Política
Legislativo chega aos 190 anos com nova marca

Traços que representam a torre parlamentar do Palácio Domingos Martins e o Plenário Dirceu Cardoso, espaço onde os deputados se reúnem para as sessões ordinárias e outras agendas legislativas, dão forma à nova marca da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales), lançada nesta segunda-feira (12). A nova identidade visual foi apresentada na sessão solene de abertura das comemorações pelos 190 anos do Legislativo estadual.
“A gente se apresenta para a sociedade capixaba. Nada melhor do que uma nova identidade visual, uma nova marca, um novo ícone, para a gente poder dialogar, mostrar que a Assembleia Legislativa evoluiu, é uma nova Assembleia Legislativa para o Espírito Santo, com uma cara mais moderna, mais jovem, minimalista, que é uma tendência nas grandes marcas que estão evoluindo no planeta. Com isso, a gente vai ter mais transparência e mais agilidade”, disse o secretário de Comunicação da Ales, Guto Netto.
A nova marca substitui o tradicional brasão com a estrela de cinco pontas. A torre legislativa, onde ficam os gabinetes parlamentares, simboliza a representatividade exercida pelos deputados por meio das propostas de lei e da fiscalização dos atos do Executivo. Já o Plenário Dirceu Cardoso simboliza o espaço democrático onde são realizados debates importantes para o estado.
Celebração
A largada para as comemorações dos 190 anos da Ales teve início nesta segunda-feira com uma série de eventos na Casa ao longo do dia. A programação contou com reunião seguida de almoço com a diretoria da União dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale); sessão de fotos do presidente da Casa com os deputados da 20ª legislatura e sessão solene de abertura dos 190 anos da Ales.
Comissão técnica
No Diário do Poder Legislativo desta terça-feira (12), foi publicado ato da Mesa instituindo a Comissão Temática dos 190 anos, formada por servidores e membros da sociedade civil. O ato declara também o período de 12 de agosto deste ano a 12 de agosto de 2025 como comemorativo dos 190 anos de criação da Ales. Caberá a comissão temática conduzir as comemorações, que vão incluir seminários, palestras, divulgação de documentos históricos, entre outras atividades.
História
Em 12 de agosto de 1834, foram criadas as assembleias legislativas provinciais no Brasil, por meio de ato adicional que modificou a Constituição de 1824. As eleições dos deputados ocorreram ainda em 1834 e, em fevereiro do ano seguinte, os parlamentares da primeira legislatura tomaram posse.
Confira a primeira reportagem especial da série sobre os 190 anos da Ales
Política
Último debate dos candidatos ao governo do Espírito Santo será na terça-feira (29)

A reta final das Eleições 2026 no Espírito Santo terá mais um confronto direto entre os candidatos ao Palácio Anchieta. Na próxima terça-feira, 29 de setembro, a TV Gazeta realiza o último debate do primeiro turno entre os candidatos ao governo do Estado, a poucos dias da votação, marcada para 4 de outubro.
O debate está previsto para começar por volta das 22h15, após a novela, e terá transmissão simultânea pela TV Gazeta. Participarão do encontro Helder Salomão (PT), Lorenzo Pazolini (Republicanos) e Ricardo Ferraço (MDB).
Cinco blocos de perguntas e respostas
De acordo com as informações divulgadas pela Rede Gazeta, o encontro será dividido em cinco blocos, com alternância entre temas livres e temas determinados. A dinâmica permitirá que os próprios candidatos façam perguntas uns aos outros, colocando propostas, posicionamentos e ações de governo em confronto direto.
O debate será mediado pela apresentadora Rafaela Marquezine.
Política
Real Time ES: Governo de Ricardo Ferraço é aprovado por 74%; desaprovação é de 21%

Foram ouvidos 1.600 eleitores do Espírito Santo entre os dias 21 e 24 de setembro
A gestão do governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço (MDB), é aprovada por 74% dos entrevistados na pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta sexta-feira (25). Os que dizem desaprovar o trabalho do governador somam 21%.
No levantamento 5% disseram não saber ou não responderam.

