Negócios
Use o ChatGPT para aprender habilidades que pagam bem

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Aprender habilidades que pagam bem é muito mais fácil graças à tecnologia. Existem infinitas aplicações para o ChatGPT e outros chatbots de IA generativa, como o Gemini do Google ou o Copilot da Microsoft, mas uma das maneiras mais benéficas de aproveitar a inteligência artificial é usá-la como uma ferramenta para alcançar seus objetivos.
Quando solicitado corretamente, o ChatGPT pode impulsionar sua carreira, seu salário e seu desenvolvimento profissional. Além de fornecer dicas úteis e uma estrutura para seguir, a ferramenta pode direcionar sua visão de carreira e ajudar a formular um objetivo de longo prazo, o que aumenta suas chances de ganhar dinheiro enquanto segue sua paixão.
Leia também
Veja como aproveitar as ferramentas de IA para desenvolver habilidades que pagam bem e aumentar significativamente sua remuneração em 2024:
1. Identifique as habilidades que você precisa aprender
O Perplexity AI é uma ferramenta de busca impulsionada por IA que se baseia nos modelos da OpenAI (criadora do ChatGPT). Por meio dela, você pode fazer perguntas como: “Quais são as principais habilidades que pagam bem para aprender em 2024?” ou “Quais são algumas habilidades que pagam bem no setor de tecnologia (ou sua área de atuação)?”
É importante usar o Perplexity AI para essa função, em vez do ChatGPT, porque o ChatGPT provavelmente fornecerá informações desatualizadas, já que sua última atualização foi em abril de 2023. No momento de gerar a resposta, ele perdeu quase um ano e meio de dados. Como as habilidades evoluem rapidamente, pode haver informações cruciais que agora são irrelevantes ou mais relevantes do que antes.
2. Crie um plano de aprendizado personalizado
Depois de identificar as habilidades que você gostaria de aprender, o próximo passo é criar um plano para garantir que você cumpra seus objetivos. Isso ajuda a manter a motivação e dá estrutura à sua jornada de carreira.
Você pode criar uma solicitação detalhada dos seus objetivos de carreira e financeiros, além de quais habilidades gostaria de desenvolver. Depois, é só pedir ao ChatGPT: “Crie um plano de aprendizado personalizado, com cronogramas detalhados, para que eu possa aprender a habilidade XYZ até (data final).” Para aproveitar a ferramenta, também é possível solicitar sugestões de cursos remotos, livros e exercícios práticos para desenvolver as habilidades.
3. Descomplique conceitos complexos
O ChatGPT pode ajudar você a entender conceitos complexos usando uma linguagem simples. Isso é muito útil se você está tentando se familiarizar com um tópico e está trabalhando em um nível iniciante. Por exemplo, se você está tentando aprender técnicas avançadas de codificação, modelagem financeira ou estratégias de marketing digital, pode pedir ao ChatGPT algo como:
“Explique XYZ para mim, um iniciante, em termos simples, passo a passo.”
4. Pratique e receba feedback com o ChatGPT
Você pode ir um passo além e pedir ao ChatGPT para ajudá-lo a colocar suas novas habilidades em prática. A ferramenta pode te ajudar a revisar, fazer um teste prático ou sugerir melhorias no seu trabalho.
5. Aprenda habilidades de resolução de problemas
Para ampliar seu desenvolvimento de habilidades, traga cenários para o ChatGPT e peça uma resolução ideal sugerida. Isso ajuda a pensar fora da caixa e permite explorar diferentes maneiras de utilizar habilidades na carreira e no local de trabalho.
Use de exemplo a frase “Como você abordaria um projeto onde o cliente precisa de um aumento de 15% no tráfego do site em três meses?” As sugestões de resposta da ferramenta podem ajudá-lo a colocar suas ideias em movimento e impulsionar novas ideias que você talvez não tivesse concebido antes.
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*Rachel Wells é fundadora e CEO da Rachel Wells Coaching, uma empresa dedicada a desbloquear o potencial de carreira e liderança para a GenZ e os millenials.
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Disney Anuncia Corte de 1.000 Empregos em Nova Reestruturação
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O novo CEO da Walt Disney, Josh D’Amaro, anunciou demissões em um e-mail aos funcionários nesta terça-feira (14), em sua busca para otimizar as operações da empresa.
Cerca de 1.000 cargos serão eliminados, de acordo com uma pessoa familiarizada com o assunto.
Os cortes recairão sobre o grupo de marketing, que foi reorganizado em janeiro, e outras partes da empresa, incluindo seus negócios de estúdio e televisão, ESPN, produtos e tecnologia e certas funções corporativas, segundo a fonte.
A Disney começou a notificar os funcionários esta semana. “Dado o ritmo acelerado de nossos setores, isso exige que avaliemos constantemente como promover uma força de trabalho mais ágil e capacitada tecnologicamente para atender às necessidades de amanhã”, escreveu D’Amaro em um e-mail visto pela Reuters. “Como resultado, eliminaremos funções em algumas partes da empresa.”
Assim como outros estúdios de Hollywood, a Disney está se ajustando a novas realidades econômicas, incluindo o declínio no negócio de televisão, bilheterias em retração e o aumento da concorrência. A Warner Bros Discovery e a Paramount Skydance também passaram por demissões.
A última rodada significativa de demissões na Disney ocorreu em 2023, quando a empresa disse que cortaria 7.000 empregos como parte de um esforço para economizar US$ 5,5 bilhões em custos. Na época, a Disney estava sob pressão do investidor ativista Nelson Peltz para melhorar seu desempenho financeiro e conter as perdas em seu negócio de streaming.
A Disney informou que empregava aproximadamente 231.000 pessoas até setembro, o fim de seu ano fiscal.
O The Wall Street Journal foi o primeiro a relatar os cortes de empregos.
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BAT Nomeia Suelma Rosa Como VP de Assuntos Corporativos e Regulatórios para América do Sul
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A BAT (British American Tobacco) anunciou Suelma Rosa como vice-presidente de assuntos corporativos e regulatórios para a América do Sul.
Na posição, a executiva será responsável pela estratégia regulatória, engajamento com governos e stakeholders, comunicação, reputação e gestão de temas sensíveis. “Não há transformação real sem diálogo, especialmente nos temas mais complexos. A evolução da BAT passa por inovação e novas categorias, mas também pela capacidade de construir confiança”, afirma. “Meu compromisso é contribuir para fortalecer essa agenda, ampliando a escuta e a qualidade da informação à sociedade.”
Antes de ingressar na BAT, Rosa atuava como vice-presidente de assuntos corporativos da PepsiCo para a América Latina e México.
Com mais de 20 anos de carreira internacional, já ocupou cargos de liderança na Unilever, Dow, UNOPS e The Nature Conservancy e esteve à frente de agendas em mercados da América Latina, Europa, Ásia e África.
A executiva é formada em relações internacionais pela Universidade de Brasília e começou a carreira como coordenadora de relações externas na Vale. Também possui MBA pela FGV (Fundação Getulio Vargas) e doutorado em ciências políticas pela Universidade de Sorbonne.
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Negócios
20 Universidades dos EUA Que Desbancam a Ivy League na Era da IA

