Tecnologia
Moltbook viraliza, mas especialistas apontam falhas de segurança

A criação do OpenClaw, projeto que ganhou força nas últimas semanas após a popularização da rede social experimental Moltbook, gerou debates sobre os limites da chamada IA agentic. A plataforma simulava um espaço em que agentes de inteligência artificial (IA) interagiam entre si, levando parte da comunidade a acreditar que sistemas autônomos estariam se organizando sem supervisão humana.
Com o avanço das análises, porém, pesquisadores apontaram que o fenômeno não representava uma ação real de agentes de IA. Segundo especialistas em segurança, falhas técnicas permitiam que pessoas reais publicassem conteúdos se passando por bots, levantando dúvidas sobre a autenticidade de todo o material publicado e reacendendo discussões sobre riscos de segurança ligados a esse tipo de tecnologia.

Falhas no Moltbook, rede social de agentes, expõem limites do projeto
A repercussão começou após mensagens publicadas no Moltbook sugerirem que agentes buscavam espaços privados para conversar. O caso chamou atenção de figuras conhecidas do setor, incluindo Andrej Karpathy, ex-diretor de IA da Tesla e membro fundador da OpenAI, que classificou o momento como algo próximo de uma ficção científica.
Posteriormente, análises mostraram que a rede apresentava problemas de segurança. Ian Ahl, CTO da Permiso Security, afirmou que credenciais armazenadas no banco de dados Supabase ficaram expostas por um período, permitindo que qualquer usuário acessasse tokens e se passasse por outros agentes. A consequência foi a impossibilidade de confirmar se postagens eram realmente geradas por IA.
John Hammond, pesquisador principal de segurança da Huntress, destacou ao TechCrunch que humanos podiam criar contas, simular bots e até impulsionar publicações sem restrições. Apesar disso, o Moltbook virou um experimento cultural na internet, com versões inspiradas em redes sociais conhecidas, incluindo serviços de relacionamento e fóruns voltados a agentes.
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Popularidade do OpenClaw e questionamentos sobre inovação
O OpenClaw é um projeto open source do desenvolvedor austríaco Peter Steinberger, inicialmente lançado como Clawdbot. A ferramenta acumulou mais de 190 mil estrelas no GitHub, tornando-se um dos repositórios de código mais populares da plataforma.
O sistema facilita o uso de agentes de IA, permitindo integração com aplicativos como WhatsApp, Discord, iMessage e Slack, além de funcionar como uma camada de conexão com modelos já existentes, como Claude, ChatGPT, Gemini e Grok. Para John Hammond, no entanto, o OpenClaw atua basicamente como um “wrapper” desses modelos, sem apresentar ruptura tecnológica.
Chris Symons, cientista-chefe de IA da Lirio, avalia que o projeto representa uma melhoria incremental, principalmente por ampliar o acesso dos agentes a diferentes sistemas. Já Artem Sorokin, engenheiro de IA e fundador da ferramenta de cibersegurança Cracken, afirma que os componentes já existiam e que o diferencial foi apenas combinar recursos de forma mais fluida.
A facilidade de automatizar tarefas, do gerenciamento de e-mails à negociação de ações por meio de habilidades baixadas na loja ClawHub, ajudou a impulsionar a viralização. Ainda assim, especialistas alertam que a produtividade prometida depende de um nível de confiança que a tecnologia ainda não alcançou.

Testes de segurança conduzidos por Ian Ahl mostraram vulnerabilidades a ataques de prompt injection, técnica em que comandos maliciosos levam agentes a executar ações indevidas, como compartilhar credenciais ou realizar transferências. Em ambientes corporativos, esse cenário pode representar risco elevado, já que os agentes operam com acesso amplo a e-mails e plataformas internas.
Apesar de existirem proteções, pesquisadores afirmam que não há garantia de que agentes não sejam manipulados. Para Hammond, o setor enfrenta um impasse: permitir alto nível de automação implica aceitar riscos de segurança ainda não resolvidos. Diante desse quadro, ele recomenda que usuários comuns evitem a tecnologia por enquanto.
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Artemis 2: terceiro dia da missão chega ao fim

