Negócios
As Mães por trás do Sucesso dos Bilionários Mais Poderosos do Mundo

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
A mãe de Jeff Bezos criou o filho sozinha e investiu suas economias no projeto ainda incerto que viria a ser a Amazon. A de Bill Gates foi responsável por uma conexão que fez a Microsoft começar a deslanchar. E a de Elon Musk percebeu o potencial do filho quando ele ainda era criança e incentivou todos os interesses do hoje bilionário.
Para criar seus filhos, elas assumiram jornadas triplas de trabalho, abriram mão de vontades pessoais e adiaram os estudos. Mas foram muito além de prover as necessidades básicas deles. Sem esse apoio, talvez algumas das maiores empresas do mundo nunca tivessem saído do papel (e seus fundadores muito provavelmente não teriam alcançado a casa dos bilhões).
Em homenagem ao Dia das Mães, conheça, a seguir, as figuras que criaram e influenciaram o sucesso de alguns dos homens mais ricos e poderosos do mundo.
Conheça as mães por trás do sucesso destes bilionários
Elon e Maye Musk

Aos 78 anos, Maye Musk é supermodelo e nutricionista, além de mãe do bilionário sul-africano, dono do X e fundador da Tesla e da SpaceX e de outros dois empresários de sucesso. Elon Musk, o mais velho, é hoje a pessoa mais rica do mundo, com fortuna estimada em US$ 803,7 bilhões. Kimbal, o do meio, é dono de um grupo de restaurantes e investidor na área de alimentação; e Tosca, a mais nova, é diretora de cinema e cofundadora de um streaming de conteúdo adulto.
Depois de se divorciar do pai de seus filhos, Maye criou os três sozinha e chegou a ter diversos trabalhos para sustentá-los. “Meus filhos se beneficiaram porque me viram trabalhar duro para colocar um teto sobre nossas cabeças, comida no estômago e comprar roupas de segunda mão”, disse ela em entrevista à Forbes.
Para Maye, o segredo para criar filhos bem-sucedidos é dar liberdade, mas apoiando e incentivando. “Não os tratei como bebês nem os repreendi. Eu nunca disse a eles o que estudar. Nunca verifiquei o dever de casa, essa era a responsabilidade deles e certamente não prejudicou suas carreiras.”
Hoje, Maye observa o sucesso de seus filhos e vê que seus negócios têm muita ligação com as paixões deles como crianças. Ela diz que percebeu que Elon era um gênio quando ele tinha apenas três anos. Em 1983, quando ele ganhou seu primeiro computador, aos 12 anos, criou o jogo BLASTAR. Maye insistiu para ele enviar sua criação para uma revista de informática. “Ele enviou o BLASTAR para a PC Magazine, e eles deram 500 rands (cerca de US$ 500 na época). Acho que não sabiam que ele tinha 12 anos. Foi publicado quando ele tinha 13.”
Jeff e Jacklyn Bezos

Em 1995, Jeff Bezos abordou sua mãe, Jacklyn, e seu padrasto, Mike, e pediu que investissem no negócio que acabara de lançar. Eles colocaram US$ 245 mil na recém-fundada Amazon, apesar de o agora bilionário ter avisado que havia 70% de chance de eles nunca mais verem aquele dinheiro.
Mas a história foi outra. A Bloomberg estimou em 2018 que Jackie e Mike Bezos, um imigrante cubano de quem o empresário herdou o sobrenome, teriam 16,6 milhões de ações da Amazon e um patrimônio que poderia chegar a US$ 30 bilhões.
Mesmo se esses números não forem os mais exatos, fato é que a trajetória dos Bezos seguiu um rumo diferente do esperado para uma família com uma mãe solo adolescente que mais tarde se casou com um imigrante.
Quando Bezos nasceu, em Albuquerque, no estado americano do Novo México, sua mãe tinha apenas 17 anos e estava no 3º ano do ensino médio. A diretoria da escola onde ela estudava proibiu Jacklyn de retomar os estudos depois da gravidez, e acabou cedendo depois de ela insistir bastante – mas com condições. “Um: eu tinha que chegar e sair da escola dentro de cinco minutos depois do sinal. Dois: não podia falar com outros alunos. Três: não podia almoçar no refeitório. Quatro: disseram que eu não poderia atravessar o palco com meus colegas para pegar meu diploma”, disse ela.