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Em janeiro, a Amazon anunciou o corte de 16 mil vagas corporativas, apenas alguns meses depois de reduzir seu quadro de funcionários em 14 mil pessoas. No mesmo mês, a UPS informou que eliminaria até 30 mil postos de trabalho administrativos este ano. Na semana passada, a Oracle iniciou uma grande rodada de demissões (estima-se até 30 mil), enquanto a gigante de software empresarial investe dezenas de bilhões de dólares em inteligência artificial.
Mesmo antes dos anúncios de demissões em massa começarem a estampar as manchetes, a IA já havia começado a impactar o mercado de trabalho para jovens. Pesquisadores do Laboratório de Economia Digital de Stanford descobriram que o emprego de pessoas entre 22 e 25 anos nas profissões mais vulneráveis à IA, como engenheiros de software e representantes de atendimento ao cliente, havia caído 16% até outubro do ano passado.
Como preparar os jovens para a era da IA
Enquanto a IA transforma o mercado de trabalho e preocupa jovens profissionais, as universidades terão que se adaptar para justificar seus preços e formar profissionais qualificados, capazes de quitar suas dívidas estudantis.
Mas como? Algumas das primeiras pistas vêm da terceira lista anual da Forbes das Novas Ivies – as 20 melhores instituições americanas (10 privadas e 10 públicas) cujos ex-alunos são muito bem avaliados pelos empregadores. Os destaques foram escolhidos com base em uma pesquisa com mais de 100 executivos C-Level e recrutadores. Este ano, eles foram questionados não apenas sobre a avaliação das escolas, mas também sobre como a IA está impactando a contratação de recém-formados.
Quase 25% desses executivos afirmaram que a IA reduziria a necessidade de recém-formados em posições de entrada, e 60% disseram que a tecnologia mudaria suas necessidades gerais de equipe. “A IA redefiniu completamente a estrutura dos cargos de entrada. Consequentemente, o nível de exigência para novas contratações aumentou, diminuindo nossa necessidade do quadro tradicional de funcionários júnior”, diz um executivo entrevistado.
A corrida das universidades para se adaptar à IA
As 20 universidades da lista da Forbes deste ano estão correndo para preparar seus alunos e adaptar seus currículos de diversas maneiras e em todas as disciplinas.
Em dezembro, a Universidade Purdue (Indiana), uma “Nova Ivy” pública, tornou-se a primeira faculdade dos EUA a anunciar a exigência de “proficiência no uso de IA” para a graduação. “Os talentos mais promissores de hoje estão começando a surgir de instituições que priorizam o rigor intelectual em detrimento do prestígio herdado“, observou um dos entrevistados. “O recém-formado ideal terá uma educação que cultivou traços humanos, incluindo inteligência emocional, adaptabilidade e criatividade, para orquestrar ferramentas de IA em vez de competir com elas.”
Uma perspectiva semelhante foi oferecida por Magnus Egerstedt, especialista em robótica que, em novembro passado, foi nomeado reitor da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill (listada três vezes no ranking da Forbes). “Ter sucesso [na era da IA] tem mais a ver com as artes liberais do que com as disciplinas tradicionais de alta tecnologia”, afirma Egerstedt. “Estamos nos apoiando na ideia de que você precisa de uma boa base técnica para, em seguida, focar na criatividade, curiosidade e resolução de problemas.”
Pesquisadores de Stanford, em um artigo publicado em novembro, observaram que, embora os jovens profissionais estivessem perdendo espaço em vagas onde a IA atua principalmente automatizando o trabalho, o emprego continuava crescendo em funções onde a IA potencializa a produtividade humana.
Por que o mercado está olhando além da Ivy League
A Forbes lançou a lista das “Novas Ivies” em 2024, em meio ao crescente ceticismo de empregadores sobre se os diplomas da tradicional Ivy League (que inclui Brown, Columbia, Cornell, Dartmouth, Harvard, Penn, Princeton e Yale) ainda são garantia de acesso os melhores talentos. Há uma convicção generalizada de que muitos dos jovens mais inteligentes e dedicados podem ser encontrados em instituições menos conhecidas.
Essa desconfiança em relação à Ivy League persiste: 37% dos entrevistados deste ano disseram estar menos propensos a contratar graduados dessas renomadas instituições do que há cinco anos, e apenas 6% disseram estar mais propensos a fazê-lo.
No caso das universidades públicas, o cenário se inverte: 42% dos executivos dizem estar mais propensos a contratar seus graduados, enquanto apenas 6% afirmam o contrário. Os formados em faculdades privadas que não fazem parte da Ivy League também se saem melhor nessas avaliações do que aqueles que possuem diplomas dessas instituições de elite.
Confira as 20 universidades públicas e privadas que estão desbancando a Ivy League nos EUA
As Novas Ivies privadas
Carnegie Mellon University
- Localização: Pittsburgh, Pensilvânia
- Matrículas na graduação: 7.852
- Taxa de aceitação: 12%
- Nota mediana do SAT: 1540
- Nota mediana do ACT: 35

