Tecnologia
O que é o Spotify Wrapped Party? Confira a novidade e como interagir com seus amigos

O Spotify Wrapped Party, ou “Festinha da Retrospectiva”, é a nova funcionalidade lançada pelo Spotify em 2025 que leva a retrospectiva musical anual a um novo nível. Com essa novidade, os usuários podem transformar seus dados de audição em uma competição divertida com amigos, revelando estatísticas curiosas e compartilhando momentos musicais marcantes. Sobretudo, a palavra-chave aqui é: interação, uma vez que o Wrapped Party é uma forma de celebrar o ano musical com quem você mais gosta.
Então, se você já é fã do Spotify Wrapped tradicional, vai se surpreender com a versão Party. Neste artigo, você vai entender o que é essa nova experiência, como ela se diferencia da retrospectiva comum e, principalmente, como criar sua própria festa musical e convidar seus amigos para participar. Continue lendo e descubra como tornar sua retrospectiva ainda mais memorável.
Leia mais
- Spotify Wrapped 2025 é liberado; veja como acessar sua retrospectiva
- Como conversar com amigos pelo Spotify
- 7 recursos disponíveis no Spotify para encontrar uma playlist perfeita
Qual a diferença entre o Spotify Wrapped e a versão Party?
O Spotify Wrapped é a retrospectiva anual que mostra os dados de audição de cada usuário: músicas mais ouvidas, artistas favoritos, gêneros predominantes, podcasts e até a chamada “idade musical”. Ele está disponível para todos os usuários com conta ativa que tenham ouvido pelo menos 30 faixas de cinco artistas diferentes entre janeiro e novembro. A experiência pode ser acessada pelo aplicativo móvel (iOS e Android) ou pelo site oficial do Spotify.
Já o Spotify Wrapped Party é uma extensão social dessa retrospectiva. Disponível apenas no aplicativo móvel, essa versão permite que você crie uma sala com até nove amigos para comparar os dados de audição em tempo real. No entanto, a interface é semelhante à do Wrapped tradicional, mas com elementos interativos como emojis, prêmios personalizados e estatísticas comparativas. Entre os destaques estão categorias como “Mais Obcecado”, “Escuta Mais Rara” e “Compatibilidade Musical”.
Principais vantagens da versão Party:
- Transformar o Wrapped em uma experiência coletiva.
- Descobrir curiosidades musicais entre amigos.
- Compartilhar resultados e reações com emojis.
- Criar uma sala personalizada com nome e imagem.
- Reassistir à festa depois, mesmo após o encerramento.
Spotify Wrapped Party: como interagir com os amigos?
Tempo necessário: 3 minutos
Como usar o Spotify Wrapped Party
- Abra o aplicativo do Spotify
Acesse o aplicativo e encontre na barra superior a Retrospectiva. Em seguida, clique nela para abrir.

- Busque por “Wrapped Party”/Festinha da Retrospectiva
Após clicar na aba superior em Retrospectiva, você deve buscar por Wrapped Party ou “Festinha da Retrospectiva”.

- Toque em “Começar sua festa”
Agora, você já pode começar os primeiros passos para fazer sua festa no Spotify. Escolha uma foto criativa e divertida e edite o nome que desejar. Mas não esqueça, que essa parte ficará visível para seus amigos.

- Compartilhe o link ou código de convite
Na sequência, você poderá compartilhar o link da sua Festinha da Retrospectiva com até nove amigos. A partir daí, você pode iniciar a experiência para visualizar estatísticas comparativas, reagir às descobertas dos amigos usando emojis, compartilhar seus resultados nas redes sociais e, se quiser reviver os momentos, reveja à festa quantas vezes desejar.

