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Tecnologia

O novo tipo de tela que promete nunca quebrar mesmo com quedas fortes

Redação Informe ES

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O Gorilla Glass Victus 2 representa o ápice da engenharia de materiais voltada para a proteção de dispositivos móveis de última geração. Desenvolvido para sobreviver a impactos severos em superfícies altamente abrasivas, esse vidro redefine o conceito de durabilidade para os smartphones modernos. Com a tecnologia do Gorilla Glass Victus 2, a segurança do seu aparelho contra quedas em calçadas de concreto torna-se uma realidade tecnológica palpável.

O que torna o Gorilla Glass Victus 2 tão resistente ao concreto?

De acordo com as especificações técnicas detalhadas no site oficial da Corning, a nova geração foi projetada especificamente para resolver o problema das superfícies irregulares. Enquanto as gerações passadas focavam em superfícies lisas, este novo material lida com a dureza extrema de materiais de construção.

A composição molecular do vidro foi alterada para oferecer uma zona de compressão mais profunda, o que impede que pequenos danos se propaguem. Isso significa que, mesmo após um impacto forte, a integridade estrutural do painel permanece preservada, evitando que a tela se despedace completamente no primeiro choque.

🧪 Refinamento Químico: O vidro passa por um processo de troca iônica que substitui íons menores por maiores na superfície.

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🏗️ Simulação de Impacto: Testes laboratoriais replicam quedas de 1 metro diretamente sobre concreto de alta densidade.

📱 Aplicação Comercial: Integração imediata em smartphones premium para garantir proteção em cenários urbanos reais.

Como o vidro lida com quedas em superfícies irregulares?

A resistência a quedas em superfícies irregulares exige um equilíbrio delicado entre a rigidez necessária para evitar riscos e a flexibilidade para absorver choques. O material consegue dissipar a energia cinética do impacto de forma lateral, reduzindo a pressão central que normalmente causaria a quebra imediata do cristal.

Essa tecnologia é particularmente eficaz porque as calçadas e asfaltos possuem pontas microscópicas que agem como agulhas sob pressão. O Victus 2 foi treinado para “abraçar” essas irregularidades sem permitir que elas penetrem na camada crítica de tensão do vidro frontal do aparelho.

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  • Proteção garantida em quedas de até um metro em concreto.
  • Resistência a quedas de até dois metros em superfícies lisas.
  • Melhoria significativa na resistência contra riscos do cotidiano.
  • Compatibilidade total com telas curvas e leitores biométricos.
O novo tipo de tela que promete nunca quebrar mesmo com quedas fortes
O material dissipa energia lateralmente para evitar a quebra total do vidro frontal – Créditos: Samsung / Divulgação

Quais são os principais diferenciais técnicos dessa tecnologia?

O principal diferencial técnico reside no aumento da densidade do vidro sem comprometer a sua leveza ou a espessura final do smartphone. A Corning conseguiu otimizar o perfil de tensão do material, permitindo que os fabricantes de celulares mantenham designs finos e elegantes sem sacrificar a segurança.

Além disso, o processo de fabricação sustentável também foi aprimorado, utilizando componentes que facilitam a reciclagem futura do dispositivo. Trata-se de uma evolução que une alta performance mecânica com as demandas de responsabilidade ambiental da indústria tecnológica atual.

Característica Benefício do Victus 2
Queda no Concreto Suporta impactos de até 1 metro de altura.
Resistência a Riscos Até 4x superior a vidros de aluminossilicato.
Transparência Óptica 99% de fidelidade de cores e brilho intenso.

Quais aparelhos já utilizam o Gorilla Glass Victus 2 hoje?

As maiores fabricantes de tecnologia móvel do mundo já adotaram o Gorilla Glass Victus 2 como o padrão ouro para seus modelos topo de linha. Marcas líderes utilizam essa proteção para justificar o valor premium de seus dispositivos, oferecendo ao consumidor uma camada extra de tranquilidade no uso diário.

Desde smartphones dobráveis que exigem uma engenharia de tela mais complexa até os modelos tradicionais de alto desempenho, a presença deste vidro tornou-se um requisito básico. A adoção em massa garante que a inovação chegue rapidamente às mãos de milhões de usuários globais.

Vale a pena investir em um celular com esse tipo de tela?

Investir em um dispositivo equipado com esta proteção é, antes de tudo, uma decisão financeira inteligente para evitar gastos imprevistos. O custo de substituição de uma tela original de última geração pode chegar a 40% do valor total do aparelho, tornando a prevenção o melhor caminho.

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A sensação de segurança ao manusear o telefone em ambientes externos, sem o medo constante de uma queda acidental, melhora drasticamente a experiência de uso. Com a evolução constante da ciência dos materiais, o Victus 2 se posiciona como a melhor defesa disponível no mercado atual.

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“Grampo” na OpenAI: juiz vê risco de fuga e nega liberdade a ex-engenheiro da empresa

Redação Informe ES

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Um juiz federal dos Estados Unidos determinou que Abdulrahman Alfozan, ex-engenheiro da OpenAI, permaneça preso sem direito a fiança enquanto aguarda o andamento do processo criminal em que é acusado de instalar um dispositivo de gravação clandestino em um escritório da empresa em São Francisco, na Califórnia (EUA).