A pesquisa também mediu a avaliação dos eleitores sobre a administração estadual. Foram 46% os que disseram avaliar o trabalho de Ferraço como ótimo ou bom, enquanto 40% dizem considerar regular e 13% afirmam avaliar como ruim ou péssimo.
Do total de entrevistados 1% disseram não saber ou não responderam.

Metodologia
A Real Time Big Data entrevistou 1.600 eleitores do Espírito Santo entre os dias 21 e 24 de setembro. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
O levantamento foi realizado com recursos do prórprio instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo ES-00877/2026.
Fonte: CNN Brasil
Política
Parlamentares dos EUA criticam ações de Trump nas eleições do Brasil

Parlamentares dos Estados Unidos enviaram uma carta ao secretário de Estado do país, Marco Rubio, afirmando que o governo de Donald Trump não pode interferir nas eleições do Brasil. A carta foi assinada por 31 parlamentares do partido democrata, de oposição a Trump, e encaminhada a Rubio nesta quinta-feira (24).
Os democratas falam em um “esforço coordenado do governo [de Donald Trump] para ameaçar nossa aliança estratégica com o Brasil e enfraquecer a segunda maior democracia do Hemisfério Ocidental às vésperas da eleição presidencial de outubro de 2026”.
Na carta, os democratas acusam o governo Trump de tomar uma série de medidas para tentar garantir a vitória de Flávio Bolsonaro, candidato da extrema direita e alinhado politicamente com Trump.
Entre essas medidas estariam a imposição de tarifas a produtos brasileiros para evitar a condenação de Jair Bolsonaro, pai de Flávio, por golpe de Estado. O ex-presidente foi condenado a mais de 27 anos de prisão. Atualmente, cumpre prisão domiciliar.
Também citaram a indicação de Darren Beattie como assessor sênior para assuntos relativos ao Brasil. Segundo os democratas, Beattie é um “conhecido extremista de direita e supremacista branco”. Ele tentou vir ao Brasil em março para visitar Jair Bolsonaro, mas teve sua entrada no país negada.
Os parlamentares compararam o comportamento da gestão Joe Biden diante das eleições brasileiras de 2022, quando houve apoio ao sistema eleitoral e reconhecimento do resultado obtido nas urnas.
“Em vez de ajudar a defender a democracia brasileira, os Estados Unidos atuam como agentes de interferência e desestabilização, exercendo pressão diplomática, econômica e política de maneiras que podem enfraquecer as instituições democráticas do país, minar a confiança no processo eleitoral brasileiro e causar danos adicionais à nossa relação com um aliado estratégico e parceiro comercial dos Estados Unidos”, acrescentaram.
A carta afirmou que as ações do governo estadunidense “refletem um amplo e profundamente preocupante padrão de interferência da administração Trump nos recentes processos eleitorais na América Latina”. E citaram as recentes eleições na Colômbia e em Honduras, bem como as eleições de meio de mandato na Argentina, governada por Javier Milei.
Além disso, os parlamentares pediram explicações em relação a várias medidas do governo dos Estados Unidos em relação ao Brasil. Entre elas:
- A aplicação da Lei Magnitsky ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes;
- A classificação das facções criminosas Comando Vermelho e PCC como organizações terroristas e
- A revogação do visto da embaixadora do Brasil no país, Maria Luiza Viotti.
Na carta, eles também pedem que o governo dos EUA se comprometa a respeitar o processo eleitoral do Brasil e reconhecer o resultado das urnas, além de manter “relações diplomáticas normais” com o candidato eleito, seja ele quem for.
Lula
Em seu discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas, nesta terça-feira (22), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a soberania dos países e citou tentativas de influência estrangeira sobre processos políticos nacionais, sobretudo na América Latina e no Caribe.
“Voltamos a presenciar a ingerência externa em processos eleitorais, a divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais com recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos”, disse, ao citar contextos recentes registrados na Venezuela, na Nicarágua, no Haiti e em Cuba.
Agencia Brasil
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