Divorciada do pai biológico de Bezos, Ted Jorgensen, quando o hoje empresário tinha 17 meses, Jacklyn trabalhava à tarde, ganhando US$ 190 por mês, e estudava à noite. Ainda um bebê, Bezos acompanhava sua mãe durante as aulas e, quando tinha quatro anos, sua mãe se casou novamente com Mike Bezos. Mais tarde, o trabalho de Mike levou os três a se mudarem para o Texas, e Jacklyn precisou abandonar os estudos, mas voltou a estudar e se formou na faculdade aos 40 anos.
“Mãe, não tenho ideia de como você fez o que fez. Você nos manteve seguros dentro do seu coração. Obrigado por compartilhar sua força e por todos os sacrifícios que você fez. Eu te amo”, compartilhou Bezos no Dia das Mães de 2022 em suas redes sociais. O empresário é hoje a 4ª pessoa mais rica do mundo, com US$ 277,7 bilhões.
Bill e Mary Gates

Mary Gates, mãe do bilionário e fundador da Microsoft, Bill Gates, teve um papel importante na trajetória da empresa do filho – com valor de mercado superior a US$ 4 trilhões no final de 2025.
Ainda na década de 1980, Mary ocupava papéis reservados apenas para os homens. Membro do conselho de administração da United Way, ela conheceu John Open, então diretor-executivo da IBM, e falou sobre a Microsoft, fundada havia apenas cinco anos.
O papo rendeu e a IBM contratou a Microsoft, à época uma pequena empresa de software, para desenvolver um sistema operacional para seu primeiro computador pessoal. Esse contrato colocou a Microsoft no mapa e alavancou o seu sucesso, graças à mãe do seu fundador. Hoje, Gates é a 19ª pessoa mais rica do mundo, com patrimônio estimado em US$ 103 bilhões.
Depois disso, Mary também insistiu para que o filho fosse a uma viagem para conhecer o megainvestidor Warren Buffett. Gates resistiu, mas acabou indo e se tornou amigo íntimo de Buffett.
Apesar de ter tido conflitos com Mary na infância, o que é contado no documentário “O Código Gates”, da Netflix, ela foi “o braço direito de Bill nos primeiros anos da Microsoft”, segundo sua irmã Kristi disse no documentário.
Ela também incentivou o filho a fazer trabalhos de caridade. Em 2000, ele fundou, ao lado da sua então esposa, Melinda, a Fundação Bill e Melinda Gates (hoje apenas Fundação Gates). “Minha mãe foi uma das pessoas mais generosas que eu conheci. Ela costumava me perguntar na mesa de jantar quanto da minha mesada eu planejava doar ao Exército da Salvação no Natal. Melinda teve uma educação semelhante e, mesmo antes de nos casarmos, conversávamos sobre como contribuiríamos para a sociedade”, publicou Bill Gates nas suas redes sociais.
Vítima de um câncer, Mary morreu em 10 de junho de 1994 – segundo Bill Gates, o dia mais triste de sua vida.
Michael e Charlotte Bloomberg

O bilionário Mike Bloomberg, fundador da Bloomberg e ex-prefeito da cidade de Nova York, e sua mãe, Charlotte, eram muito próximos até ela falecer, aos 102 anos, em 2011.
Bloomberg, um dos homens mais ricos do mundo, com uma fortuna de US$ 109,4 bilhões, segundo a Forbes, ainda paga a linha telefônica da sua falecida mãe para ouvir a voz dela. “Se eu quiser ouvi-la, posso simplesmente ligar”, disse ele ao Boston Globe.
Em sua autobiografia de 1997, ele escreveu que sua mãe lhe ensinou o valor do trabalho, da curiosidade e da ambição para atingir seus objetivos. “Ela me ensinou que você tem que fazer o que tem que fazer, e sem reclamar.”
