Aos poucos os eleitores de Vitória vai conhecendo os postulantes na disputa pela prefeitura da capital do Espírito Santo nas eleições de 2024.
O atual prefeito Lorenzo Pazolini (Republicano), pelo rito natural, certamente, tentará a reeleição para permanecer a frente do executivo municipal.
O deputado estadual, João Coser (PT), segundo colocado nas eleições de 2020, já se pronunciou e vai concorrer ao cargo.
Mas no cenário político de Vitória um outro nome vem mostrando que também quer ser prefeito da cidade, o deputado estadual Tyago Hoffmann(PSB). Suas redes sociais vem norteando essa intenção que é fortalecido pelo seu currículo, por pertencer à base e ao partido do governador Renato Casagrande(PSB). Hoffmann chefiou a Casa Civil, foi secretário de Ciência e Tecnologia do Estado e agora, deputado estadual em seu primeiro mandato com 32.123 votos.
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As pistas começaram a serem dadas em suas redes com a frase: “Vitória pode mais”.
Recentemente, uma nova publicação em suas redes sociais intensificou o discurso ao fazer uma comparação dos números arrecadados pela prefeitura de Vitória em relação aos municípios vizinhos, como mostra o InformeES, abaixo.
” A diferença entre o que Vitória arrecada e o que a prefeitura atual investe de volta, vai além do desproporcional. É um absurdo mesmo. Veja: Vitória lidera a arrecadação disparadamente em relação à Serra, a segunda colocada, com mais de R$ 600 milhões de vantagem.
No entanto, o investimento é absolutamente mais baixo, fazendo com que Vitória perca, em volume de investimentos, para Serra, Vila Velha e Cariacica. Dos R$ 2,6 bilhões que arrecada, apenas R$ 160 milhões são destinados a investimentos na capital. Afinal, para onde vai o seu dinheiro, em Vitória? Imagine quanto seria possível fazer mais, com os investimentos chegando a toda Vitória, na entrega e renovação de equipamentos públicos, e de melhores serviços oferecidos à população. É por isso que eu afirmo: Vitória pode mais. Falta competência na gestão e compromisso com as pessoas para fazer o que deve ser feito. Mas isso está com os dias contados. #TyagoHoffman #Vitoria #EspiritoSanto #VitoriaPodeMais” disse, o deputado.
PSB-ES confirma pré-candidatura de Hoffmann
O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, participou do encontro de filiados socialistas no Espírito Santo, na manhã do último sábado (2), na Assembleia Legislativa. Na ocasião, foram debatidas as eleições municipais de 2024 e oficializada a pré-candidatura do deputado estadual Tyago Hoffmann a prefeito de Vitória.
O encontro reuniu diversas lideranças socialistas, membros dos diretórios estadual e municipal do partido, deputados e deputadas estaduais, vereadores e vereadoras, secretários de Estado, segmentos organizados, além de dirigentes de outros partidos.
Siqueira ressaltou a importância do PSB capixaba e da candidatura de Hoffmann.
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“O motivo principal da minha vinda hoje é essa pré-candidatura que me entusiasma. O PSB é um partido forte e com tradição no Espírito Santo. Temos certeza de que, com o trabalho de todos, vamos eleger Tyago Hoffmann prefeito de Vitória”, afirmou.
O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, enviou sua mensagem em vídeo, por estar participando da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-28), em Dubai. Casagrande também ressaltou a importante construção da candidatura à prefeitura de Vitória.
“Queremos a força do PSB nas eleições municipais e o PSB tomou a decisão de lançar a candidatura do Tyago Hoffmann em Vitória. O partido coloca o nome dele como uma candidatura importante pra gente fazer um debate, a construção de um projeto para Vitória. Precisamos criar esse vínculo de Vitória com o Brasil e com o Estado do Espírito Santo. Vitória merece isso. Queremos ocupar essa posição audaciosa de colocar o deputado Tyago, que é uma pessoa que temos muita confiança, para poder representar o partido e um projeto para nossa capital”, pontuou.
Tyago Hoffmann, que teve seu nome lançado à prefeitura de Vitória no evento, afirmou que aceita o desafio e que usará “o jeito PSB de governar” para tornar a capital do Espírito Santo protagonista.
“Me sinto honrado em fazer parte de um projeto, liderado pelo nosso governador Renato Casagrande, que trabalha incansavelmente para tornar o Espírito Santo um Estado cada vez mais igualitário, onde todos tenham as mesmas oportunidades”, disse.
