessidade financeira. Também valorizamos as instituições que matricularam uma porcentagem maior de alunos de baixa renda. Para uma explicação completa de nossa metodologia, clique aqui.
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Brasil Abre 129.775 Vagas Formais de Trabalho em Julho, Abaixo do Esperado

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
O Brasil abriu 129.775 vagas formais de trabalho em julho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em resultado abaixo do esperado divulgado nesta quarta-feira pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
O resultado do mês passado foi fruto de 2.251.440 admissões e 2.121.665 desligamentos e ficou abaixo da expectativa de economistas apontada em pesquisa da Reuters de criação líquida de 135.577 vagas.
O saldo de julho foi o mais baixo desde março, que teve abertura de 79.521 vagas, e o resultado mais fraco para o mês desde 2020, início da pandemia de Covid-19, com saldo positivo de 108.476 postos.
No mesmo mês em 2024, foram criadas 191.373 vagas de trabalho. Já no acumulado do ano, o saldo positivo é de 1.347.807 postos, o menor número desde 2023, que registrou abertura de 1.173.720 vagas.
Os cinco grupamentos de atividades econômicas registraram saldos positivos de vagas em julho. O setor de serviços liderou a abertura, com 50.159 postos, seguido pelo comércio, com 27.325 vagas.
Em último lugar, depois dos setores industrial e de construção, ficou o setor agropecuário, com abertura de 8.795 vagas. Os dados dos grupamentos não têm ajustes, com informações prestadas pelas empresas fora do prazo.
Tarifaço
Questionado, na coletiva de imprensa para a divulgação dos dados, sobre o efeito no mercado de trabalho das tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, citou estimativa de impacto direto e indireto sobre 320.000 vagas de emprego, sem detalhar.
“Temos um impacto de, no máximo, na ordem de 320.000, 330.000 (vagas) direto e indireto, 121.000 direto e 210.000…no ano”, disse, citando um estudo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. “Se tudo der errado, vai dar esse impacto…não vai dar tudo errado”, acrescentou.
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Quem É o Novo Presidente da Americanas

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
A Americanas informou na segunda-feira (26) que seu conselho de administração aprovou a eleição de Fernando Dias Soares como novo presidente-executivo da varejista a partir de 1º de outubro, de acordo com fato relevante ao mercado.
Com mais de 25 anos de experiência nos setores de bens de consumo e varejo, Soares atuou nas gigantes Unilever, Ambev, onde foi presidente da divisão de bebidas não alcoólicas, e Anheuser-Busch InBev, liderando unidades de negócios na Colômbia, Peru e México. De volta ao Brasil, assumiu como CEO da Domino’s Pizza, cargo que ocupou por três anos.
O executivo substituirá o atual presidente-executivo da Americanas, Leonardo Coelho, que passará a integrar o Comitê Financeiro da companhia, disse a varejista no documento.
A Americanas está em recuperação judicial desde o início de 2023, após revelar um escândalo contábil que levou a acusações legais e a uma arbitragem contra vários de seus ex-executivos.
Coelho havia sido eleito CEO cerca de um mês após a Americanas entrar com pedido de recuperação judicial na Justiça.
A Americanas afirmou que Soares “dará continuidade ao plano estratégico da companhia com foco em crescimento, baseado em produtividade e rentabilidade, para atender todos os stakeholders”.
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