“A integridade irrepreensível de nossa mãe, a independência feroz e o amor constante foram presentes que moldaram profundamente nossas vidas e as vidas de tantos que a conheceram”, escreveu ele quando sua mãe faleceu.
Bloomberg homenageou sua mãe em algumas das suas ações filantrópicas. Fez uma doação de US$ 3 bilhões para a Universidade Johns Hopkins, que inclui um hospital infantil no nome dela, além de contribuir para uma biblioteca pública em seu nome e para a sinagoga que ela presidia.
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O Que Líderes Não Deveriam Fazer no LinkedIn
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Tratar o LinkedIn como um perfil estático em vez de uma ferramenta viva é um dos maiores erros que você pode cometer na era da inteligência artificial. Você já está sendo avaliado muito antes de entrar em uma sala, subir em um palco, participar de uma chamada ou conhecer um possível novo colaborador.
Pesquisas mostram que profissionais da Geração Z avaliam ativamente os líderes e a cultura da empresa por meio de canais digitais antes de se candidatarem para uma vaga ou aceitarem uma proposta de emprego. Quase metade diz que não trabalharia para empresas que não estivessem alinhadas com seus valores, e a grande maioria espera que empregadores e líderes tomem posições visíveis sobre questões importantes.
A presença online é parte do trabalho e um amplificador de marca pessoal. Para garantir que você aproveite todo o potencial da maior plataforma profissional, veja os 9 erros mais comuns que os líderes cometem no LinkedIn e como corrigi-los.
9 erros de liderança no LinkedIn que podem afetar sua reputação
1. Ficar invisível entre marcos importantes
Muitos líderes só aparecem quando algo grande acontece: uma promoção, um novo emprego ou um anúncio. Assim que alcançam uma determinada posição, alguns nunca mais voltam aos seus perfis, deixando sua primeira impressão com um ar desatualizado ou decepcionante.
Pense em quão diferentes são os seus dias agora em relação a apenas um ou dois anos atrás. Quando você desaparece entre os marcos, isso faz você parecer irrelevante e invisível. Para demonstrar relevância, compartilhe pequenos insights de forma consistente. Documente momentos de liderança conforme eles acontecem. Deixe as pessoas verem como você pensa, não apenas os resultados que você alcança.
2. Deixar de reconhecer sua equipe publicamente
Os líderes frequentemente celebram resultados, mas negligenciam as pessoas por trás deles. Essa é uma oportunidade perdida em vários níveis. O reconhecimento constrói confiança. Reconhecer as pessoas publicamente, além dos muros da sua empresa, pode ser ainda mais significativo. Isso mostra que você é um líder autêntico, alguém que expressa gratidão pelo trabalho da equipe.
O LinkedIn é o lugar perfeito para colocar os holofotes sobre sua equipe. Seja específico sobre as contribuições deles. Em vez de dizer “Ótimo trabalho”, diga “Sua capacidade de se comunicar com clareza fez a diferença nesse projeto.” Transforme o reconhecimento em storytelling. É uma das maneiras mais simples de tornar sua liderança visível.
3. Não amplificar a história da sua empresa
Muitos líderes presumem que a página da empresa no LinkedIn faz o trabalho de comunicar o que a organização defende. Mas as pessoas não se conectam com logotipos, e sim com pessoas. A mesma coisa que a sua empresa postou na página corporativa do LinkedIn tem mais valor quando você divulga.
Quando os líderes não compartilham a história, os valores e a direção da empresa com sua própria voz, eles deixam uma lacuna de credibilidade. Use sua plataforma para traduzir a estratégia em impacto. Compartilhe o que está acontecendo, por que isso importa e adicione suas próprias perspectivas.
4. Repetir o discurso genérico do LinkedIn
Postagens genéricas e cheias de jargões estão por toda parte na plataforma, especialmente em uma era de conteúdos gerado por IA. A mesmice dilui a sua mensagem. Líderes fortes expressam suas perspectivas únicas. Eles estão dispostos a ser específicos e até um pouco contraditórios. Posicionar-se e ser claro supera o comportamento de apenas ir com a maioria. Uma perspectiva clara é o que faz as pessoas pararem de rolar a tela e prestarem atenção.
