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Cultura

Serra 468 anos: editais da Cultura fomentam o setor no município

Redação Informe ES

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Nos últimos quatro anos, a cultura da Serra foi completamente revitalizada com a volta de incentivos à cultura muito importantes para o município , como a reativação da Lei Chico Prego, que estava paralisada no município, além de viabilizar no município as leis federais Lei Aldir Blanc e Paulo Gustavo.

Somados, os editais publicados pela Secretaria Municipal de Turismo, Cultura, Esporte e Lazer (Setur), proporcionaram até o início de 2025, um investimento de R$ 9,6 milhões em fomento direto e premiação cultural, contemplando um total de 450 prêmios, para artistas, produtores culturais, coletivos e pontos de cultura.

A marca é inédita. Desses recursos, em sua maior parte, foram oriundos do governo federal, e um total de R$ 1 milhão foi investido com recursos próprios. 

Com a realização desses editais e com esses números, a Setur reforçou seu compromisso com a classe cultural da cidade, e demonstrou sua sintonia e adesão às grandes transformações e avanços na política cultural que vem sendo realizadas nas esferas municipal, federal e estadua. A Setur realizou um trabalho inédito de democratização na cultura da Serra.

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Nova Lei Chico Prego 

No dia 14 de dezembro de 2021, foi publicado no Diário Oficial do município a Nova Lei Municipal de Incentivo à Cultura N°5.390, Chico Prego. A Lei, que estava paralisada há cerca de seis anos na Serra, foi reformulada em 2021 pela Secretaria Municipal de Turismo, Cultura, Esporte e Lazer (Setur), aprovada pela Câmara Municipal no fim do mesmo ano, e sancionada pelo prefeito Sergio Vidigal.

A nova Lei Chico Prego foi totalmente atualizada e passou a contar com incentivo financeiro pago diretamente ao artista e feito pela Prefeitura, sem a burocracia da troca de bônus com empresas.

As câmaras culturais foram atualizadas e a legislação conta com dispositivos de garantia de mais transparência a todo processo seletivo dos projetos culturais

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Lei Aldir Blanc

Em 2022 foi publicado o primeiro Edital da Lei Aldir Blanc, Já em novembro de 2024, a Setur publicou dois editais de fomento à cultura, com base na Lei Aldir Blanc, com R$ 2.041.793,51 em recursos destinados a projetos e espaços culturais do município. 

O primeiro edital, 015/2024, vai selecionar 80 projetos culturais para receberem apoio financeiro com um valor total de R$1.141.793,51. Os valores repassados para cada projeto, variam de R$ 8 mil a R$ 200 mil, incentivando diferentes formas de manifestação cultural no município. 

O segundo edital, 016/2024, conta com o valor de R$ 900 mil e vai apoiar 25 espaços culturais na Serra, oferecendo R $3.000,00 durante 12 meses para cada espaço, com um valor final de R$ 36 mil em um ano. A iniciativa contempla pontos de cultura, teatros independentes, cineclubes, bibliotecas comunitárias, museus, centros de tradição, ateliês, associações culturais e outros espaços.

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Ambos os editais, foram baseados na recente legislação de fomento à cultura, incluindo o Decreto nº 11.740/2023, o Decreto nº 11.453/2023 e a Instrução Normativa MINC nº 10/2023, que regulamenta as ações afirmativas e de acessibilidade da Política Nacional da Lei Aldir Blanc – PNAB.

Lei Paulo Gustavo

No dia 1º de novembro de 2023, a Setur publicou o primeiro Edital para o Fomento à Execução de Projetos Culturais do Setor Audiovisual do Município da Serra, realizado por meio de recursos da Lei Federal Paulo Gustavo, que viabiliza o maior investimento do setor cultural no Brasil.

A Lei foi criada na época da pandemia de Covid-19, que afetou muito o setor de cultura no país, e ela recebe o nome do ator e humorista Paulo Gustavo, que morreu vítima de Covid-19. 

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O valor dos recursos destinados ao município da Serra foi de R$ 2.821.772,00 para categorias de apoio ao audiovisual (obras de curta e média-metragem, videoclipe, roteiro, cinema itinerante, cinema de rua, apoios a cineclubes, pesquisas) e R$ 1.175.455,14 para os demais campos da cultura. 