Da Redação – Colaborou* psb40.org.br – Foto: Rede Social
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que vetará o projeto de lei da minirreforma eleitoral, aprovado pela Câmara dos Deputados, que muda a prestação de contas dos partidos, flexibiliza regras de controle e autoriza o envio de mensagens em massa a eleitores previamente cadastrados.
A declaração foi dada nesta sexta-feira (22), ao vivo, durante entrevista na edição especial do programa Sem Censura, apresentado por Cissa Guimarães, na TV Brasil, veículo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
Lula destacou os impactos do uso da inteligência artificial nas eleições, que o presidente considera um risco para a democracia.
“Acho que está na hora de a gente pensar que a inteligência artificial vale para muita coisa, mas ela não pode valer na disputa eleitoral para escolher um prefeito, um governador, um deputado. Não pode. E, agora, as bancadas aprovaram [na Câmara] uma coisa que vai fomentar o uso de robôs na eleição. Eu certamente vetarei. Primeiro, vou trabalhar para o Senado não aprovar, e depois eu vetarei”, afirmou.
A minirreforma eleitoral foi aprovada na última terça-feira (19), em rápida votação simbólica e sem registro em painel, e tem recebido críticas de diversas entidades da sociedade civil.
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No ponto destacado por Lula, o texto do projeto permite o envio de mensagens automatizadas a eleitores previamente cadastrados. Esse envio não será considerado irregular quando direcionado ao público cadastrado.
Para críticos da medida, essa flexibilização pode ampliar o uso de ferramentas digitais com menor controle, especialmente em relação à disseminação de conteúdo em massa.
Lula também criticou o fato de parlamentares e partidos concentrarem vultosos recursos públicos, por meio de fundos eleitorais e partidários, além de emendas.
“Eu era favorável a fundo partidário, a fundo eleitoral, hoje eu sou contra, porque levou à promiscuidade na política. Um deputado hoje tem R$ 50 milhões, R$ 60 milhões de emendas por ano”.
Violência política
Questionado pela apresentadora Cissa Guimarães sobre a diferença do mundo político atual em relação aos seus dois mandatos anteriores, Lula falou sobre como o extremismo, em sua visão, tem impactado o ambiente político, não apenas no Brasil.
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“O mundo tá diferente, nervoso, polarizado. Não é [só] no Brasil. Nos EUA, democratas e republicanos, há 20 anos atrás, viviam como se fossem parceiros, só tinha disputa na época eleitoral. Hoje, 90% dos republicanos não aceitam que a filha se case com um democrata”, disse o presidente, que pregou a necessidade de se repensar a interferência dos algoritmos de redes sociais na organização do sistema social.
“Eu não quero perder o humanismo que tem dentro do ser humano, porque estamos sendo vítimas dos algoritmos”.
A entrevista exclusiva de Lula ao Sem Censura também conta com a participação da influenciadora digital Nath Finanças, da jornalista Luciana Barreto, âncora e editora-chefe do telejornal Repórter Brasil Tarde, e do também influenciador Muka, produtor de conteúdo nas redes e um dos apresentadores do vespertino.
O prefeito Weverson Meireles (PDT), anunciou nesta sexta-feira( 22), que os servidores municipais da Serra terão reajuste a partir do pagamento de maio de 5,5%. O percentual é o maior entre os municípios da Grande Vitória e garante ganho real acima da inflação acumulada em 2025.
A medida representa mais um avanço da gestão municipal no fortalecimento do serviço público e no reconhecimento dos profissionais que atuam diariamente para garantir atendimentos de qualidade à população em áreas essenciais como saúde, educação, assistência social, segurança e infraestrutura.
Outro destaque é que o reajuste também supera o índice de atualização do piso nacional do magistério, reforçando o compromisso da administração municipal com a valorização das diferentes categorias do funcionalismo. O aumento já será incorporado na folha de pagamento deste mês de maio dos professores que terão também piso com retroativo.
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A valorização dos servidores tem sido uma marca da atual gestão. Recentemente, a Prefeitura também promoveu o reajuste do ticket alimentação dos servidores municipais, que passou de R$ 1 mil para R$ 1,1 mil, ampliando o poder de compra e fortalecendo a renda dos trabalhadores.
Mesmo com os avanços, a Prefeitura mantém o equilíbrio das contas públicas. As medidas foram viabilizadas por meio de planejamento financeiro, organização administrativa e responsabilidade na aplicação dos recursos públicos.