A missão Artemis 2, lançada com sucesso pela NASA na quarta-feira (1), está agora no terceiro dia de voo rumo à Lua.
O comandante Jeremy Hansen, astronauta da Agência Espacial Canadense (CSA), preparou-se pela manhã para realizar, após o almoço da tripulação, a primeira de três ignições menores dos motores, chamada de correção de trajetória de saída.
- Só que os controladores de voo no Centro Espacial Johnson, da NASA, em Houston (EUA), optaram pelo cancelamento da primeira queima;
- A atitude foi tomada, pois a trajetória da Orion rumo à Lua está correta, não sendo necessária a manobra, portanto;
- No cronograma da Artemis 2, há outras duas correções planejadas, visando otimizar a velocidade e a trajetória da espaçonave;
- Se forem necessários outros ajustes, eles poderão ser incorporados em queima corretiva subsequente.
A manobra não executada é essencial para ajustar pequenas variações na velocidade e direção da Orion após a queima de injeção translunar. Sem esse ajuste preciso, desvios mínimos poderiam comprometer a órbita lunar ou alterar a passagem planejada. A ignição é calculada com base em telemetria e modelos de navegação da NASA e da CSA, garantindo que a cápsula siga exatamente a rota programada rumo à Lua.
Howard Hu, gerente do programa Orion da NASA, afirmou, em coletiva de imprensa, que o módulo de serviço da Orion apresentou falha no sistema de pressurização de hélio, integrante do sistema de propulsão. Contudo, ele garantiu que não há riscos à missão no momento, pois o sistema de reserva foi acionado.
Como foi o terceiro dia da missão Artemis 2
“Livres” da correção de trajetória de saída, durante o dia, Hansen e os astronautas Victor Glover e Christina Koch, da NASA, demonstraram procedimentos de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) no espaço, conforme noticiado pelo Olhar Digital.
Glover e Reid Wiseman, também da NASA, testaram equipamentos médicos da Orion, como termômetro, monitor de pressão arterial, estetoscópio e otoscópio, garantindo que tudo funcionasse corretamente em microgravidade.
Na segunda metade do dia, Koch dedicou tempo para testar o sistema de comunicações de emergência da Orion com a Rede de Espaço Profundo, um sistema de antenas da NASA que permite comunicar e controlar espaçonaves distantes. A atividade simulou situações críticas e confirmou a capacidade da tripulação de se comunicar com a Terra mesmo em caso de falha nos sistemas principais.
O dia também foi de emoções. Os tripulantes da Orion puderam ter contato com suas famílias diretamente do espaço. Ainda, conversaram com a imprensa, relatando seus momentos iniciais no espaço e suas primeiras visões da Terra.
Para finalizar, toda a equipe praticou os procedimentos dos trabalhos científicos que realizarão no sexto dia de missão, na segunda-feira (6), quando a Orion estiver mais próxima da Lua. O treino incluiu posicionamento, registro de dados e preparação para experimentos planejados durante a passagem lunar.

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Linha do tempo: o que aconteceu dia a dia na missão Artemis 2
Dia 1 (1º de abril): o retorno ao espaço profundo
- Superação de obstáculos: antes da decolagem, a NASA precisou corrigir uma falha de última hora no sistema de destruição do foguete. Entenda o problema técnico que quase adiou a missão.
- O lançamento: às 19h35 (horário de Brasília), o superfoguete SLS decolou da Flórida, levando quatro astronautas a bordo. Saiba como foi o lançamento histórico aqui.
- Painéis solares: pouco após entrar em órbita, a Orion abriu seus quatro painéis solares em formato de “X”, garantindo os 11 quilowatts de energia necessários para a viagem.
- Ajuste de órbita: a nave realizou uma manobra de elevação, estabelecendo uma órbita elíptica entre 185 km e 2.222 km de altitude para testes iniciais de sistemas.
Dia 2 (2 de abril): o “chute” rumo à Lua
- Rotina e exercícios: a tripulação testou o novo dispositivo de exercícios flywheel e despertou ao som de “Green Light”, de John Legend, escolhida pelo controle de missão.
- “Encanadora espacial”: a astronauta Christina Koch realizou um reparo de emergência no sistema sanitário da nave, garantindo o conforto da tripulação para o restante da viagem. Em vídeo, a astronauta conta como consertou o banheiro da Artemis 2.
Injeção Translunar (TLI): às 20h49 (Brasília), a Orion acionou seus motores por quase seis minutos, saindo da órbita da Terra e entrando oficialmente na trajetória de cruzeiro para a Lua. Entenda em detalhes o que é a manobra que colocou a Orion na rota lunar.
Dia 3 (3 de abril): chegando cada vez mais perto
- A equipe testou vários equipamentos de primeiros socorros, como termômetro, monitor de pressão arterial, estetoscópio e otoscópio;
- Realizaram testes no sistema de comunicações de emergência da Orion com a Rede de Espaço Profundo da NASA;
- Também puderam conversar com a imprensa e familiares, destacando suas primeiras impressões sobre o espaço e a Terra vista de longe;
- Com a realização da TLI um dia antes, a Orion entrou na chamada magnetocauda, extensão do campo magnético do planeta, semelhante a um cometa, que se estende por milhões de quilômetros, formada pelo vento solar que comprime e alonga o campo magnético.
Quer saber mais sobre a jornada da NASA rumo à Lua? Confira nossa cobertura especial sobre a Artemis 2.
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Artemis 2 é a última missão lunar da NASA sem auxílio do Vale do Silício