A decisão foi tomada nesta segunda-feira (19), após o magistrado Alex Tse considerar que há risco significativo de o acusado não comparecer à Justiça. Durante a audiência, o juiz também questionou a proposta do consulado saudita de assumir integralmente o pagamento de uma eventual fiança, classificando a oferta como problemática.

Alfozan, de 35 anos, foi preso em 9 de outubro. Ele é acusado de interceptar comunicações orais por meio de dispositivo eletrônico e pode enfrentar até cinco anos de prisão se for condenado.

Promotores apontam contatos com a família real saudita

  • Em documentos judiciais, os promotores afirmaram que Alfozan mantinha contato frequente com um integrante não identificado da família real da Arábia Saudita. Segundo a acusação, essa pessoa teria tentado recrutá-lo em diversas ocasiões para participar de uma iniciativa de inteligência artificial (IA) no país;
  • Uma das mensagens trocadas pelo WhatsApp, reproduzida no processo, trazia a frase: “A Arábia Saudita precisa mais de você do que os Estados Unidos”. De acordo com os promotores, Alfozan respondeu com “100”, expressão usada para indicar concordância;
  • Os procuradores também apontaram que o engenheiro havia comprado uma passagem aérea só de ida para Riade, capital saudita, com embarque previsto para 12 de outubro. Para a acusação, a compra reforça o risco de fuga;
  • O advogado de defesa, William Pernik, contestou essa interpretação. Ele afirmou que Alfozan tinha uma entrevista para obter a cidadania estadunidense marcada para 6 de novembro;
  • A esposa do engenheiro e o bebê do casal deixaram os Estados Unidos em 10 de outubro, um dia após a prisão. Segundo os promotores, as passagens foram pagas por um oficial militar saudita.

Ao fundo, logo da OpenAI; à frente, martelo de juiz
Magistrado Alex Tse considera que há risco significativo de o acusado não comparecer à Justiça – Imagem: Bangla press/Shutterstock

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Dispositivo foi encontrado em sala de reuniões

Alfozan trabalhava na OpenAI desde 2025. A empresa descobriu um dispositivo de gravação escondido atrás de uma televisão em uma sala de reuniões executiva, em setembro. O equipamento estava envolto em papel higiênico e conectado a uma porta USB.

De acordo com a acusação, as reuniões realizadas no local frequentemente envolviam informações confidenciais sobre pesquisas, produtos, estratégias comerciais e decisões da companhia.

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Embora o caso tenha levantado preocupações sobre segurança nacional entre autoridades estadunidenses, Alfozan não foi formalmente acusado de espionagem. Os promotores afirmam que a investigação continua e que ela pode resultar em acusações adicionais.

A próxima audiência está prevista para 6 de novembro.

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Som que envolve: headsets 7.1 surround em promoção na Amazon

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Justiça obriga OpenAI a entregar documentos de contratação em processo da Apple

Redação Informe ES

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A Justiça dos Estados Unidos determinou que a OpenAI entregue documentos relacionados à contratação de ex-funcionários da Apple, em processo no qual a fabricante do iPhone acusa a empresa de inteligência artificial (IA) de se beneficiar de informações comerciais confidenciais.

A decisão, proferida nesta terça-feira (13), permite que a Apple tenha acesso antecipado a registros de entrevistas, mensagens privadas e outras evidências que podem ajudar a esclarecer as acusações.

O juiz federal Edward Davila, responsável pelo caso no Distrito Norte da Califórnia, concedeu parte dos pedidos apresentados pela Apple para acelerar a fase de produção de provas. A OpenAI terá cinco dias para entregar os materiais que já reuniu e 14 dias para apresentar os demais documentos abrangidos pela determinação.

A disputa está relacionada à contratação de antigos funcionários da Apple pela OpenAI, especialmente para equipes envolvidas no desenvolvimento de produtos de hardware e robótica. A empresa de Tim Cook suspeita que informações confidenciais sobre tecnologias e produtos ainda não lançados tenham sido obtidas e utilizadas indevidamente durante esse processo.

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Quais documentos a OpenAI terá de entregar?

  • A determinação judicial abrange diferentes categorias de materiais que podem ajudar a reconstruir como informações da Apple teriam circulado durante o recrutamento de funcionários;
  • Entre os documentos solicitados estão listas de verificação, guias, instruções, manuais e roteiros utilizados nas entrevistas de candidatos provenientes da Apple para a equipe de produtos de hardware de consumo da OpenAI;
  • A empresa também deverá apresentar apresentações técnicas e outros registros que documentem o conteúdo dessas entrevistas, incluindo eventuais referências a tecnologias, componentes e projetos da fabricante do iPhone;
  • Outro ponto importante envolve as evidências digitais. A decisão prevê a entrega de imagens forenses de dispositivos já coletadas no contexto das acusações, além de conversas privadas trocadas pelo aplicativo de mensagens LINE entre Chang Liu e Alyssa Peng desde janeiro de 2026;
  • O juiz também autorizou depoimentos antecipados de três ex-funcionários da Apple: Chang Liu, Alyssa Peng e Tang Yew Tan, atual diretor de hardware da OpenAI. Os depoimentos deverão ajudar a esclarecer as circunstâncias das contratações e o possível uso de informações confidenciais;
  • A Apple argumenta que o acesso antecipado é necessário para compreender a extensão do suposto desvio de segredos comerciais e fundamentar seu pedido de medidas judiciais contra os envolvidos.