Demonstrando compromisso com a responsabilidade fiscal e sensibilidade diante da realidade econômica do município, o reajuste não será aplicado ao prefeito, vice-prefeito e secretários municipais.
O prefeito Weverson Meireles destacou que a medida é resultado de uma gestão comprometida tanto com os servidores quanto com a população.
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“Valorizar o servidor é investir diretamente na qualidade dos serviços oferecidos à população. São homens e mulheres que fazem a cidade acontecer todos os dias, com dedicação e compromisso. Conseguimos construir um reajuste acima da inflação, com responsabilidade e equilíbrio financeiro, reconhecendo ainda mais a importância de cada profissional para o desenvolvimento da Serra”, afirmou.
Fonte: Secom/PMS – Texto: Sâmia Oliveira / Djeisan Maria
Os deputados estaduais aprovaram em sessão extraordinária da Assembleia Legislativa (Ales) nesta terça-feira (19) matéria que busca organizar a atuação de propagandistas de medicamentos em hospitais públicos e privados, consultórios e farmácias. O Projeto de Lei (PL) 274/2025 é de autoria do deputado Gandini (Podemos).
A proposição aplica critérios como identificação junto ao estabelecimento, agendamento da visita, crachá visível, vestimenta adequada e proibição de abordagem direta a pacientes. Também determina respeito às normas sanitárias e horários e locais determinados pelo estabelecimento, visando equilibrar interesses dos profissionais de saúde e dos propagandistas.
Na abertura da sessão extra, o presidente da Casa, deputado Marcelo Santos (União), ressaltou a importância da normatização, pois segundo ele “é no (estabelecimento) público que precisa do acesso e ainda acaba impedindo (esse acesso)”. O projeto entrou em pauta com um parecer da Comissão de Justiça pela inconstitucionalidade, mas o parecer foi rejeitado pelo plenário, e a proposta aprovada em reunião conjunta das comissões de Saúde e Finanças, com relatoria favorável do deputado Tyago Hoffmann (PSB).
Durante a discussão nas comissões, o autor defendeu a pertinência de regular o assunto. “A profissão é regulamentada por lei federal, já exercem em grande parte dos hospitais particulares, e cumprem uma função importante, levam informação. Nem todo médico está atualizado com relação a medicamentos. Inclusive, de remédios que estão na farmácia popular e muitas vezes o médico não prescreve porque não sabe, de graça”, afirmou Gandini.
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Já o relator Hoffmann, ainda na fase de discussão do parecer contrário de Justiça, disse que a medida além do mérito de organizar uma atuação notavelmente desorganizada não geraria atribuições ao Poder Executivo.
Quem também discutiu a iniciativa foi a deputada Camila Valadão (Psol). Para ela, apesar de constitucional, a medida não seria adequada por “trazer para a lei” critérios de organizações das unidades, ferindo autonomia administrativa. “Na nossa análise o projeto transforma em obrigação legal o que já costuma ser tratado por protocolos internos dentro das instituições de saúde”. Único voto contrário em plenário, Camila também citou um contexto nacional de debate em relação a pressões farmacêuticas e econômicas sobre profissionais de saúde.
Hoffman respondeu a posição da colega, ponderando que “o PL nem facilita e nem dificulta nenhuma espécie de lobby. A matéria organiza a atuação desses profissionais dentro dos hospitais (…). Sem interferir em interesses econômicos”.
Em fala de agradecimento pela aprovação da proposição, Gandini também se posicionou sobre as ponderações da pessolista. “Nem sempre todos os profissionais, nem todas as indústrias são pessoas que querem influenciar negativamente a sociedade. Fui procurado por representantes, pessoas que estão no dia a dia ali, trabalhando, dando seu suor. (…) Eles falam que cumprem essa função social”, ressaltou.
“É claro que tem interesse na venda, é propagandista de venda, mas imagina, informar! Ter esse olhar sempre negativo é muito ruim. (…) apresentei o projeto com muita convicção de que isso vai melhorar de fato a vida das pessoas, o mal profissional, a má indústria farmacêutica, quem quer comprar o outro a gente tem de fato de extirpar da sociedade”, completou.
Em tréplica, Camila afirmou que não se tratava de “olhar pelo lado ruim ou analisar pelos profissionais que são ruins”, mas apenas considerar o contexto atual. “Um projeto para criar mecanismos de facilitar e controlar a proposta poderia estar melhor amarrado, considerando mecanismos de transparência e também de boas práticas hospitalares”.