Em um desenvolvimento significativo para o programa espacial, a missão Artemis 2 da NASA marcará a última ocasião em que a agência espacial seguirá rumo à Lua sem um envolvimento substancial das empresas tecnológicas do Vale do Silício.
A origem dessa iniciativa lunar remonta ao governo do ex-presidente George W. Bush, que vislumbrava o desenvolvimento de um grande foguete e da espaçonave Orion para retomar as missões tripuladas ao satélite natural. Em 2010, o projeto enfrentou desafios de orçamento, levando à sua redução e à busca por colaboração com organizações privadas para construção de novos foguetes orbitais.
Artemis 2: o papel crucial do Sistema de Lançamento Espacial (SLS)
- O Sistema de Lançamento Espacial, conhecido como SLS, que atualmente transporta um grupo de astronautas rumo à Lua, destaca-se como o foguete operacional mais potente do mundo;
- A segunda vez em que este poderoso veículo espacial é utilizado ocorre durante a missão histórica que estabelece novos recordes de exploração humana no sistema solar;
- A decisão de apoiar empresas privadas culminou em um contrato vital para a SpaceX, além de propulsionar um fluxo significativo de investimentos em tecnologia espacial;
- O desenvolvimento de um veículo para transporte humano na superfície lunar ficou a cargo de firmas emergentes no setor aeronáutico.
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Em 2019, enquanto a NASA reafirmava o compromisso com o SLS e a Orion, as atenções voltavam-se para as iniciativas de pouso lunar. A SpaceX, utilizando o foguete Starship, e a Blue Origin, fundada por Jeff Bezos, protagonizariam a competição para garantir os primeiros passos de humanos na Lua novamente.
O contrato para utilizar o Starship da SpaceX como módulo de pouso gerou debates, principalmente em função do método complexo que envolve múltiplos lançamentos para abastecer o foguete com combustível suficiente para a viagem à Lua.
A recente reestruturação do programa lunar, liderada pelo administrador da NASA, Jared Isaacman, visa alinhar o projeto com uma nova geração de empresas espaciais. Essa mudança de direção significou o cancelamento de planos anteriores vistos como dispendiosos e de motivação política, reforçando o compromisso com as inovações do setor privado.
A rivalidade em andamento com a China, que busca colocar seus cidadãos na Lua até 2030, adiciona uma dimensão geopolítica à corrida espacial. Enquanto a SpaceX se destaca como modelo a ser seguido por empresas globais, o Vale do Silício terá a oportunidade de reafirmar seu papel na fronteira da tecnologia.
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Dia do Backup: confira dicas de como (e onde) proteger seus arquivos