Case Western Reserve University
- Localização: Cleveland, Ohio
- Matrículas na graduação: 6.354
- Taxa de aceitação: 37%
- Nota mediana do SAT: 1510
- Nota mediana do ACT: 34
Emory University
- Localização: Atlanta, Geórgia
- Matrículas na graduação: 7.805
- Taxa de aceitação: 11%
- Nota mediana do SAT: 1520
- Nota mediana do ACT: 34
Georgetown University
- Localização: Washington, D.C.
- Matrículas na graduação: 8.537
- Taxa de aceitação: 13%
- Nota mediana do SAT: 1490
- Nota mediana do ACT: 33

Northwestern University
- Localização: Evanston, Illinois
- Matrículas na graduação: 10.421
- Taxa de aceitação: 8%
- Nota mediana do SAT: 1540
- Nota mediana do ACT: 34
University of Notre Dame
- Localização: Notre Dame, Indiana
- Matrículas na graduação: 9.157
- Taxa de aceitação: 11%
- Nota mediana do SAT: 1520
- Nota mediana do ACT: 34
Rice University
- Localização: Houston, Texas
- Matrículas na graduação: 4.836
- Taxa de aceitação: 8%
- Nota mediana do SAT: 1550
- Nota mediana do ACT: 35
Tufts University
- Localização: Medford e Somerville, Massachusetts
- Matrículas na graduação: 7.715
- Taxa de aceitação: 11%
- Nota mediana do SAT: 1510
- Nota mediana do ACT: 34