5. Fazer tudo ser sobre você
Postagens como “Estou animado em anunciar” ou “Tenho orgulho de compartilhar” são comuns e frequentemente ineficazes. Elas focam no líder, não no público. Sem um benefício claro, elas não criam conexão.
Para fazer as pessoas se engajarem, troque o “transmitir” pelo “servir”. Vincule sua experiência a algo útil. Antes de postar qualquer coisa, pergunte a si mesmo: por que outra pessoa deveria se importar com isso? Visibilidade sem substância frustra as pessoas que tentam entender você. Quando o seu conteúdo demonstra valor, as pessoas se engajam.
6. Ignorar os comentários
Alguns líderes pensam que o trabalho termina depois de postar o conteúdo, quando, na verdade, esse é o começo do processo. Quando você desaparece após a postagem, você torna o seu conteúdo menos valioso. A parte mais importante é estabelecer uma conversa.
Você não pode simplesmente compartilhar e ficar em silêncio. O verdadeiro valor do LinkedIn está no engajamento do público que se segue à postagem. Responda aos comentários de forma atenciosa, faça perguntas complementares e transforme as postagens em discussões. É aqui que sua liderança se torna interativa em vez de performativa.
7. Compartilhar atualizações, não insights
Atividade não é a mesma coisa que influência. Muitos líderes compartilham o que está acontecendo, mas não o que pensam sobre isso. Isso mostra que eles são ativos, mas não necessariamente estratégicos.
Para ser conhecido como um líder, compartilhe seu pensamento, mostre como você toma decisões, explique as lições aprendidas e ofereça perspectiva. Isso ajuda a se destacar e se tornar conhecido como um líder autêntico que entrega valor de forma consistente.
8. Ser polido demais
Um conteúdo excessivamente curado e corporativo pode parecer profissional, mas frequentemente soa distante. E a distância reduz a confiança. Isso se aplica ao que você posta e ao que você coloca no seu perfil. Concentre seus esforços na seção “Sobre” do seu LinkedIn. Torne-a humana, conectiva e intrigante para que os leitores queiram saber mais sobre você.
A Geração Z, em particular, valoriza a autenticidade e busca ativamente sinais de como a liderança realmente é dentro de uma organização. Eles também são altamente céticos e tendem a verificar o que veem. Se o seu perfil e tudo o que você compartilha parecem certinhos demais ou até gerados por robôs, eles presumem que realmente sejam. Quando você é real, as pessoas conseguem se reconhecer na sua experiência.
9. Subestimar o quanto o seu perfil está sendo avaliado
Muitos líderes presumem que clientes em potencial, candidatos e outras partes interessadas estão avaliando a empresa. Cada vez mais, eles estão avaliando você: sua presença online, voz, valores e interação com os outros. Um perfil negligenciado pode passar a mensagem de que você é pouco engajado. Mantenha seu perfil atualizado, especialmente o seu título, a seção “Sobre” e a sua foto de perfil.
*William Arruda é colaborador sênior da Forbes US. Ele é especialista em branding pessoal, autor, palestrante, fundador da Reach Personal Branding e cofundador da CareerBlast.TV.
*Reportagem publicada originalmente em Forbes.com
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O Que Harvard e o MIT Dizem sobre o Futuro do Trabalho — e sobre o Brasil

No início de abril, estive entre Harvard e o MIT, participando do Brasil Project, um encontro que reúne algumas das principais lideranças brasileiras, em diálogo com estudantes e acadêmicos. Fui para falar sobre o futuro do trabalho, mas voltei com a sensação de que aprendi mais do que falei. E talvez essa seja a principal bagagem que trouxe de lá.
Entre Tabata Amaral, Djamila Ribeiro e Ilan Goldfajn, passando por secretários de segurança e empreendedores, o evento mostrou uma diversidade de perspectivas. E isso talvez seja um dos pontos mais ricos: a capacidade de colocar temas muito diferentes na mesma mesa, de segurança pública a venture capital, sem perder profundidade.
Mesmo dentro de algumas das instituições mais prestigiadas do mundo, onde a excelência acadêmica é o padrão, há uma inquietação clara sobre o que vem pela frente: o que, de fato, prepara alguém para o futuro do trabalho hoje?