Apple acusa ex-funcionários de levar informações confidenciais

A Apple entrou com a ação em julho de 2026, alegando que antigos funcionários teriam obtido ou utilizado indevidamente informações relacionadas a produtos e tecnologias ainda não anunciados.

Entre as acusações estão o download de documentos técnicos confidenciais em computadores fornecidos pela Apple, a retenção de equipamentos corporativos após o desligamento e o compartilhamento de informações com outros profissionais interessados em trabalhar na OpenAI.

A fabricante também afirma que candidatos teriam sido orientados sobre quais conhecimentos estudar para entrevistas e que o processo de recrutamento teria sido usado para obter detalhes sobre projetos sigilosos, componentes e métodos de desenvolvimento.

Um dos nomes centrais da disputa é Tang Yew Tan, que trabalhou na Apple por 24 anos e ocupou o cargo de vice-presidente de design de produtos para o iPhone e o Apple Watch antes de ingressar na OpenAI. Chang Liu, outro ex-funcionário citado no processo, teria trabalhado durante oito anos na Apple como engenheiro sênior de sistemas elétricos.

A Apple sustenta que as informações envolvidas na disputa incluem especificações técnicas, apresentações de engenharia, dados de projetos proprietários e detalhes sobre tecnologias ainda não lançadas.

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Essas alegações fazem parte do processo judicial e ainda não representam uma conclusão definitiva de que houve roubo de segredos comerciais.

Logo da OpenAI na tela de um smartphone que está na horizontal
Disputa está relacionada à contratação de antigos funcionários da Apple pela OpenAI, especialmente para equipes envolvidas no desenvolvimento de produtos de hardware e robótica – Imagem: Vitor Miranda/Shutterstock

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Disputa envolve futuro dispositivo de hardware da OpenAI

O processo ocorre enquanto a OpenAI trabalha no desenvolvimento de produtos físicos voltados ao consumidor. A empresa adquiriu a startup io, ligada ao ex-chefe de design da Apple Jony Ive, em negócio anunciado em 2025 por US$ 6,5 bilhões (cerca de R$ 35 bilhões).

A iniciativa ampliou as ambições da OpenAI no mercado de hardware, em momento no qual a companhia busca levar suas tecnologias de inteligência artificial (IA) para além dos computadores e smartphones tradicionais.

A Apple considera que informações confidenciais sobre seus projetos podem ter sido incorporadas aos esforços de desenvolvimento da OpenAI. A disputa, portanto, não se limita à saída de profissionais de uma empresa para outra: envolve a possibilidade de utilização de conhecimentos protegidos por segredo comercial em produtos concorrentes.

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A OpenAI, por sua vez, contestou as acusações e classificou o processo como infundado. A empresa também argumenta que a ação seria uma tentativa da Apple de compensar dificuldades na disputa por talentos do setor tecnológico.

Até agora, não há decisão definitiva sobre a existência de apropriação indevida de informações nem sobre o eventual impacto dessas informações nos produtos desenvolvidos pela OpenAI.

Juiz rejeita parte dos pedidos da Apple

Embora tenha autorizado o acesso antecipado a documentos de contratação, mensagens e evidências digitais, Davila não atendeu a todas as solicitações da Apple.

O juiz rejeitou o pedido para acelerar a entrega de documentos relacionados às pesquisas e ao desenvolvimento da OpenAI em áreas como acabamentos metálicos, gerenciamento de energia e funcionamento de baterias para dispositivos de consumo.

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Esses materiais poderão ser solicitados durante a fase regular de produção de provas, mas não terão o mesmo tratamento prioritário concedido aos registros de entrevistas e às demais evidências previstas na decisão.

O magistrado também deixou em aberto alguns pedidos mais amplos relacionados ao que a Apple chama de informações originadas na própria empresa. Segundo a decisão, a definição apresentada era vaga demais e poderia impor uma tarefa excessivamente onerosa à OpenAI. A Apple poderá tentar reformular o pedido para torná-lo mais específico.

A decisão sobre a produção antecipada de provas ocorre às vésperas de audiência marcada para discutir o pedido da OpenAI para encerrar o processo e a solicitação da Apple por uma liminar que impeça o uso dos segredos comerciais supostamente envolvidos.

A disputa judicial ainda está em andamento. Os documentos e depoimentos autorizados poderão ampliar o conjunto de evidências disponível às partes, mas não determinam, por si só, o resultado final do caso.

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