Vanderbilt University
- Localização: Nashville, Tennessee
- Matrículas na graduação: 7.285
- Taxa de aceitação: 6%
- Nota mediana do SAT: 1540
- Nota mediana do ACT: 35
Washington University in St. Louis
- Localização: St. Louis, Missouri
- Matrículas na graduação: 9.064
- Taxa de aceitação: 12%
- Nota mediana do SAT: 1540
- Nota mediana do ACT: 34

As Novas Ivies públicas
United States Air Force Academy (Academia da Força Aérea dos Estados Unidos)
- Localização: Colorado Springs, Colorado
- Matrículas na graduação: 5.117
- Taxa de aceitação: 14%
- Nota mediana do SAT: 1330
- Nota mediana do ACT: 30

University of Florida
- Localização: Gainesville, Flórida
- Matrículas na graduação: 38.246
- Taxa de aceitação: 24%
- Nota mediana do SAT: 1400
- Nota mediana do ACT: 31
Georgia Institute of Technology
- Localização: Atlanta, Geórgia
- Matrículas na graduação: 20.887
- Taxa de aceitação: 14%
- Nota mediana do SAT: 1480
- Nota mediana do ACT: 33
University of Michigan
- Localização: Ann Arbor, Michigan
- Matrículas na graduação: 34.962
- Taxa de aceitação: 16%
- Nota mediana do SAT: 1460
- Nota mediana do ACT: 33
University of North Carolina at Chapel Hill
- Localização: Chapel Hill, Carolina do Norte
- Matrículas na graduação: 21.906
- Taxa de aceitação: 15%
- Nota mediana do SAT: 1480
- Nota mediana do ACT: 31
Purdue University
- Localização: West Lafayette, Indiana
- Matrículas na graduação: 42.745
- Taxa de aceitação: 50%
- Nota mediana do SAT: 1350
- Nota mediana do ACT: 31

University of Texas at Austin
- Localização: Austin, Texas
- Matrículas na graduação: 44.663
- Taxa de aceitação: 27%
- Nota mediana do SAT: 1390
- Nota mediana do ACT: 31
University of Virginia
- Localização: Charlottesville, Virgínia
- Matrículas na graduação: 19.033
- Taxa de aceitação: 17%
- Nota mediana do SAT: 1480
- Nota mediana do ACT: 33
William & Mary
- Localização: Williamsburg, Virgínia
- Matrículas na graduação: 7.465
- Taxa de aceitação: 34%
- Nota mediana do SAT: 1470
- Nota mediana do ACT: 33

University of Wisconsin-Madison
- Localização: Madison, Wisconsin
- Matrículas na graduação: 39.637
- Taxa de aceitação: 45%
- Nota mediana do SAT: 1460
- Nota mediana do ACT: 31
Metodologia
Para identificar as universidades públicas e privadas do ranking, foram analisadas todas as faculdades dos Estados Unidos que concedem diplomas de quatro anos, com exceção da Ivy League (Brown, Columbia, Cornell, Dartmouth, Harvard, Penn, Princeton e Yale) e das faculdades do grupo “Ivy Plus” (Johns Hopkins, Stanford, MIT, Duke e Universidade de Chicago).
Para serem consideradas para a lista das “Novas Ivies”, as faculdades precisaram atender a três outros critérios:
- Tamanho: As escolas privadas devem ter pelo menos 3.000 alunos matriculados, e as faculdades públicas, 4.000 alunos.
- Seletividade: Todas as faculdades privadas, exceto uma, tiveram uma taxa de admissão inferior a 15%, e a taxa de admissão das faculdades públicas foi de 50% ou menos.
- Notas: Pelo menos metade dos ingressantes deve ter enviado as notas do SAT ou do ACT. Para as Novas Ivies privadas, a pontuação mediana do SAT foi 1530 e a mediana do ACT foi 34. Para as universidades públicas que entraram na lista, a mediana do SAT foi 1460 e a do ACT foi 31. (Todos os números referem-se à turma ingressante de 2024, os dados mais recentes disponíveis do Centro Nacional de Estatísticas da Educação dos EUA).
As universidades foram então incluídas em uma pesquisa com executivos C-level e de recrutamento, que classificaram os graduados de cada faculdade (desde que tivessem experiência profissional com eles) e indicaram como a inteligência artificial afetou seus planos de contratação.
*Reportagem publicada originalmente em Forbes.com
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