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Internacional

Brasileiro que publicava ameaças a Donald Trump é alvo de operação em Goiânia

Redação Informe ES

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A PCDF (Polícia Civil do Distrito Federal) realizou, nesta quinta-feira (6), uma operação contra um homem de 32 anos suspeito de ameaçar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e outras autoridades norte-americanas.

A polícia diz que o homem ainda tentou entrar na Embaixada dos EUA, na Asa Sul de Brasília, mas foi contido. O episódio foi um dia após as ameaças divulgadas na internet.

Os agentes cumpriram um mandado de busca e apreensão na casa do suspeito em Goiânia (GO). Ele não foi preso, mas teve equipamentos eletrônicos apreendidos, além de anotações.

Segundo investigadores, em um dos cadernos havia informações de como entrar ilegalmente nos Estados Unidos, começando pela Guatemala.

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A polícia também encontrou uma parede rabiscada com os dizeres “shoot to kill” (atirar para matar, tradução livre).

O suspeito foi denunciado pelo Serviço Secreto dos EUA, que comunicou o laboratório de inteligência cibernética do Ministério da Justiça (Ciberlab) sobre as ameaças.

A PCDF foi acionada e começou a investigar pela Divisão de Prevenção ao Extremismo.

A investigação aponta que o homem já foi procurado nos EUA por tentativa de ataque em Marlborough, no estado de Massachusetts.

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Fonte: CNN Brasil

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Internacional

China diz que acordos firmados em visita de Donald Trump são “preliminares”

Redação Informe ES

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O Ministério do Comércio da China descreveu neste sábado como “preliminares” os acordos tarifários, agrícolas e aeronáuticos firmados durante a visita do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, nesta semana.

Trump deixou Pequim nessa sexta-feira (15), depois de dois dias de conversas com o presidente Xi Jinping, que se caracterizaram pela pompa e pela retórica calorosa, mas com detalhes limitados sobre resultados concretos em termos de comércio e investimento.

Em declaração em seu site, o ministério informou que os dois lados concordaram em estabelecer um conselho de investimentos e um conselho de comércio para negociar reduções tarifárias recíprocas e específicas de produtos, bem como cortes mais amplos em produtos não especificados, incluindo os agrícolas.

Também com relação à agricultura, Pequim disse que os dois lados trabalhariam para resolver barreiras não tarifárias e questões de acesso ao mercado.

“O lado norte-americano promoverá ativamente a resolução das preocupações de longa data da China com relação à detenção automática de produtos lácteos e aquáticos, às exportações de bonsai em meios de cultivo para os EUA e ao reconhecimento da província de Shandong como área livre de gripe aviária”, disse o ministério.

“O lado chinês também promoverá ativamente a resolução das preocupações dos EUA em relação ao registro de instalações de carne bovina e às exportações de carne de aves de alguns estados norte-americanos para a China”, acrescentou.

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O ministério não identificou as empresas, nem forneceu detalhes sobre volumes, valores ou cronogramas.

*(Edição de Mark Potter)

*É proibida a reprodução deste conteúdo.

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Internacional

Donald Trump diz que encontro com Lula foi “muito bom”

Redação Informe ES

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nas redes sociais nesta quinta-feira que seu encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Casa Branca foi “muito bom” e que os dois discutiram comércio e tarifas.

A reunião entre os dois líderes, que incluiu discussões bilaterais e almoço, terminou sem uma aparição conjunta previamente agendada diante de repórteres.

Enquanto Lula se preparava para falar com os repórteres na embaixada brasileira, Trump disse em uma postagem na mídia social que sua reunião com “o dinâmico presidente do Brasil” se concentrou em muitos tópicos, principalmente tarifas.

“A reunião correu muito bem. Nossos representantes devem se reunir para discutir alguns elementos-chave”, disse ele.

No ano passado, Trump impôs tarifas de 50% sobre produtos brasileiros, entre as mais altas taxas aplicadas sobre exportações de outros países, acusando o Brasil de promover uma perseguição política contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, que posteriormente foi condenado por tentativa de golpe de Estado.

Posteriormente, Trump retirou a maior parte das tarifas, incluindo as sobre a carne bovina e o café, pelo menos em parte para ajudar a conter a alta dos preços dos alimentos nos EUA. Em fevereiro, a Suprema Corte dos EUA derrubou as tarifas que ele havia imposto sob uma lei de emergência nacional, eliminando muitas das tarifas restantes.

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Os produtos brasileiros ainda estão sujeitos a uma tarifa adicional de 10%, que expira em julho.

No entanto, nas últimas semanas, o Brasil tem observado indícios de que suas exportações podem ser atingidas por novas tarifas relacionadas a uma investigação da Seção 301 sobre práticas comerciais desleais.

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Internacional

Autoridades dos EUA identificam autor de atentado contra Donald Trump

Redação Informe ES

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O homem preso por atirar contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na noite de sábado (25), foi identificado pelas autoridades do país como Cole Tomas Allen, segundo informações da agência de notícias Reuters.

Os disparos foram efetuados durante um jantar em um hotel, em Washington, onde Trump recebia jornalistas que atuam como correspondentes na Casa Branca.

Informações preliminares apontam que Allen é “um homem da região de Los Angeles que, segundo aparenta em redes sociais, é graduado pelo Caltech e trabalha como professor em meio período e desenvolvedor de jogos”.

Segundo as autoridades, ele tem 31 anos e reside em Torrance, na Califórnia.

De acordo com o procurador-geral interino dos EUA, Todd Blanche, Allen será acusado em um tribunal federal já na próxima segunda-feira (26). As acusações serão de agressão a um agente federal, disparo de arma de fogo e tentativa de homicídio contra um agente federal. 

Reforma da Casa Branca

Após o ataque, Trump usou as redes sociais para associar o caso à necessidade de reforma da Casa Branca. Trump defende a construção de um salão de baile no prédio histórico, obra que foi questionada na Justiça.

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“Todos os presidentes, nos últimos 150 anos, vêm exigindo a construção de um grande, seguro e protegido salão de baile nos terrenos da Casa Branca. Esse evento jamais teria ocorrido com o Salão de Baile militar de nível máximo de sigilo”, argumentou.

“O processo judicial ridículo sobre o salão de baile, movido por uma mulher que passeava com seu cachorro e que absolutamente não tem legitimidade para apresentar tal ação, deve ser arquivado imediatamente. Nada deve ser permitido a interferir em sua construção”, acrescentou.

A obra tem tido seu cronograma adiado por conta do processo citado por Trump.

*Com informações da Reuters.

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*matéria atualizada para acréscimo de informações sobre a formalização da acusação na Justiça dos EUA.

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