Essa funcionalidade é ideal para quem quer transformar dados em diversão, criando uma verdadeira celebração musical com os amigos. Mas vale lembrar que todos os participantes precisam ter acesso ao Wrapped e estar online para participar da festa.
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Nova técnica pode transformar fungos em armas contra o câncer

Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia criaram uma tecnologia de edição genética chamada fPE7max, capaz de reativar genes adormecidos em fungos filamentosos e revelar novas substâncias com potencial farmacêutico contra o câncer. O estudo foi divulgado na revista Nature Biotechnology em 30 de junho.
A investigação identificou compostos inéditos produzidos por fungos antes considerados quimicamente pouco explorados em laboratório. Parte dessas moléculas demonstrou ação seletiva contra células tumorais humanas, incluindo câncer de mama, fígado e leucemia.
O avanço busca superar limitações históricas na exploração do reino fúngico e ampliar a descoberta de compostos naturais com aplicação médica, especialmente em áreas onde ainda há carência de novas terapias.
Edição genética em fungos revela moléculas inéditas com potencial contra o câncer

Fungos já contribuíram de forma decisiva para a medicina moderna, com exemplos como a penicilina e medicamentos para controle do colesterol. Apesar disso, grande parte da diversidade química desse reino biológico ainda não recebeu investigação aprofundada.
Um dos entraves apontados pelos cientistas está no comportamento dos fungos fora do ambiente natural. Em condições de laboratório, muitos genes responsáveis pela produção de substâncias químicas permanecem inativos, o que impede o surgimento dos compostos de interesse.
Para enfrentar esse problema, a equipe criou o fPE7max, uma adaptação da técnica de edição genética conhecida como prime editing, com foco em fungos filamentosos e maior precisão nas alterações do DNA.

Dois desafios principais surgiram durante o desenvolvimento. O primeiro envolveu a fragilidade do RNA guia, que se degrada facilmente em modificações mais longas. O segundo se relacionou ao sistema de reparo celular dos fungos, que tende a reverter alterações no material genético.
A solução combinou uma proteína protetora derivada de fungos, chamada fLa, com outro mecanismo capaz de reduzir temporariamente a ação do sistema de reparo celular. Essa combinação elevou a precisão do método e ampliou sua eficiência.
Com a ferramenta estabilizada, os cientistas ativaram o gene regulador laeA, responsável por coordenar redes inteiras de produção química dentro dos fungos. A liberação desse controle permitiu o surgimento de novos compostos antes silenciosos.
Ao todo, o estudo registrou 18 moléculas distintas, sendo oito delas inéditas para a ciência. Três apresentaram atividade contra células cancerígenas humanas, enquanto outras pertencem a uma família química conhecida como piranonigrinas.
Os resultados indicam que o potencial químico dos fungos pode ser muito maior do que se imaginava, e que técnicas de edição genética podem acelerar a descoberta de novos candidatos a medicamentos.
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El Niño: temperatura dos oceanos bate recorde e preocupa cientistas

As temperaturas da superfície dos oceanos em todo o planeta atingiram um novo recorde para o mês de junho, segundo dados divulgados em 1º de julho pelo programa europeu de observação da Terra Copernicus. O aumento ocorre em meio ao fortalecimento do fenômeno El Niño no Oceano Pacífico e amplia as preocupações de especialistas sobre eventos climáticos extremos, enchentes, elevação do nível do mar e impactos nos ecossistemas marinhos.
O novo recorde supera a marca registrada em junho de 2024. Especialistas do Copernicus alertam que novos recordes de temperatura poderão ser registrados nos próximos meses.
“Condições atuais podem indicar o início de uma nova fase, levando, mais uma vez, a um território desconhecido”, afirmou Carlo Buontempo, diretor do Serviço de Mudanças Climáticas do Copernicus no Centro Europeu de Previsões Meteorológicas de Médio Prazo (ECMWF), em comunicado.
“Com as temperaturas dos oceanos nesses níveis e o El Niño no horizonte, é provável que vejamos mais recordes de temperatura serem quebrados nos próximos meses”, acrescentou.
Segundo o Serviço de Mudanças Climáticas do Copernicus, o recorde foi alcançado em 21 de junho, quando a temperatura média da superfície dos oceanos do planeta chegou a 20,86 °C. O valor superou o recorde anterior de 20,83 °C, registrado em 2023 e repetido em 2024.
A medição também foi confirmada pelo Copernicus Marine Service, conjunto de dados independente que registrou temperatura de 21,0 °C.
Aquecimento ocorreu de forma desigual
- O aquecimento da superfície dos oceanos não ocorreu de maneira uniforme ao redor do mundo;
- De acordo com dados registrados em 29 de junho pela Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), algumas regiões apresentaram aquecimento muito acima da média;
- No Mar Mediterrâneo, por exemplo, as temperaturas chegaram a ficar até 8 °C acima da média observada entre 1990 e 2020;
- Os maiores aumentos foram registrados no Mediterrâneo, no Mar Báltico, em faixas do Oceano Pacífico e nas áreas costeiras do norte do Canadá.