Nesta terça-feira (31), é lembrado o Dia do Backup, para conscientizar as pessoas dos acidentes que podem acontecer com dados gravados em dispositivos e do cuidado que se deve ter com eles.
Furtos, roubos, problemas no dispositivo de armazenamento e vírus são alguns dos exemplos de coisas que podem fazer você perder seus dados guardados. Por conta disso, é importante e essencial que você mantenha cópias de segurança desses dados rotineiramente, preferencialmente em mais de um lugar.
“No Dia Mundial do Backup, lembramos que proteger dados é proteger o futuro“, afirma Marcelo Rodrigues, country manager da Commvault.
Preços para fazer backup aumentaram
- Em 2026, os usuários enfrentam uma dificuldade a mais para manter suas informações seguras: o aumento dos preços de dispositivos de armazenamento por conta da crise das memórias RAM, escancarada com a maior demanda advinda das empresas de inteligência artificial (IA);
- Com essa maior demanda, as fabricantes visam, agora, investimentos e produção voltados para chips avançados e específicos para IA, usados em data centers, diminuindo a oferta de memórias tradicionais, encarecendo absolutamente tudo;
- Há relatos de SSDs portáteis saindo de cerca de R$ 700 há alguns meses para R$ 2,4 mil, gerando aumento no preço de 238%.
Dicas para fazer um bom backup (e onde fazer)
Hoje em dia, a opção supostamente mais segura, barata e acessível é a nuvem. E, nela, são várias as opções: Google One, Apple iCloud e Microsoft OneDrive são só alguns exemplos para se ter uma ideia.
Para se ter uma ideia, um plano de 2 TB do Google One sai por R$ 49,99 ao mês, ou cerca de R$ 430 ao ano. Já o OneDrive possui planos que chegam a até 6 TB de armazenamento e custam, mensalmente, entre R$ 12 e R$ 60 por mês e entre R$ 119 e R$ 599. Sem contar que outros serviços são disponibilizados, como IAs e o Microsoft Office 365 (no caso do OneDrive).
Os valores anuais chegam próximos de um HD externo mais simples. Além disso, os serviços de armazenamento em nuvem oferecem opções gratuitas, mas com armazenamento inferior (média de 15 GB).
As características do armazenamento em nuvem são a criptografia de ponta a ponta, a imutabilidade dos dados (backups não podem ser alterados ou deletados por agentes maliciosos) e a restauração granular (possibilidade de recuperar certos arquivos ou sistemas inteiros em minutos).
Mas esse serviço também possui seus problemas, pois depende de conexão firme com a internet para garantir o backup completo. Além disso, a depender da quantidade de dados, o tempo para backup pode ser maior, ou, em alguns casos, até dar erro de carregamento.
Um complemento ao backup em nuvem são os discos externos, sendo um SSD, HD e cartões de memória microSD, com opções de armazenamento entre 64 GB a 16 TB.
A título de conhecimento e comparação, com 1 TB (que equivale a 1.000 GB) de armazenamento, é possível salvar cerca de 250 mil músicas, até 60 horas de vídeo e 160 mil fotos, conforme informações das fabricantes.
Windows e macOS, os dois sistemas operacionais mais utilizados em computadores, oferecem ferramentas próprias para realização de backups automáticos, sendo desnecessário o uso de outros recursos que não os dos SOs.

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Preparando o backup
A dica aqui é configurar o backup automático de suas pastas mais utilizadas, como, por exemplo, a área de trabalho, documentos e fotos. Depois, é preciso criar uma rotina para salvamento dos dados tanto no disco externo como na nuvem.
Especialistas recomendam que você tenha ao menos três cópias de seus dados e em dois tipos diferentes de mídia. Uma delas fora do seu dispositivo. Isso reduz os riscos.
Na hora de configurar o backup, prefira a rotina automatizada, que diminui as chances de erro se comparada com a técnica manual.
“A eficiência do backup é definida pela combinação de frequência, tecnologia e relevância dos dados. Empresas e usuários precisam entender o que realmente não pode ser perdido e estruturar a proteção a partir disso”, afirma Everton Freire, Arquiteto de soluções da DMK3.
“Backup bem estruturado não é custo, é garantia. Quando há constância, é possível reduzir significativamente o tempo de indisponibilidade e evitar prejuízos maiores em caso de incidentes”, diz Manoel Neto, analista de suporte da DMK3.
“Mais do que armazenar dados, é preciso adotar uma estratégia contínua de proteção, que envolva boas práticas, monitoramento e testes regulares. Só assim o backup cumpre seu papel em momentos críticos”, ressalta Gilberto Reis, COO da Runtalent.
Opções de armazenamento disponíveis
Para computadores e Macs, são duas as opções de armazenamento: os discos SSD e HD.
A tecnologia SSD é mais recente e se caracteriza por oferecer maior velocidade na transferência de dados (conectam-se ao PC geralmente pela porta USB-C) e menor risco de dano em caso de queda por não ter partes móveis. Em contrapartida, possuem menos capacidade de armazenamento (normalmente, até 4 TB) e são mais caros que os HDs.
Por sua vez, os HDs são uma tecnologia mais antiga e se caracterizam por ter maior capacidade de armazenamento (chegando a até 16 TB, em média), além de serem mais baratos. A contrapartida é a demora maior na transferência de dados (eles costumam utilizar a porta USB 3.0 do PC, mais antiga que a USB-C) e alguns modelos não são portáteis, pois dependem de fonte de alimentação externa.
Para os celulares Android de entrada e intermediários em geral, a opção é o cartão microSD, que possui capacidades entre 16 GB e 512 GB. Vale sempre checar se seu aparelho tem uma entrada para esse tipo de armazenamento e a capacidade máxima de armazenamento permitida.
Lembre-se sempre também de manter seu microSD em um só aparelho para evitar o corrompimento de dados.
Se você tem um Android topo de linha ou um iPhone, a opção pode ser um SSD externo, pois possui a porta USB-C, padrão nos dispositivos atuais. O iPhone permite o backup via computador e possui total integração com o iCloud, que, assim como o Google One e o OneDrive, possui planos de armazenamento gratuitos e pagos.
Abaixo, o Olhar Digital traz algumas das melhores ofertas para SSDs, HDs e cartões microSD.
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