Essa pergunta apareceu em todos os lugares, nos painéis, nos corredores e nas conversas informais, e parte de um reconhecimento importante: o jogo mudou.
Durante muito tempo, o caminho parecia previsível: boa formação, diploma de uma instituição relevante e uma trajetória linear de crescimento. Mas o que ficou evidente ali é que esse modelo já não se sustenta sozinho. O diploma continua importante, mas deixou de ser suficiente.
Outro ponto que apareceu com força nas discussões é o papel da inteligência artificial. O impacto ainda está em construção, mas já há sinais claros de transformação. Segundo o LinkedIn, desde 2023, mais de 1,3 milhão de vagas relacionadas à IA surgiram globalmente, em áreas que vão de engenharia a infraestrutura de dados.
Portanto, o desafio não está na escassez de trabalho, mas na velocidade com que as habilidades estão sendo reconfiguradas. Isso desloca a conversa: não se trata de competir com a tecnologia, mas de aprender a trabalhar com ela.
Ao mesmo tempo, quanto mais a tecnologia avança, mais o fator humano ganha relevância. Habilidades técnicas continuam essenciais, mas deixam de ser o único diferencial. Capacidade de adaptação, pensamento crítico, comunicação e liderança em ambientes de incerteza passam a ser determinantes.
Em um cenário onde respostas prontas se tornam rapidamente obsoletas, o valor está em quem consegue aprender continuamente, conectar contextos e mobilizar pessoas. O que antes era considerado “soft skill” passa a ser, na prática, a principal vantagem competitiva.
O Brasil está cada vez mais inserido no centro dessas discussões. Hoje, é o terceiro maior mercado do LinkedIn no mundo, com cerca de 90% da força de trabalho presente na plataforma. Mais do que crescer, o país passa a ocupar um papel estrutural no ecossistema global de talentos.
A capacidade de adaptação, a resiliência e a habilidade de navegar cenários complexos, características
historicamente associadas ao profissional brasileiro, tornam-se ativos ainda mais relevantes em um
mundo em transformação.
Se tivesse que resumir o principal aprendizado daquele fim de semana, seria este: o futuro do trabalho não será definido apenas por onde você estudou, mas pelo que você é capaz de construir, continuamente, com o que aprende.
Essa mudança muda o foco de credenciais para capacidades, de estabilidade para adaptabilidade e de trajetória linear para evolução constante. E, talvez mais importante, abre espaço para que mais pessoas construam relevância profissional. Porque, em um mundo onde o conhecimento se atualiza o tempo todo, a vantagem não está em quem sabe mais, mas em quem aprende melhor.
*Milton Beck é Diretor Geral do LinkedIn para América Latina e África
Os artigos assinados são de responsabilidade exclusiva dos autores e não refletem, necessariamente, a opinião de Forbes Brasil e de seus editores.
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Nubank Anuncia Novo Chief Product Officer em Meio à Expansão Internacional
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
O Nubank anunciou nesta terça-feira (5) a nomeação de Carl Rivera como CPO (Chief Product Officer). O executivo assumirá a posição em 18 de maio, reportando-se diretamente a David Vélez, fundador e CEO global.
Rivera chega ao Nubank vindo da Shopify, onde ocupou cargos de liderança sênior em design e produto nos últimos sete anos. O executivo, que atuou como Chief Design Officer e VP de produto, ajudou a transformar a empresa em uma das principais plataformas de e-commerce do mundo. Antes disso, cofundou e foi CEO da Tictail, adquirida pela Shopify em 2018.
“Passei os últimos anos da minha carreira escalando produtos globais com estratégia de produto e design, com foco em excelência na execução”, diz o executivo. “O Nubank está em uma posição única para levar isso ainda mais longe, construindo uma nova geração de produtos em escala global que faça as pessoas se perguntarem como viveram tanto tempo sem eles.”
O novo CPO chega ao Nubank em meio à aceleração da expansão internacional. “Estamos em um ponto de inflexão na jornada do Nubank, ao levarmos globalmente nossa tese sobre o futuro dos serviços financeiros”, afirma Vélez.
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