Leia mais:
- El Niño 2026: Brasil corre contra o tempo para evitar desastres
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Segundo representantes do Serviço de Mudanças Climáticas do Copernicus, o aquecimento dos oceanos produz uma série de efeitos sobre o clima global.
“Temperaturas mais elevadas dos oceanos mantêm a atmosfera aquecida por mais tempo, fornecem energia adicional para tempestades e aumentam a evaporação, ampliando assim o potencial para precipitações extremas e inundações”, informaram no mesmo comunicado.
O órgão também destacou que o aquecimento dos oceanos contribui para a elevação do nível do mar, acelera o derretimento do gelo e provoca estresse nos ecossistemas marinhos.
El Niño pode intensificar aquecimento global
Dados do Serviço de Mudanças Climáticas do Copernicus indicam que o El Niño recentemente declarado no Oceano Pacífico — fase quente de um ciclo climático natural — deverá atingir níveis não observados há décadas.
Segundo o serviço, esse aquecimento no Pacífico tende a se somar ao aumento já observado nas temperaturas globais, favorecendo o registro de novos recordes ao longo dos próximos meses.
Apesar da preocupação, o Copernicus ressalta que ainda será necessário acompanhar a evolução do fenômeno para determinar se esses picos de temperatura representam apenas uma condição temporária ou se indicam uma tendência de aquecimento de longo prazo.
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Deixar carregador na tomada sem o celular desperdiça energia?

Você sabia que carregadores de celular conectados à tomada continuam consumindo energia mesmo sem dispositivos conectados? O fenômeno é conhecido como consumo em espera.
Segundo essa análise, o consumo varia entre 0,1 e 0,5 watt por unidade, podendo somar pequenas quantidades diárias que, ao longo do tempo, influenciam a conta de energia residencial.
As estatísticas também apontam que o impacto cresce em casas com múltiplos aparelhos conectados e que há formas de reduzir o desperdício por meio de equipamentos mais eficientes ou simplesmente desligando-os da tomada após o uso.
Carregadores continuam ativos mesmo sem uso

Mesmo quando não estão alimentando um dispositivo, carregadores permanecem conectados ao fluxo elétrico. Isso ocorre porque seus componentes internos seguem operando em estado de prontidão, permitindo resposta imediata quando um aparelho é conectado.
Esse consumo residual é conhecido como energia em espera e está presente em diversos equipamentos domésticos, não apenas nos carregadores de celulares.
Impacto acumulado na conta de energia

Embora o gasto individual de um carregador seja baixo, ele não é inexistente. A análise indica que, dependendo da quantidade de dispositivos em uma residência, o valor anual pode variar de pequenas frações até alguns dólares por equipamento.
Esse efeito se amplia em lares com múltiplos pontos de carregamento espalhados pelos cômodos, como ocorre com celulares, tablets e consoles portáteis.
Outros aparelhos também contribuem
O consumo em espera não se limita a carregadores. Equipamentos como computadores, videogames, televisores, micro-ondas e cafeteiras também mantêm algum nível de gasto energético quando aparentemente desligados.
Segundo dados citados no texto, essa forma de consumo pode representar entre 5 e 10 por cento do uso total de energia de uma residência, dependendo do perfil de consumo.
Como reduzir o desperdício energético
Entre as alternativas citadas para reduzir esse tipo de consumo está a substituição por carregadores mais eficientes, que apresentam menor gasto em modo ocioso.
Outra medida envolve o uso de tomadas inteligentes, capazes de interromper o fornecimento de energia quando os aparelhos não estão em uso, além da simples prática de retirar os carregadores da tomada.
O texto também destaca a importância de inspeção periódica dos equipamentos, já que desgaste, superaquecimento e falhas de conexão podem aumentar o consumo ou comprometer a eficiência.
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