Participaram do edital  pessoas que moram na Serra há mais de um ano, pessoa física ou microempreendedor, pessoa jurídica, e grupo sem CNPJ representado por pessoa física legal para o ato da assinatura do Termo de Execução Cultural.

Em abril de 2024, a Setur publicou o saldo de suplementação aos Editais da Lei Paulo Gustavo da Serra. Esses suplementos ajudaram na ampliação de contemplados. A Comissão de Seleção deliberou, ainda antes da publicação do resultado parcial, pela possibilidade da suplementação dos editais, em vista da grande concorrência em muitas categorias. Tema esse discutido na reunião ordinária do Conselho Municipal de Cultura da Serra (CMCS), que também ficou de acordo com a suplementação.

A suplementação veio de saldos remanescentes dos próprios editais e dos valores de rendimento das contas. A Lei Paulo Gustavo, diferente de outros Editais, permite a utilização desses recursos. Só de rendimento, os recursos da lei poderão chegar a cerca de R$ 250 mil.

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Fundo a Fundo

O Fundo a Fundo da Cultura é um programa inédito no país e foi criado pelo Governo do Estado do Espírito Santo com o objetivo de fomentar e incentivar a criação, produção e distribuição de produtos e serviços culturais, que usem o conhecimento, a criatividade e o capital intelectual como principais recursos produtivos. 

Funciona no modelo de co investimento, que transfere, para os municípios que aderem ao programa, recursos do Fundo de Cultura do Estado do Espírito Santo (Funcultura), diretamente para os Fundos Municipais. 

A Serra apresentou em maio de 2023 o Fundo a Fundo, ciclo 22/23, edital de fomento à cultura com o investimento de aproximadamente 930 mil reais. Ao todo, 40 projetos da Serra foram contemplados. Esse investimento vem da parceria da Prefeitura da Serra com o Governo do Estado, por meio dos fundos de cultura municipal e estadual. Ao todo, foram publicados sete Editais, para pareceristas, dois de prêmios e quatro de seleção de projetos. 

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Cultura

TV Ales vai retransmitir desfiles do Carnaval e jogos do Capixabão

Redação Informe ES

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A Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales) assinou, nesta quarta-feira (4), um convênio entre a TV Ales e a TVE Espírito Santo para a retransmissão do Carnaval Capixaba 2026 e de uma etapa decisiva do Campeonato Capixaba de Futebol. A parceria foi formalizada na Presidência da Ales e amplia o alcance da cultura e do esporte capixabas por meio das emissoras públicas do estado.

Com o acordo, a TV Ales passará a retransmitir, em parceria com a TVE — emissora gerida pela Rádio e Televisão Espírito Santo (RTV/ES) — os desfiles das escolas de samba do Grupo Especial e da Série Ouro do Carnaval de Vitória 2026, além dos jogos do mata-mata do Capixabão, a partir das quartas de final.

O presidente da Ales, deputado Marcelo Santos (União), destacou o caráter estratégico da iniciativa. 

“Essa é uma parceria estratégica. Nós estamos potencializando uma parceria, levando o carnaval, levando o futebol, valorizando o futebol capixaba, que é muito importante. (…) Além das informações que nós levamos para os cidadãos, mostrando o papel do deputado, o papel da Assembleia, a transparência da Assembleia e as ações que a gente promove além das paredes do Poder Legislativo, estamos levando cultura, estamos levando esporte. Estou muito feliz com essa parceria com a nossa TVE”, afirmou.



Já o diretor-presidente da RTV/ES, Igor Pontini, ressaltou a importância da união entre as emissoras públicas.

“A TVE e a TV Ales são as emissoras públicas do estado, cada uma com sua missão institucional, e essa parceria potencializa tanto o futebol como o Carnaval capixaba. (…) Isso aumenta a divulgação, a visibilidade, e é importante para esse momento de reconstrução do futebol capixaba, além de potencializar nossa cultura e nosso esporte, o que é estratégico para o nosso Estado”, disse Pontini.

Carnaval Capixaba 2026

A retransmissão dos desfiles do Grupo Especial terá início às 22 horas, enquanto os desfiles da Série Ouro começam às 21h45.

Grupo Especial – Sambão do Povo

Sexta-feira (6 de fevereiro)

  • Pega no Samba
  • Novo Império
  • Unidos de Jucutuquara
  • Mocidade Unida da Glória (MUG)
  • Imperatriz do Forte


Sábado (7 de fevereiro)

  • Rosas de Ouro
  • Unidos da Piedade
  • Independente de Boa Vista
  • Chegou o Que Faltava
  • Andaraí

Série Ouro (antigo Grupo de Acesso)

Sexta-feira (13 de fevereiro)

  • Barreiros
  • Chega Mais
  • Eucalipto
  • Tradição
  • São Torquato

Sábado (14 de fevereiro)

  • Itacibá
  • Mocidade da Praia
  • Império
  • Mocidade Serrana

Ao todo, 19 escolas de samba terão seus desfiles retransmitidos pela TV Ales em parceria com a TVE.

Campeonato Capixaba de Futebol

O convênio também prevê a retransmissão dos jogos decisivos do Campeonato Capixaba de Futebol 2026, sempre às 15 horas, a partir das quartas de final.

Quartas de final
Ida: 21 de fevereiro de 2026
Volta: 28 de fevereiro de 2026

Semifinais
Ida: 7 de março de 2026
Volta: 14 de março de 2026

Final
Ida: 21 de março de 2026
Volta: 28 de março de 2026

Fonte: Ales Por João Caetano Vargas, com edição de Angèle Murad

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Cultura

Documentário sobre relevância ambiental dos manguezais do ES estreia no Sesc

Redação Informe ES

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A Bloom Ocean — negócio de impacto voltado ao desenvolvimento de soluções para ecossistemas marinhos e costeiros, com atuação na conservação dessas áreas — lança dia 12 de dezembro, em Vitória, Espírito Santo, o documentário Impacta Oceano: Mangue é Vida. O média-metragem apresenta histórias que emergem de um território onde comunidades tradicionais, pesquisadores e empreendedores sociais se unem em prol da preservação dos manguezais capixabas. A estreia acontece às 18h, no Sesc Glória.

Com 20 minutos de duração, o documentário foi todo gravado no Espírito Santo, onde está localizado o maior manguezal urbano do Brasil. A produção destaca a força cultural e ecológica de um ecossistema essencial para a garantia do equilíbrio climático, da biodiversidade costeira e da segurança alimentar da população.

Com narrativas sensíveis, o filme serve de inspiração para quem busca iniciativas inovadoras para a conservação marinha e para o desenvolvimento sustentável da Economia Azul, que consiste no uso sustentável dos recursos dos oceanos. Um exemplo desse uso está na reciclagem das cascas de mariscos, que são transformadas em um pó utilizado como insumo agrícola. O documentário revela como a solução permite que as marisqueiras complementem sua renda, fortalecendo um ciclo econômico e social no qual todos saem beneficiados: o meio ambiente, as comunidades do mangue e os agricultores do estado.


Divulgação: Cascas de mariscos antes de serem processadas para virarem insumo agrícola. Imagem do documentário “Impacta Oceano: Mangue é Vida”.
 

O média-metragem “Impacta Oceano: Mangue é Vida” também explica a importância desses ecossistemas para a preservação das bacias hidrográficas, desde as nascentes até a foz dos rios, além de evidenciar as espécies marinhas que habitam os manguezais, fundamentais para a subsistência de populações tradicionais que vivem no território.

Entre os entrevistados que participam do documentário estão Iberê Sassi, do Projeto Sururu; Thaís Quintão, do SaltGen; Cíntia do Nascimento Siqueira Campos, da APAPS (Associação dos Pescadores Artesanais de Porto de Santana e Adjacências); e Rosineia Pereira Vieira, liderança comunitária da APAPS.

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“As histórias presentes no documentário revelam o poder transformador de iniciativas que unem pertencimento, inovação, impacto social e defesa dos ecossistemas costeiros”, afirma Amanda Albano Alves, sócia-fundadora da Bloom Ocean.
 

A produção é uma realização da Bloom Ocean, com apoio do Ministério da Cultura, da Espírito Criativo e Franklin Filmes, e conta com patrocínio do BANDES (Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo), via Lei de Incentivo à Cultura. A obra tem ainda a parceria da Graúna Digital e da Dandá Narrativas Audiovisuais.


Sobre a Bloom Ocean – A Bloom Ocean é um negócio socioambiental que atua há cinco anos conectando atores estratégicos, impulsionando iniciativas de impacto e desenvolvendo soluções para fortalecer a saúde dos oceanos. Trabalhando na interface entre governo, setor privado, academia e sociedade civil, oferece consultoria, facilitação, mapeamento e comunicação estratégica. A Bloom Ocean acredita que colaboração, inovação e conhecimento são fundamentais para um oceano mais saudável, resiliente e sustentável. Mais informações: Link.

Serviço – Estreia do documentário “Impacta Oceano: Mangue é Vida”

Horário: 12 de dezembro, às 18h

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Local: Sesc Glória – Av. Jerônimo Monteiro, 428 – Centro, Vitória (ES).

Ingresso: Entrada gratuita

Fonte: Assessoria de Imprensa Por: Adriana Souza Silva e Rafaela Eid 

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Cidades

Orgulho serrano e capixaba: ruínas de São José do Queimado se tornam Patrimônio Cultural Brasileiro

Redação Informe ES

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Prestes a completar 469 anos de história e cultura, a Serra ganhou um grande presente, na última semana. Motivo de orgulho para serranos e capixabas, as ruínas da Igreja de São José do Queimado agora são oficialmente Patrimônio Cultural Brasileiro.

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) aprovou o tombamento, reconhecendo, na última quarta-feira (26), um dos mais importantes pontos turísticos e simbólicos da Serra como patrimônio nacional.

O local foi palco da maior revolta de pessoas escravizadas do Espírito Santo e uma das mais emblemáticas do Brasil, ocorrida em 1849. As ruínas que preservam essa memória histórica passam a receber proteção federal. A área tombada abrange as estruturas remanescentes da igreja, o cemitério local e a paisagem do entorno, marcada por árvores de médio e grande porte.

A decisão foi tomada durante a 111ª reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, realizada na sede do Iphan, em Brasília. Com a aprovação, o Sítio Histórico e Arqueológico de São José do Queimado será inscrito nos Livros do Tombo Histórico e Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico.

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A justificativa do tombamento se baseou em três pilares: a relevância histórica e arqueológica do sítio; a importância da visibilidade nacional da Revolta do Queimado como episódio fundamental da resistência negra no país; e a necessidade de articulação entre políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial.

Entenda o processo

O processo de tombamento contou com 25 rodas de conversa realizadas ao longo de 2020 entre a equipe de pesquisa e a comunidade local. Os encontros abordaram temas como religiosidade, educação, turismo, comércio, poder público, pesquisa e documentação. O material resultou em um dossiê técnico que fundamentou o parecer favorável ao tombamento.

O sítio já possuía proteção estadual desde 1992, e o município o havia incluído como bem de interesse de preservação em 1990. Desde então, diversas ações foram desenvolvidas para garantir seu acautelamento, ou seja, medidas de proteção anteriores ao agora consolidado tombamento federal.

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“Esse tombamento é mais do que um título. É a garantia de que essa história será preservada, valorizada e contada às próximas gerações com o respeito que merece”, declara o prefeito da Serra, Weverson Meireles.

O presidente do Iphan, Leandro Grass, destacou o avanço no reconhecimento de patrimônios de matriz africana no país. “Já são diversos bens reconhecidos, e hoje o Espírito Santo reforça seu papel e seu lugar na história do Brasil”, afirmou.

O sítio histórico está aberto a visitas guiadas. O agendamento é gratuito e pode ser feito pelo aplicativo Colab. O serviço atende grupos escolares, instituições e público em geral, com até 40 pessoas por grupo.

Histórico da revolta

As ruínas da Igreja de São José do Queimado guardam a memória de uma revolta protagonizada por cerca de 300 homens e mulheres escravizados que participaram da construção do templo e lutaram pela liberdade após uma promessa de alforria não cumprida.

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Durante a missa inaugural, em 19 de março de 1849, os escravizados exigiram a carta de liberdade. O movimento foi liderado por Elisiário, Chico Prego, João da Viúva e outros. A repressão foi violenta, com condenações à morte e a fuga de parte dos envolvidos, que formaram quilombos em regiões como Roda d’Água e Retiro, nos atuais municípios de Cariacica e Santa Leopoldina.

Elisiário conseguiu escapar e refugiou-se nas matas do Mestre Álvaro, onde nunca foi recapturado. Já Chico Prego foi preso e enforcado em 11 de janeiro de 1850. Pelo impacto do levante, reforços militares precisaram ser enviados do Rio de Janeiro para conter a insurreição.

Fonte: Secom/PMS – Texto: Roberta Pelissari – Foto: Edson Reis

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